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A escolha que você não vê

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No último mês falei aqui sobre Escolhas Difíceis, e agora quero conversar sobre as escolhas que não vemos. Você sabia que existem 3 decisões que controlam o seu destino? E não é a decisão de qual roupa vestir de manhã ou para qual cliente ligar.

São 3 decisões que relegamos – inúmeras vezes – ao nosso inconsciente, pois consumimos nossas energias com decisões pequenas e corriqueiras.

Mamão ou banana no café da manhã? Leite quente ou frio? Casaco ou manga curta? Cinco minutos a mais na cama ou no chuveiro? De carro ou a pé? De carona ou sozinha? Supermercado hoje ou amanhã?

Essas são aquelas escolhas cotidianas que nos acertam com o passar das horas, que embora pareçam bobas, dão a impressão de que o ponteiro do relógio acelerou.

Ok, mas essas escolhas são evidentes, estão à sua frente, sempre. Porém, você já se perguntou todas as escolhas que você deixa de fazer, porque simplesmente não consegue ver elas? Ou pior, as escolhas que você faz de forma automática e que nem se dá conta?

Hoje eu quero apresentar elas para você!

Escolha nº 1 – Suas decisões sobre o que focalizar.

Escolha nº 2 – Suas decisões sobre o que as coisas significam para você.

Escolha nº 3 – Suas decisões sobre o que fazer para criar os resultados que deseja.

Frequentemente não tomamos de forma consciente a maioria das decisões, especialmente essas três, que são cruciais para nossa vida, e ao fazer isso, pagamos um preço alto, às vezes, alto demais.

E para explicar um pouco melhor, trago o conceito de “Síndrome do Niágara”, criada pelo Anthony Robbins, que diz o seguinte: “Acredito que a vida é um rio, e que a maioria das criaturas salta no rio da vida sem ter decidido onde quer chegar. Assim, logo são apanhadas pela correnteza: dos acontecimentos, dos medos, dos desafios. Quando chegam a bifurcações, não decidem conscientemente para onde querem ir, ou qual a direção certa em seu caso. Apenas “seguem o fluxo”. Tornam-se uma parte da massa de gente que se deixa dirigir pelo ambiente, e não por seus próprios valores. [...] Permanecem nesse estado inconsciente até o dia em que o barulho da água as desperta, e descobrem que estão a 2 metros da cachoeira do Niágara, num barco sem remos”.

E você, está na Síndrome do Niágara?

Quer empreender, quer trocar sua carreira, quer gerir melhor sua vida? Ter mais tempo? Mais afeto? Mais reconhecimento? Então aprenda a remar o seu barco, aprenda a focar no que importa, a decidir o que as coisas significam para você e os passos futuros que te levarão mais próximo do seu sonho.

Porque se você não fizer isso, ficará presa a sua rotina (correnteza), achando todas as desculpas que estão escondidas por aí, ora com medo, porque seu barco está à deriva, ora se recuperando dos tombos na cachoeira do Niágara.

EE-Colunista-Juliana-EmerEE-Colunistas-aviso-geral

20 jun 2017

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Como surgiram os brechós

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Na atualidade, crise e busca por sustentabilidade fazem crescer vendas de roupas usadas. Os brechós se tornaram referência para garimpar peças clássicas e comprar peças de marcas por preço mais acessível.

As primeiras lojas de segunda mão no mundo apareceram no século XIX e ficaram fortemente populares com as crises produzidas pela Primeira e Segunda Guerras Mundiais principalmente através da Cruz Vermelha com a venda de produtos doados a preços bem acessíveis.

Os brechós tiveram sua origem nos mercados de pulgas da Europa, onde se podia comprar e vender praticamente tudo. As feiras aconteciam ao ar livre e como as peças eram usadas e não havia lá muita preocupação com a higiene, animais como pulgas eram comuns, daí a origem do nome “mercado de pulgas”.

Em Paris, existe um Mercado de Pulgas mundialmente conhecido. Foram-se as pulgas e o lugar hoje é um antiquário lindíssimo, clássico, chic tudo a ver com Paris. Existem desde selos até obras de arte de muito bom gosto.

No Brasil o termo ‘brechó’ surgiu no século 18, devido a um vendedor de nome Belchior, que vendia roupas e artigos de segunda mão no Rio de Janeiro. Décadas mais tarde, adotou-se pela má compreensão/audição da palavra Belchior, o termo ‘brechó’.

No Brasil, o brechó começaria a ser consolidado como negócio somente na década de 1970, quando a cantora Maysa, inspirada pelo conhecimento deste tipo de negócio adquirido em suas viagens a Europa, fundou na rua Djalma Ulrich, em Copacabana, Rio de Janeiro, seu próprio brechó, intitulado Malé de Lixo. A musa comercializava roupas, calçados, bolsas e acessórios que foram utilizados por ela e amigos. Em tempos de valorização da moda nacional, o brechó foi recebido como novidade e uma agradável alternativa de consumo, porém não foi valorizado até as décadas de 1990-2000, período marcado pelo alvorecer do consumo consciente e um crescente interesse pela sustentabilidade. Mesmo período que a moda vintage começou a se propagar fortemente nos Estados Unidos, saindo da Europa para o resto do mundo. Em Hollywood, o vintage começou a ser visto como tendência de moda a partir de 2001, quando Julia Roberts recebeu o Oscar com um modelo do estilista Valentino de 1982, garimpado em brechó.

Muito mais que uma roupa exclusiva, as peças antigas possuem outras qualidades. Os tecidos de décadas atrás tinham um diferencial. As coisas eram feitas para durar mais. Mas os brechós não vendem só vintage, alguns são focados neste nicho, mas a maioria possui variadas opções, marcas e estilos. Outra vantagem dos brechós: a questão da sustentabilidade. Com o tempo as pessoas vão entender que, assim como economizar sacolas de plástico e ter sua eco-bag, comprar roupas usadas ajuda a preservar o ambiente.

Reutilizar as coisas é uma tendência mundial, e com as roupas não é diferente. Estas lojas já são bastante comuns na Europa, e aqui no Brasil também deve popularizar cada vez mais.

E você, compra em brechós?

EE-Manu Damasceno Colunista-02

EE-Colunistas-aviso-geral

 

25 mai 2017

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Planejamento + Empreendedor = tudo a ver!

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Se você é empreendedor e tem dor de cabeça só de ouvir a expressão “Planejamento Estratégico”, saiba que não é o único. Mas ao contrário do que muitos pensam o processo de planejar pode ser mais simples do que se imagina.

Há muito tempo eu trabalho e falo sobre Planejamento Estratégico e acabo recebendo um número considerável de comentários sobre o processo de planejar.

Em tempo, vale explicar brevemente que planejamento estratégico é um procedimento gerencial que se refere à formulação de objetivos para a seleção de programas de execução e ação, onde são consideradas as variáveis internas e externas à organização, de modo que o somatório de recursos e esforços possam conduzir a ações com resultado muito satisfatório e alinhado com a estratégia empresarial.

Assim, o processo de planejar é FUNDAMENTAL para qualquer pessoa ou empresa que queira, minimamente, atingir algum objetivo, pois ele “prevê” o futuro em relação ao longo prazo, antecipando situações que, sem o plano, estariam distantes da visão do gestor.

A criação de uma estratégia pode ser fácil e demanda um pouco tempo – o que a maioria diz que não tem – pois é necessário conhecer aqueles pormenores do negócio que quase ninguém tem paciência (ou sabe) analisar. Planejar é pensar e trazer para a prática, é integrar a empresa, é levar até a operação e sair da teoria.

Agora, você sabia que uma hora de planejamento economiza mais de seis horas de execução?

E aí, você ainda está sem tempo? Talvez seja justamente a hora de planejar e passar a desfrutar do seu bem mais precioso, o tempo.

Quem ainda não acredita que um bom planejamento pode ser o vento para a guinada que precisa nos seus negócios, deve repensar. Pois, do contrário, ‘esse tal planejamento’ não está, nem nunca estará com nada mesmo.

Pensemos como os mestres Kaplan e Norton: “Uma estratégia sem táticas é o caminho mais lento para a vitória. Táticas sem estratégia representam o caos que antecede uma derrota. ”

Independentemente do tamanho da sua empresa, invista seu tempo no que vai lhe ajudar a crescer no mercado.

Desenvolver e formular estratégias criativas pode estar mais perto do que você imagina.

P.S.: Vou deixar três perguntas para você já pensar na estratégia do seu negócio:

  1. Se sua empresa fosse uma pessoa, pelo que ela seria lembrada?
  2. Como você descreveria o seu principal cliente?
  3. Onde você imagina que seu negócio estará em cinco anos?

Um grande abraço!

EE-Colunista-Larissa-Moraes

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24 mai 2017

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Atendimento e experiência deveriam ser foco dos empreendedores

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Não é a primeira vez que abordo o tema experiência em meus artigos. Vou reforçar mais uma vez: nos próximos anos, a experiência de compra vai ser o principal motor competitivo dos negócios. Atendimento e relacionamento deveriam estar casados! Grandes mudanças no atendimento estão por vir e quem não acompanhar as demandas do consumidor 3.0, vai ficar de fora do mercado.

Conveniência e rapidez são algumas das esperas do consumidor, que não quer mais se esforçar para ser bem atendido. Na verdade, ele está aguardando receber as coisas de “mão beijada”, e isso é um grande diferencial para as empresas. Afinal, qual é o bem mais valioso das pessoas atualmente? O Tempo!

Valor, experiência de compra e atendimento são mais importantes que preço: especialmente no Brasil, quanto melhor o atendimento, mais chances de continuar competitivo! Expandir os canais de autoatendimento finalmente será percebido de que é uma demanda real e necessária. O autoatendimento no Brasil ainda não é majoritário entre as empresas, mas os consumidores brasileiros demandam isso mais do que podemos imaginar.

Marketing e relacionamento estarão cada vez mais compostos, conforme o consumidor 3.0 vai tendo cada vez mais poder de espalhar informações positivas e negativas sobre as empresas. Canais alternativos, como mídias sociais, chat, email e atendimento inteligente estão ficando mais populares e até mais efetivos.

Ao invés de pensar em interações pontuais com cada cliente, as empresas vão precisar pensar em toda a jornada de relacionamento, considerando os momentos antes, durante e depois da venda. Atendimento proativo vai ser o diferencial.

Essas “dicas” não são segredos trancados a sete chaves, nem novidade para ninguém, verdade. Porém, cada vez mais raros de encontrar nas empresas, porém o consumidor já tem esta necessidade bem clara no mercado.

EE-Colunista-Adriana-BreierEE-Colunistas-aviso-geral

23 mai 2017

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Por que nosso pensamento multiconectado vale ouro

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Faz algum tempo que eu assisti a um vídeo no Youtube com um trecho da apresentação tipo stand-up comedy do humorista Mark Gungor, onde ele explica a diferença entre o cérebro feminino e o masculino. Ele começa a falar sobre isto nos 16 min de vídeo.

Apesar de ser uma piada, faz todo sentido. Ele explica que o cérebro do homem é formado por caixas criteriosamente divididas por temas. Tem então a caixa da mulher, da família, do cliente, da mãe, da empresa, do futebol, etc. E um detalhe importante: as caixas não se tocam jamais. Sendo assim, os homens tratam do conteúdo de uma caixa por vez. Resolveu uma caixa? Ela é fechada e eles partem para outra.

Uma caixa por vez, de forma linear, pontual e objetiva. Assim, a caixa que corresponde ao trabalho, onde está rolando maior stress e cobranças não vai interferir no encontro com a namorada à noite, por exemplo.

Já o cérebro feminino é formado por um enorme rolo de fios que se configuram como um novelo e conectam simplesmente tudo a tudo.  O stress do trabalho está ligado ao cartão de crédito que remete à briga em casa, que leva à conversa que está agendada na coach, que inspira uma ideia para resolver a briga em casa e um problema de trabalho, seguindo para a roupa que precisa usar no próximo evento social. A nossa rede de conexões nos permite percorrer todo um ‘universo’ em segundos.

Apesar de meia machista a piada, ela é realmente engraçada e tem muita verdade.

Ele diz que a mulher precisa falar mais, pois precisa explicar todas as conexões.  E para um homem, quando um evento acontece, categorizam como um “evento”. Já para nós, não é só um evento, mas todos os detalhes conectados com o evento.  Isto explica muita coisa! O feminino se revela através da emoção, do sentir, da negociação, da contemplação, dos relacionamentos, da afetividade.

Sendo assim temos o cérebro-caixa vesus o cérebro-novelo. No mundo corporativo, tanto como colaboradora, como dona, fala-se nos últimos anos sobre a importância e do destaque da presença feminina, justamente pelo cérebro-novelo.

A crise econômica acelerou o processo de mudança e aumentou a demanda por mão de obra feminina, uma vez que as mulheres ão mais flexíveis e adaptam-se melhor a mudança.  Somos multitarefas sim, como já ouvimos falar há muito tempo por aí, por conta do nosso cérebro-novelo, somos sensíveis, aptas a nos conectar e gerenciar ambientes flexíveis, formamos empresas mais matriciais e menos hierárquicas.

Hoje temos cada vez mais a valorização do indivíduo, sua qualidade de vida, seus interesses, seus sonhos. Tudo isso é fruto desta revolução silenciosa vinda através desta força feminina.

O poder do feminino nas organizações é fator primordial para o sucesso de pessoas, empresas, nações e negócios. Aqueles que conseguem trabalhar estas forças de modo sensato e positivo, extraindo o melhor de cada uma, sem dúvida estarão muito a frente no caminho do sucesso.

O ideal, seja homem ou mulher é, observar e praticar a objetividade do universo masculino, mas ter a sensibilidade do universo feminino para saber o momento de ceder, recuar ou avançar ainda mais.

No mundo corporativo do século 21, com a era digital, nosso pensamento multiconectado vale ouro.  Melhor para nós e nossos cérebros-novelo, que conetam tudo com tudo.

EE Colunista Manu DamascenoEE-Colunistas-aviso-geral

14 fev 2017

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Dinheiro na mão é vendaval…

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Certamente você já ouviu ou cantarolou esta música alguma vez né?!

Pois bem, vai um choque de realidade ai: Não é vendaval não!

Esta sensação do dinheiro não parar na carteira é porque estamos no automático e não nos damos conta de pequenos gastos que fazemos no dia a dia.

Proponho aqui um pequeno exercício: Durante um dia anotar tudo o que gasta. Vale ser no celular, no guardanapo do restaurante, papel de pão ou caderninho. O que conta é anotar.

Exemplos: Deu R$ 0,50 na sinaleira? Anota.

Não resistiu aos apelos de chocolate para o filho no bar da escola? Anota.

Estacionamento rotativo no centro da cidade? Anota.

Tinha feira orgânica na saída do banco e comprou moranguinhos? Anota também!

Cafezinho barato na padaria da esquina? Anota, anota e anota. Anota tudo.

Vale também guardar os tickets de pagamento pra ver se não esqueceu de nada.

No final do dia é só passar a régua, somar tudo e ver quanto voou, ou melhor, saiu da sua carteira. Se quiser ampliar esta noção de gastos, confere lá no extrato bancário se tem algum débito automático programado para o dia, ou aquelas tachinhas pequenas. Costumamos considerar apenas os boletos e contas maiores e por isso a sensação do dinheiro ir embora.

Para os “malucos” por Excel como eu: Coloca tudo numa planilha dinâmica, com gráficos coloridos que ilustram quanto, onde, em que e os horários dos gastos diários. Para os “normais”: é só usar a calculadora ou a cabeça mesmo.

Este é apenas um exercício que se for fácil pra você pode ser feito por uma semana ou até mesmo um mês (é chato fazer direitinho por muito tempo). Depois de uma semana seu cérebro já estará mais crítico em relação aos pequenos gastos e as saídas de dinheiro passam a não ser mais tão automáticas.

Este exercício é parte do planejamento financeiro que pode ser feito em várias etapas, mas isoladamente ajuda a criar a consciência dos pequenos gastos e a formatar a cultura crítica do querer gastar ou não. A decisão de gastar sempre será sua e de grão em grão… Ops! Este ditado já é assunto pra um outro dia.

;)

EE Colunista Caren Jacques da Silva

EE-Colunistas-aviso-geral

18 nov 2016

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Empreendedorismo feminino é empoderamento

Pensar e gerir negócios próprios significa lutar por espaços de relevância na sociedade

Apesar das dificuldades, o empreendedorismo feminino é uma realidade que cresce a cada dia. Conforme pesquisa feita pela Serasa Experian, líder na América Latina em serviços de informações para empresas, 59% das mulheres empreendedoras fazem parte do grupo denominado “donos de negócios”, que significa pequenos e médios empresários, enquanto que 11% estão no grupo “elites brasileiras”, que representam adultos acima dos 30 anos, com alta escolaridade e com padrão de vida elevado.

Vivemos em uma cultura onde não se encoraja as mulheres a colocarem em prática suas ideais de negócio e lançarem seus esforços no universo empresarial. Por muito tempo nos limitaram a cargos de menor importância, salários menores em relação aos dos homens e poucas oportunidades de crescimento dentro de uma empresa.

Para nós, empreender significa muito mais do que iniciar um negócio. É o momento de lutarmos por direitos igualitários entre gêneros. Foi com esse mesmo pensamento que em julho de 2010 a Assembleia Geral da ONU criou a ONU Mulheres, a entidade das Nações Unidas para Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres. Segundo consta no site oficial, “a igualdade de gênero não é apenas um direito humano básico, mas a sua concretização tem enormes implicações socioeconômicas. Empoderar as mulheres impulsiona economias mais prósperas, estimulando a produtividade e o crescimento”.

Quando penso nessas importantes questões de empoderamento, costumo buscar figuras femininas que nos representem com força na sociedade, nos mais diversos segmentos, como Anita Garibaldi no post anterior. Além dela, vejo também em Martha Medeiros um exemplo de sucesso na literatura. A autora gaúcha, formada em Comunicação Social, lançou inúmeros best-sellers ao longo da carreira, incluindo o romance Divã, que já vendeu mais de 50 mil exemplares, além de virar peça de teatro. Martha tem grande visibilidade como colunista dos jornais Zero Hora e O Globo.

Independentemente do setor, é importante observar mulheres alcançando espaços de relevância na sociedade, pois afirma a nossa luta diária por igualdade.

texto01Martha

EE-Colunista-Scheron-Dilkin

EE-Colunistas-aviso-geral

22 set 2016

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Looks Rabusch – Moda para Mulheres de Sucesso

A Rabusch foi parceira do Projeto Entre Elas, vestindo a equipe com lindos looks para o primeiro Encontro do ano, que ocorreu dia 09/03 em comemoração ao mês da Mulher na Ftec NH.

A marca é voltada ao público feminino e tem seu foco em vestir as mulheres com elegância e estilo para trabalho. “O objetivo principal da Rabusch é vestir a mulher em todos os seus momentos de trabalho, entregando moda com estilo, versatilidade, conforto e durabilidade.” Consideramos isso essencial para a mulher empreendedora, estar sempre bem vestida em todas as ocasiões de trabalho (reuniões, eventos, apresentações, visitas a clientes, enfim…)

“A Rabusch é uma rede de Lojas de Moda Feminina fundada em 1986, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Atualmente possui 20 lojas próprias e 22 franquias, estando presente no RS, SC, SP e RN.
Por vender somente produtos de marca própria, a Rabusch investe constantemente em pesquisa, para a criação e desenvolvimento de novos produtos de acordo com as grandes tendências mundiais da moda para Jovens Executivas, o que a torna diferenciada em seu segmento de atuação.”

Acessando o site, além de saber tudo sobre a marca e os canais que eles estão presentes, você já confere o catálogo da coleção de inverno que está deslumbrante. Abaixo, um pouquinho da loja de Novo Hamburgo (situada na Rua Lima e Silva, 444 – telefone 3593-4882) e os looks que cada uma das meninas da equipe escolher para o evento. Lembrando que no site você consegue encontrar a Rabusch mais próxima de você.  


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21 mar 2016

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É amanha! Mercado Entre Elas – Especial Dia dos Namorados

Amanhã acontece a segunda edição do Mercado Entre Elas, desta vez, especial Dia dos Namorados. Lembrando que todos que vierem nos visitar vão concorrer a um voucher de R$60 do Mais Pastel.

Nosso BAZAR não é um simples bazar, fomentamos o empreendedorismo feminino, a economia criativa e local e, de quebra, empoderamos as mulheres, e o mais legal é que criatividade gera desenvolvimento para todo o país. Emoticon heart

Teremos delícias para você experimentar e/ou levar pra casa, no espaço FOOD, lindezas CRIATIVAS produzidas por artesãs e espaço BUSINESS com serviços inovadores. Confira os expositores e venha nos visitar!

Quando? Amanhã 06/06
Horário? Das 11h às 18h
Onde? Ftec NH (Rua Silveira Martins, 780, centro, Novo Hamburgo – em frente ao restaurante Olé Mexicano.)
Mais informações acesse o evento: https://goo.gl/rjAv3Z

***************A ENTRADA É GRATUITA!**********

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05 jun 2015