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DIFERENÇA ENTRE MARCA E RAZÃO SOCIAL

Imagem site entre elas empreendedorismo feminino 12

É muito comum os empresários confundirem o registro da marca com o registro da razão social feito na junta comercial. O processo da junta comercial é para o registro da razão social da empresa, a pesquisa para este é feita somente neste órgão e a nível estadual. Este registro assegura ao titular que não haverá outra empresa com a mesma razão social no estado.

O registro da marca, por sua vez, é feito no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) e garante exclusividade de uso da marca ao seu titular em todo território nacional. O registro na junta comercial não anula a necessidade do registro no INPI, pelo contrário, uma marca registrada pode impedir o uso de uma razão social colidente, gerando grandes transtornos e a necessidade de mudança da razão social.

Somente o registro da marca garante ao seu titular:

- Direito de exploração comercial da marca;

- Direito de impedir que terceiros imitem, reproduzam, importem, vendam ou distribuam produtos/serviços com sua marca sem sua autorização;

- Geração de receita através de licenciamento, franquia ou venda.

Ficou curiosa? Com dúvidas? Entre em contato e solicite uma pesquisa gratuita da sua marca.

E-mail: novohamburgo@vilage.com.br | (51)  9 9424-4967 | (51) 3066-0286

EE-Colunista-Fernanda-Rauter

EE-Colunistas-aviso-geral

27 abr 2017

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Marca não é patente

É comum as pessoas confundirem marcas com patentes. Isto é facilmente percebido quando alguém diz, ” vou patentear a minha marca “.

Marca não se patenteia. Marca se registra.

Tanto as marcas quanto as patentes são considerados patrimônios intangíveis e protegidos no Brasil, junto ao INPI/RJ. Porém, são distintos, enquanto o registro de marca protege a identidade de um empresa e seus produtos e serviços, a patente tem por objetivo resguardar o direito sobre a novidade técnica contida em um produto.

A Marca, segundo a lei brasileira, é todo sinal distintivo, visualmente perceptível, que identifica e distingue produtos e serviços de outros análogos, de procedência diversa, bem como certifica a conformidade dos mesmos com determinadas normas ou especificações técnicas.

A patente é um título de propriedade temporário outorgado pelo Estado, por força de lei, ao inventor ou pessoas cujos direitos derivem do mesmo, para excluir terceiros, sem sua prévia autorização, de atos relativos à matéria protegida, tais como fabricação, comercialização, importação, uso, venda, etc. Em função das diferenças existentes entre as patentes, elas poderão se enquadrar como patentes de invenção ou como patentes de modelo de utilidade.

Portanto não confunda, Marca não é Patente!

EE-Colunista-Fernanda-Rauter

EE-Colunistas-aviso-geral

20 mai 2016

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De quem é a culpa?

Hoje vou falar algo diferente de Propriedade Intelectual.

Na semana passada assisti dois vídeos que foram ao encontro de como eu penso e tento, vejam bem, tento agir.

Um deles é o vídeo da Bel Pesce, que vocês já devem ter visto. Neste vídeo, ela lê a carta de um gringo sobre o Brasil.

O resumo da ópera é que o país não está nesta situação, somente por causa do governo. Nós, isso mesmo, nós temos muita culpa no cartório.

Quem já não comprou uma antena no Paraguai para não precisar pagar por TV a cabo? Quem nunca baixou livro pela internet?

Esses “pequenos” atos nos tornam corruptos, nosso famoso jeitinho brasileiro de conseguir as coisas de um modo mais fácil que o tradicional.

Mas podemos pensar, poxa vida, estamos falando de coisas tão pequenas, tão insignificantes perto do tamanho dos escândalos que estão aparecendo! Mas lembrem-se que tudo começa pequeno.

O outro vídeo é de um cara que eu poderia ficar horas escutando o Cortella. Na verdade neste vídeo tem dois grandes caras, um que eu já falei, o Mario Sergio Cortella e o outro é o Clóvis de Barros Filho. O vídeo é bem extenso (mas vale a pena) porém a parte que quero compartilhar com vocês, é a parte que o Cortella cita a frase do grande filósofo Immanuel Kant ”se você não pode contar como fez, não faça” e fala de caráter  (começando no tempo de 44:29 até o fim do vídeo).

Bingo! Bingo! Bingo!

Na minha cabeça agora lateja uma palavra muito forte, que poderia tornar o nosso mundo melhor. Empatia!

Poderíamos melhorar o nosso bairro, nossa cidade, nosso país, começando com coisas pequenas, quer um exemplo?

Quem separa o lixo? Se eu me colocar no lugar da outra parte, que alguém trabalhando pode se cortar se EU não separar o vidro quebrado, eu vou separar.

Assim também é no mundo dos negócios, somos tão vaidosos e egoístas que o ganha ganha não é favorável, o favorável é eu ganho mais e o outro menos, e é o que estamos vendo no nosso governo.

E como saber se colocar no lugar do nosso cliente é importante, somente assim, podemos entregar-lhe o melhor produto ou melhor serviço, podemos entender a necessidade dele e não a nossa.

Saber se colocar no lugar do outro antes de fazer qualquer coisa. Como eu me sentiria se alguém fizesse isso pra mim? Ou como meu professor Marcelo Vier disse quando falávamos sobre isso, como eu me sentiria se fizessem isso para meu filho? Para minha mãe? Pois as vezes somos duros com nós mesmos e podemos boicotar nosso pensamento, se fosse comigo eu aguentaria.

Não estou pedindo para sermos bobos, e deixar que nos façam de gato e sapato, nem que devemos fazer tudo pelos outros, não! Só só estou pedindo para pensarmos antes de agir, e se fosse
comigo e com minha família?

EE-Colunista-Fernanda-Rauter

EE-Colunistas-aviso-geral

03 mar 2016