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Sim, você pode viver ao máximo tudo aquilo que deseja em seu coração

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Prezadas leitoras!

Que alegria estar aqui! Me chamo Scheila Leal, tenho 24 anos e sou gaúcha da cidade de Panambi/RS. Para começar vou contar um pouquinho sobre mim.

Sempre trabalhei com educação, mais precisamente desde os meus dezoito anos. Segui a tendência ou a “convenção social” das moças da geração da minha mãe (e que acabou sendo passada para mim) e também realizei um sonho dela: ser professora. Na época, quando tive de escolher uma profissão, com dezessete anos, não me preocupava muito com a escolha que estava fazendo. Afinal, o importante era estudar para conseguir um emprego e “ser alguém na vida”. O tempo passou e antes mesmo de me formar já consegui um emprego em uma das melhores escolas da minha cidade. Tudo estava perfeito! O que mais poderia querer da vida? (triste ilusão).

Porém, depois de algum tempo formada, passei a sentir uma insatisfação quase insuportável. Um desconforto em relação a minha vida e às escolhas que havia feito passou a fazer parte dos meus dias. Até então nunca havia parado para pensar o que realmente fazia sentido para mim. Minha vida era tranquila, com poucas ambições e com poucos desafios. Afinal, para que me desafiar, para que enfrentar medos, tensão e angustias se as coisas estavam “boas” da forma que estavam. E foi aí que percebi a raiz de todo o mal-estar que estava sentindo. Percebi que havia um potencial gigante que gritava dentro de mim, que implorava para ser usado e que manifestava sua repressão de diversas maneiras. Lembro que buscava compensar esta angustia de diversas formas: festas, compras excessivas, relacionamentos doentios. E tudo isso gerava um prazer momentâneo, mas que não preenchia o vazio que eu estava sentindo.

Foi então que me dei conta de que estava priorizando as coisas erradas, seguindo um caminho traçado por outras pessoas e que não fazia muito sentido para mim. Percebi que haviam várias paixões pulsando em meu peito e pedindo liberdade para se realizar. E uma delas é a paixão por escrever. Entendeu agora por que estou aqui? Sempre gostei de escrever, mas sempre pensava que ninguém teria interesse em ler as coisas que eu escrevia. Que engano. Hoje consigo impactar dezenas de pessoas com os meus textos em diversos meios, bem como inspirar e contribuir com o desenvolvimento do melhor de cada um.

Descobri também que desejava ir além das salas de aula, que queria trabalhar com públicos maiores, treinar pessoas e contribuir com o seu desenvolvimento. Sentia uma vontade gigante de ajudar as pessoas, de participar de suas vidas, de oferecer ao outro o melhor de tudo aquilo que dedico a minha vida a aprender. E foi aí que a menina cheia de medos e inseguranças, acomodada com a vida perfeita que acreditava ter, decidiu que queria empreender. Quem diria, hein?

Contei um pouquinho da minha história com o objetivo de dizer que: “Sim, você pode viver ao máximo tudo aquilo que deseja em seu coração”. Todas nós possuímos um potencial incrível, que está ali, dentro de cada uma, esperando para ser usado ao máximo. Infelizmente muitas pessoas convivem com a mesma insatisfação que eu estava sentindo tempos atrás e optam em permanecer acomodadas nas escolhas que fizeram, mesmo que não lhes tragam realização alguma. E sabe por que? Por que a maioria delas não acredita no seu potencial ou até desconhece a sua existência.

Acredito que a realidade que vivemos é resultado das escolhas e das apostas que fazemos. Escolha apostar em você. Escute o seu coração e as paixões que gritam por liberdade lá no íntimo da sua essência. Possuímos dentro de nós o projeto de todas as obras que desejamos construir em nossa vida. E para ter sucesso nessa construção é preciso seguir o seu projeto, que é único e exclusivo seu. Se você construir as suas obras de acordo com o projeto de outras pessoas ou diferente daquele que existe dentro de você, existem grandes chances de você não encontrar sentido naquilo que está fazendo e sentir a mesma insatisfação que eu senti tempos atrás. Por isso, escute o seu coração, cultive as suas paixões e trilhe um caminho de realização e felicidade.

Acredite, você é bem mais forte e capaz do que imagina! Aposte e invista em você!

EE-Colunista-Sheila-Leal

EE-Colunistas-aviso-geral

28 abr 2017

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Páscoa Empreendedora

Em vez de comprar aquele ovo super caro de grandes redes de mercado, compre chocolates de uma empreendedora local, um presente feito a mão por alguém do seu bairro ou de uma feira de artesanato da sua cidade. Incentive a economia da sua região e dê um apoio ao empreendedor que está encarando as dificuldades diárias e faça da Páscoa um dia de renovação e impacto social real.

O inicio de cada mudança começa por você!

25 mar 2016

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Empoderamento e controle

 

Tenho estado em diversos ambientes onde empoderamento é sem dúvidas uma palavra da vez. Não sei se motivado pelo mês da mulher mas esse termo está latente aqui e ali.

Fico feliz que nos grupos mais diversos esse conceito tem se disseminado e criando raiz. É a mulher que se empodera da própria condição de mudar a realidade, é o profissional que se empodera de mudar o rumo da própria carreira, enfim, é sempre o oprimido que se empodera contra o opressor.

Acho esse movimento próprio de uma geração que não aguarda, que precisa e faz agora. E acho fantástico que todos os contextos onde encontro discussões sobre empoderamento ele vem apimentado com expressões como liberdade, propósito, essência e valores. E não poderia ser diferente, empoderar-se significa abraçar todas essas palavras e suas implicações práticas e tocar ficha.

Porém, outro ponto comum nesses ambientes de discussão é o ponto de vista “oprimido – opressor”. Ou seja: vamos nos empoderar (nós oprimidos vamos nos empoderar). Mas será que saberemos lidar com o empoderamento alheio quando estivermos do outro lado? O do opressor? Porque há de ser honesto, mesmo quem não é declaradamente opressivo pode ter, vez ou outra, comportamentos opressores (mesmo que involuntariamente). Não somos anjos, somos fruto da sociedade. Se somos 99% anjo, aquele 1% pode sim, oprimir alguém.

Onde eu quero chegar é na seguinte questão: mesmo estando cientes da necessidade de haver empoderamento na sociedade, e que empoderamento é o oposto de controle, vamos saber lidar com o empoderamento alheio?Vamos saber largar o controle para que o outro assuma o poder sobre si? Estamos nos preparando para isso?

Quando nossos filhos se empoderarem, quando nossos funcionários se empoderarem, quando nossos maridos se empoderarem, quando nossos sócios se empoderarem, vamos saber largar o controle e acolher esse empoderamento com generosidade e auto estima?

Vamos estar empoderadas o suficiente para que o empoderamento alheio não nos oprima?

EE-Colunista-Malu-Leitão

EE-Colunistas-aviso-geral

23 mar 2016

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3 Lições do filme Missão Madrinha

Eu escrevo sobre casamento e festas desde 2009, quando criei um blog sobre o assunto, na época eu tinha começado a organizar meu próprio casamento.  Espia o blog aqui! Desde 2009, claro que já olhei vários filmes sobre madrinhas, casamentos e afins, a grande maioria é comédia sobre este período tão, digamos, ‘especial’.

Mas estes dias tava começando o filme ‘Missão Madrinha’ no Telecine Fun e eu então fui olhando, o filme tem a atriz Melissa McCarthy, da série Mike & Molly, que eu adoro. Então mesmo o filme sendo mais velho, eu decidi acompanhar.

Eis que agora, numa fase não noiva, eu devo ter aproveitado o filme com outro olhar, além de rir, pois sim, o filme é MUITO engraçado para um filme, digamos mulherzinha. Sim, parece preconceito dizer filme mulherzinha, mas este termo super usado é uma categoria de filmes que os homens torcem o nariz, e uma das coisas boas em ser mulher é poder olhar esta categoria de filmes sozinha, rir, chorar. Coisas que homens também podem e devem fazer, mas pra gente é terapia.

Então vamos conferir 3 lições tiradas do filme:

Lição 1 – Fracasso x Sucesso

A melhor amiga da noiva, está passando um perrengue. Pois sua antiga loja de doces, do qual ela que fazia os doces, faliu. Dividindo apartamento com dois irmãos, um casal bizzaro, ela possui um carro velho e trabalha atualmente numa joalheria.

A mais nova amiga da noiva, é rica e quer mostrar isto em suas escolhas, como vestido, local da despedida de solteira(Vegas), entre outros exageros.

Quer nos deixar mais pra baixo do que alguém ostentando tudo que você não tem? Ou então nos colocando numa pressão para gastar o que não temos num dos momentos mais “sem grana” da vida da gente?

Poisé, a amiga a noiva desde infância, a “doceira”, tinha na cabeça que tinha fracassado com sua loja de doces e largou esta paixão de lado, seu mindset projetou que permitir falir uma loja, é motivo que ela não poderia mais ter uma loja, pois para ela e seus familiares, ela tinha fracassado.

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Mas vamos ao contexto real: ela poderia ser boa no produzir os doces, mas e a gestão? Ela tinha alguém bom para fazer ou ela então foi aprender?

E o ponto de venda? Era bom para o seu negócio?

Como era feito o marketing? Mostrava o propósito do negócio?

Então minhas caras, falir é uma coisa normal, em nosso país somos discirminados por tal ato, mas ter sucesso não siginifica não ter falido, não ter pegado empréstimo para sanar dívidas, não é ter errado muito até acertar. E aí entra a resiliência, a coragem empreendedora. Claro, que ninguém deve e vai ficar anos tentando algo por amor que não lhe proporciona lucro, pois isto adoece e estressa qualquer um. Mas é preciso avaliar o contexto, tem muita gente abrindo empresa, não investindo em marketing inteligente, as vezes num ponto de venda horrível, e daí fecha em um ano e fica com a imprensão que não é bom administrador, não nasceu para fazer aquilo, que empreender na sua paixão ou hobby é para quem já tem muito dinheiro. Mito! É preciso pegar os aprendizados, como disse a Scheron no último texto dela, e testar rápido, errar rápido e aos poucos, nós acertamos.

Lição 2 – Amar a nós mesmo para querer ser amada

Se nem você confia em si mesma e se ama, como querer exigir isso dos outros? Amor próprio deve sim vir antes de amor aos filhos e ao marido. Pois só se amando e confiando em si, estará com autoestima para dar amor, passar confiança, afeto, ser boa companhia e inspirar quem te rodeia. Fato! Se ame, para ser uma mãe maravilhosa, se ame para ser uma boa profissional e líder, se ame para dar amor ao seu par, se ame para se sentir empoderada! Como? Se cuide, se mime, se hoje fez faxina no banheiro, amanhã deixe os pés ‘de molho’ num spa caseiro, emagreceu? Se permita comprar uma nova lingerie, não use ‘roupa de casa’ se trabalha em casa, use uma roupa que quando se olhar no espelho vá reafrimar a auto imagem que você quer ter de você: uma mulher segura, amada e que faz acontecer. Na BYS, empresa de consultoria de estilo e imagem, do qual sou sócia, nós temos um trabalho que resgata muito bem a auto-estima e o amor próprio das mulheres, é transformador. Confira aqui!

Lição 3 – Problema x Solução

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Tem um texto de  Osho que reflete sobre a questão das pessoas realmente quererem resolver seus problemas. Ele traz que existem pessoas que se não tiver problema, não terão sobre o que falar.  E ele questiona: “VOCÊ QUER MESMO RESOLVER SEU PROBLEMA, OU SÓ QUER FALAR SOBRE ELE ?
Quando li o texto dele, me identifiquei com as pessoas que querem resolver os problemas das outras pessoas, pois se alguém vem me dizer que está com dor, eu já questiono foi no médico, fez tal coisa, tomou tal chá, agradece por estar vivo? Se não está vendendo, penso em soluções para sugerir, pois REALMENTE acredito que a solução de nossos problemas só acontecerá por nós.

Um trecho deste texto maravilhoso de Osho:

“As pessoas se agarram às suas doenças, se agarram às suas queixas, se agarram a tudo que as afligem. Elas vivem dizendo : “Isso é como uma ferida e eu gostaria que ela fosse curada”. Mas lá no fundo elas continuam criando feridas, porque, se todas as feridas forem curadas, elas têm receio de que também deixarão de existir.”

Eu sou meio pá, pum, chega de mimimi, se quiser tem que fazer e assim por diante. Então este questionamento que uma das madrinhas faz para a melhor amiga da noiva no filme é super verdade, nós somos o nosso problema, e somos a solução. Doença crônia é igual a comportamento crônico, seja de comer mal, de ser sedentário, de fumar, de beber….

Então nossos problemas são produzidos através de escolhas e ações nossas, sofremos ou curtimos as consequências. Ficamos reclamando ou procuramos a solução. O sofrimento existe porque damos força a ele. Sem nossa força nada pode existir.

manu damasceno entre elas NH

EE-Colunistas-aviso-geral

26 fev 2016

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A MÁGICA DA ARRUMAÇÃO!

Presenteei-me com o livro “A mágica da arrumação” da Marie Kondo. Uma japonesa que desenvolveu uma arte que propõe colocar ordem na sua casa e em sua vida.

Coincidentemente tenho apresso em organizar armários, gavetas e  papelada. Não sou uma pessoa obcecada por organização (até deveria ser mais adepta), mas gosto de colocar tudo em ordem. Alguém me disse que ao arrumarmos fisicamente os espaço do seu templo (casa) estamos indiretamente colocando nossos pensamentos, sentimentos e toda parafernália interna também em ordem.

Aquela faxina interna tão necessária de tempos em tempos.

Voltando ao livro destaco o que mais me impressionou: papeis! Para a autora todos os papeis (exceto documentos importantes como de imóveis ou de identificação) devem ser colocados fora! Comecei a pensar em todos os armários, caixas, gavetas que tenho destinados a eles. Nem cursos muito menos manuais devem ser armazenados. Daí entrei quase em colapso, afinal tenho manuais de instruções até dos brinquedos dos meus filhos!

Quanto aos cursos tenho todos guardados… E comecei a dar razão a esta japonesinha! Pois afinal nunca retomei nem os manuais muito menos as apostilas de cursos…

A técnica dela baseia-se em  retirar tudo dos armários (TUDO), pegar e sentir item por item, principalmente com roupas e sapatos e fazer um “diálogo” entre você e o que deseja desapegar ou ficar. Rola uma certa “DR” (discussão da relação) entre  o dono e a “coisa”… Uma tendência minimalista de viver bem com pouco, e com o que realmente é usado.

Adaptarei  tal organização internamente: livrar-me de tudo que acredito ser importante e que na verdade não serve para nada e somente ocupa espaço… Se pararmos para pensar temos muita coisa assim dentro da gente, a começar pelos nossos julgamentos…

Para absorver toda esta nova ótica do livro, vou lê-lo novamente! Um novo ponto de vista com desapego… E eu que me denominava totalmente desapegada, muito adepta do doar, liberar energia para que uma nova em folha fosse recebida, recebi este novo conceito como uma bordoada!

 Liberar todo este espaço para organizar o que realmente importa e ainda mais: com este método a promessa é que a bagunça não retorne.

Realmente uma nova forma de lidar com a organização seja ela interna ou externa.

EE-Colunista-Viviane-LuckmannEE-Colunistas-aviso-geral

25 fev 2016

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Conheça o “Stiletto Wars”, jogo que pode te dar £500 em vale-compras

Harrods-Stiletto-Wars-gameJá pensou ganhar um vale-compras de £500 na Harrods?

A loja de departamentos acaba de lançar o “Stiletto Wars”, um jogo para smartphones no estilo “Candy Crush” no qual, ao invés de frutas e doces, você joga com sapatos de salto alto e pode ter a pontuação convertida em um voucher para gastar em um dos pontos de venda da rede.

Você só precisa cadastrar seu ranking no app da marca e torcer. A pontuação semanal mais alta leva o prêmio.

Achou legal a ideia? Então baixe o aplicativo Harrods Magazine em seu smartphone e comece a disputa!

22 out 2014

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La loba, a nova mulher

La Loba, Quézia, Entre Elas, mulherTal qual lobas selvagens corremos ao longo dos anos, aprendemos a andar em uma estrada hostil, com caminhos fechados para a manifestação das nossas ideias, que refletem a nossa criatividade e inteligência. Subestimadas por longos anos, as lobas mantiveram seu olhar fixo no céu e seu útero consagrado a terra. Mantendo protegida a verdadeira essência feminina, salvando sua linhagem e consequentemente o nosso planeta da ganância que conduz a destruição, que como sombra paira no ar e poluí a terra.

A mulher loba conseguiu manter intacta sua essência perante os ciclos da terra, quieta e calada, apenas olhando tímida da janela o luar a lhe chamar. Aprendeu com suas anciãs a se alimentar em silêncio, a dançar sozinha, descobriu o poder renovador da chuva molhando e abraçando seu corpo. Voltou a compreender que a magia da vida acontece dentro de si e passou a perceber que um templo interno e sagrado existe, e que todo templo precisa ser cultuado. Na realidade vários templos, cada qual com seu aprendizado, porém dentro de um único espaço, em um único corpo, mente e coração. Compostos por braços e pernas cheios de vitalidade para ir adiante, todos os membros fazem parte dela, e por ela movem-se, a loba que aos poucos volta a uivar sem medo nas noites de lua cheia.

Nos tempos de hoje uma nova mulher surge, ela já perdeu a esperança de dias melhores. Com a velha que observa o mundo sem um pingo de esperança, a futura loba imperatriz aprendeu que esperança não deve ser alimentada, mas sim exterminada. A esperança é a última que morre e entende que isto é ruim, pois se eu tenho esperança, não tenho certeza, se existe a dúvida eu nada sei. Então para que serve a esperança se não para tirar o foco da mulher que deseja alcançar seus objetivos? A loba é esperta, não se perde mais em meio a fantasias inocentes, esperanças que a envolvem em sonhos que jamais irão se realizar. A loba apenas vive um dia após o outro, redescobrindo sua majestade interna, que conduz a eternidade do tempo.

Sua força e coragem são usadas para comandar sua prole e direcioná-las a caminho da luz, a nova mulher sabe bem o que quer, e onde deseja chegar. Indo além, ela caminha no mundo entendendo cada obstáculo que existe no seu percurso e dele tira o melhor proveito. As amarras financeiras que por longos anos deixaram-na refém da crueldade masculina, aos poucos vai esvaindo-se. Ela aprende a controlar suas finanças gradativamente, com ajuda de outras lobas, e de forma surpreendente, acaba deixando o homem impressionado com suas capacidades até então nunca reconhecidas. Saber fazer seu dinheiro e usá-lo com independência e sabedoria, são apenas uma das diversas faces da nova mulher. Ela já entendeu muito bem que o pensamento retro que algumas mulheres tinham, em relação a vida e a estabilidade financeira, para ela já não serve mais, não as pertence. Alguns anos atrás sinônimo de segurança para mulher, era matrimônio, enquanto que para os homens sempre foi e será patrimônio. Hoje a realidade é bem diferente, matrimônio para a mulher é algo sagrado, o amor deve unir duas pessoas, que juntas lutam pelos mesmos objetivos. Cúmplices de uma união sagrada que reflete a sua volta as energias positivas do amor e se materializam em forma de sucesso e felicidade. A nova mulher é a guia de uma nova era, uma nova realidade que permeia a terra e aos poucos, materializa-se com sutileza, harmonia e amor. Cada família possui sua líder, aquela que sabe conduzir a matilha. Percebam como ela age, observem-na, acima de tudo deixem ela se manifestar, e conduzir os caminhos, pois todas as mulheres lobas estão conectadas e andam na direção da luz. Escute o chamado e siga um novo caminho, La loba o espera na sombra do luar.

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11 ago 2014

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A moderna mulher com multifunções

A mulher moderna se forma, faz pós-graduação, tem filhos, cuida da casa, é esposa, filha, cultiva encontro com as amigas, inventa tarefas extras e ainda ajuda um monte de gente. Identificou-se? A mulher moderna é assim. Ah e na maioria das vezes, está linda.

A mulher moderna já acorda cheia de ideias e pensando o que vai fazer primeiro, estressante? É o preço de viver e ser mulher no atual mundo.

Multifunções é o nome que usamos para chamar aquela pessoa com muitas funções. A mulher atual quer fazer tudo, dar conta de tudo e, muitas vezes, paga caro por isso. Nossas atribuições se multiplicaram a partir do momento em que decidimos trabalhar fora além de cuidar da família e da casa, acumulando funções, por mais que os maridos nos ajudem. Ela tenta ser uma super mulher, mas nem sempre consegue, pois como heroínas só existem mesmo na ficção, as moças costumam ter dificuldade para lidar com tantas funções. Muitas mulheres sentem-se culpadas ou exigidas demais, vivendo a sensação de não estarem dando conta do recado como gostariam, frustradas em suas próprias expectativas.

São vários os riscos para quem vive se sentindo atarefada. O perigo é não saber dosar, não saber reconhecer os próprios limites e impô-los quando necessário.

E como desempenhar tantos papéis sem “enlouquecer”? Bom, primeiro é preciso entender que estamos sempre escolhendo e priorizando algumas coisas. O segredo é fazer a escolha certa, dedicando mais atenção – e às vezes mais tempo – a determinado papel. E pedir ajuda não é crime, delegar tarefas aos que estão próximos como, marido e filhos, é essencial. A lei da compensação é interessante neste caso: hoje o seu trabalho pode ser sacrificado para dar atenção ao filho pequeno, amanhã os filhos serão sacrificados um pouco em sua companhia, aceite. E por fim, ninguém é perfeito, por mais que tentamos, todos têm limites e fragilidades.

 

manu damasceno entre elas NH

29 jul 2014

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Conheça Ada Lovelace, a 1ª programadora da história

Ada Lovelace

Sabe o computador que você está usando agora? Você sabia que ele não existiria como o conhecemos se uma mulher chamada Ada Lovelace, filha do poeta Lord Byron, não tivesse escrito, o que hoje se considera o 1° algoritmo para ser interpretado por uma máquina? Ada nasceu em 1815 e é considerada e reconhecida como a 1° programadora da história. A mãe de Ada procurou dar-lhe uma educação em matemática e música, e ela foi educada como a nobreza intelectual da época e através de tutores pessoais.

Ada manifestou desde cedo uma enorme aptidão para a Matemática, inventando e desenvolvendo uma série de conceitos e descobertas ao longo de sua curta vida, ela faleceu com 37 anos em 1853. Em 1953, cem anos depois da sua morte, seu projeto e notas entraram para história como o 1° computador e software da história, respectivamente. Em 1980, o Departamento de Defesa dos EUA registrou a linguagem de programação “Ada” em sua homenagem.

07 jul 2014