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Como surgiram os brechós

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Na atualidade, crise e busca por sustentabilidade fazem crescer vendas de roupas usadas. Os brechós se tornaram referência para garimpar peças clássicas e comprar peças de marcas por preço mais acessível.

As primeiras lojas de segunda mão no mundo apareceram no século XIX e ficaram fortemente populares com as crises produzidas pela Primeira e Segunda Guerras Mundiais principalmente através da Cruz Vermelha com a venda de produtos doados a preços bem acessíveis.

Os brechós tiveram sua origem nos mercados de pulgas da Europa, onde se podia comprar e vender praticamente tudo. As feiras aconteciam ao ar livre e como as peças eram usadas e não havia lá muita preocupação com a higiene, animais como pulgas eram comuns, daí a origem do nome “mercado de pulgas”.

Em Paris, existe um Mercado de Pulgas mundialmente conhecido. Foram-se as pulgas e o lugar hoje é um antiquário lindíssimo, clássico, chic tudo a ver com Paris. Existem desde selos até obras de arte de muito bom gosto.

No Brasil o termo ‘brechó’ surgiu no século 18, devido a um vendedor de nome Belchior, que vendia roupas e artigos de segunda mão no Rio de Janeiro. Décadas mais tarde, adotou-se pela má compreensão/audição da palavra Belchior, o termo ‘brechó’.

No Brasil, o brechó começaria a ser consolidado como negócio somente na década de 1970, quando a cantora Maysa, inspirada pelo conhecimento deste tipo de negócio adquirido em suas viagens a Europa, fundou na rua Djalma Ulrich, em Copacabana, Rio de Janeiro, seu próprio brechó, intitulado Malé de Lixo. A musa comercializava roupas, calçados, bolsas e acessórios que foram utilizados por ela e amigos. Em tempos de valorização da moda nacional, o brechó foi recebido como novidade e uma agradável alternativa de consumo, porém não foi valorizado até as décadas de 1990-2000, período marcado pelo alvorecer do consumo consciente e um crescente interesse pela sustentabilidade. Mesmo período que a moda vintage começou a se propagar fortemente nos Estados Unidos, saindo da Europa para o resto do mundo. Em Hollywood, o vintage começou a ser visto como tendência de moda a partir de 2001, quando Julia Roberts recebeu o Oscar com um modelo do estilista Valentino de 1982, garimpado em brechó.

Muito mais que uma roupa exclusiva, as peças antigas possuem outras qualidades. Os tecidos de décadas atrás tinham um diferencial. As coisas eram feitas para durar mais. Mas os brechós não vendem só vintage, alguns são focados neste nicho, mas a maioria possui variadas opções, marcas e estilos. Outra vantagem dos brechós: a questão da sustentabilidade. Com o tempo as pessoas vão entender que, assim como economizar sacolas de plástico e ter sua eco-bag, comprar roupas usadas ajuda a preservar o ambiente.

Reutilizar as coisas é uma tendência mundial, e com as roupas não é diferente. Estas lojas já são bastante comuns na Europa, e aqui no Brasil também deve popularizar cada vez mais.

E você, compra em brechós?

EE-Manu Damasceno Colunista-02

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25 mai 2017

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Looks Rabusch – Moda para Mulheres de Sucesso

A Rabusch foi parceira do Projeto Entre Elas, vestindo a equipe com lindos looks para o primeiro Encontro do ano, que ocorreu dia 09/03 em comemoração ao mês da Mulher na Ftec NH.

A marca é voltada ao público feminino e tem seu foco em vestir as mulheres com elegância e estilo para trabalho. “O objetivo principal da Rabusch é vestir a mulher em todos os seus momentos de trabalho, entregando moda com estilo, versatilidade, conforto e durabilidade.” Consideramos isso essencial para a mulher empreendedora, estar sempre bem vestida em todas as ocasiões de trabalho (reuniões, eventos, apresentações, visitas a clientes, enfim…)

“A Rabusch é uma rede de Lojas de Moda Feminina fundada em 1986, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Atualmente possui 20 lojas próprias e 22 franquias, estando presente no RS, SC, SP e RN.
Por vender somente produtos de marca própria, a Rabusch investe constantemente em pesquisa, para a criação e desenvolvimento de novos produtos de acordo com as grandes tendências mundiais da moda para Jovens Executivas, o que a torna diferenciada em seu segmento de atuação.”

Acessando o site, além de saber tudo sobre a marca e os canais que eles estão presentes, você já confere o catálogo da coleção de inverno que está deslumbrante. Abaixo, um pouquinho da loja de Novo Hamburgo (situada na Rua Lima e Silva, 444 – telefone 3593-4882) e os looks que cada uma das meninas da equipe escolher para o evento. Lembrando que no site você consegue encontrar a Rabusch mais próxima de você.  


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21 mar 2016

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A MODA NA SUA ESSÊNCIA

Em tempos de crise, falar em moda pode parecer futilidade já que (in)diretamente estamos associando ao consumo. Mas esta não é primeira vez que a moda em sua totalidade passa por uma crise – sobrevive e até cresce. Foi “da crise” (trazida pela Guerra), que a moda evoluiu e se transformou numa Indústria que gera milhares de empregos diretos e indiretos e que se reinventa a todo momento. Uma cadeia que ajuda a movimentar a economia do país sem muitos benefícios fiscais a favor.

E eu vou falar sobre isso hoje pois muitas pessoas estão se paralisando por conta da crise. De fato tendo “crises” existenciais e financeiras obviamente. Na prática, tentamos achar o lado bom sem muita perspectiva e usando jargões como “tire o S da crise e Crie”. Então eu decidi trazer no texto deste mês, este contexto de crise para dentro de um assunto que domino. Espero que lhe sirva de inspiração.

A moda é um sistema que acompanha o vestuário e o tempo, que integra o simples uso de roupas no dia-a-dia a um contexto maior, político, social e sociológico. Contudo a moda se tornou um fenômeno do mundo ocidental e moderno, que, com o tempo, evoluiu nos trajes feitos da pele e pêlo de animais, passando para lã, linho e seda industrializada, principalmente quando surgiram as primeiras burguesias, na época do Renascimento (séc.XV – 1.500 / 1.700).

Em 1929, no período entre guerras, os EUA passaram a cobrar altos impostos sobre as roupas importadas da França. Foi então que precisou desenvolver uma técnica baseada nos moldes, que ainda eram permitidos pela importação. Precisavam de modelos que pudessem ser fabricados, em diferentes tamanhos com baixos custos. Então, em 1949 surgiu o prêt-à-porter, que em francês significa ‘pronto para usar’, ou ready-to-wear que em inglês significa ‘produzir em série’, readequando a moda para o mercado de varejo e, estabelecendo tamanhos pré-definidos como P, M, G.

Com o passar do tempo, foi possível notar que as mudanças na moda aconteceram de forma muito rápida. Mudaram as formas, os comprimentos, a quantidade de roupas utilizadas diminuiu; surgiram tecidos simples e elaborados. Apesar da contribuição da alta-costura e do prêt-à-porter, o que passa a fazer parte do universo têxtil da moda nos dias atuais é a pesquisa tecnológica que, através do esporte, do lazer, da saúde, da ecologia, da logística e da segurança, procura desenvolver a funcionalidade para facilitar a convivência do homem com suas atividades buscando  adequar a moda ao estilo de vida das pessoas e não às pessoas ao estilo da moda apesar de poucas pessoas conseguirem discernir entre o usar ou não.

O estilo de vestir brasileiro foi basicamente difundido a partir das nossas origens: índios, brancos e negros. Pele pintada, corpos nus, orelhas furadas e elementos que até hoje influenciam no estilo próprio.

Antes do início da Segunda Guerra, já se cogitava em criar um estilo próprio adaptado ao clima quente do Brasil e, assim, deixar de lado as influências francesas mas, durante a Guerra, tanto Europa quanto os Estados Unidos diminuíram consideravelmente suas exportações, o que fez com que o Brasil tivesse que produzir seus próprios modelos e com isso aumentar sua produção de tecidos no mercado interno. A redução das importações em função da crise trazida pela 2ª Guerra Mundial favoreceu esse desenvolvimento porque era livre de concorrência estrangeira. O país teve, inclusive, que se desenvolver industrialmente para substituir produtos importados que não chegavam mais. Esse desenvolvimento ocorreu principalmente em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, e se mantém até hoje.

Em 1990, a flutuação cambial e a falta de condições para exportação criaram uma crise no setor. O Plano Collor, que instalou o cruzeiro como moeda e interferiu na vida de todos comprometendo o consumo, agravou a situação da indústria. Mas crises surgem e passam. O que precisamos refletir é como crescer com ela. Lá em 90, apostando na criatividade de materiais alternativos e na customização, estilistas como Alexandre Herchcovitch reuniam-se em clubes noturnos de São Paulo para desenvolver peças aos frequentadores, por exemplo. Esses freqüentadores, entre eles travestis, drag queens e os clubbers, tornaram-se clientes fiéis dos criadores e começaram a investir na autenticidade do look de autoria.

Foi então que os estilistas Paulo Borges – que era produtor de desfiles e também trabalhava na revista Vogue – e Carlos Pazzetto começaram a organizar desfiles pensando no crescimento do segmento juvenil e nos seus ousados criadores. Este tipo de look passou a incentivar o consumo de massa, gerando outros nichos de mercado.

Em fevereiro de 1994, a empresária Christiana Arcangeli lançou o Phytoervas Fashion, dedicado a organizar lançamentos fixos para apresentar as coleções de inverno e verão. Sua intenção era recriar a imagem de moda brasileira, atrelando uma significação de atualidade aos produtos de sua empresa que patrocinavam o evento.

Com o sucesso da chamada geração Phytoervas, a indústria brasileira recuperou seu prestígio no mercado externo e seu fôlego comercial interno. E não parou por ai. Olha o que mais eles fizeram “na crise”, como alguns estilistas apresentarem suas coleções no desfile, muitos deles não tinham onde vendê-las foi então que surgiu o Mercado Mundo Mix, baseado no conceito de feira medieval itinerante, que negociava a produção mensal dos criadores com venda direta ao consumidor e com isso começaram a divulgar desta forma suas coleções. A feira percorreria o país de norte a sul levando peças desfiladas nas passarelas sem grade de numeração.

O que vem agora vocês já sabem. Não? Se você está lendo este texto, é porque se interessa pelo assunto. Estas letras juntas, SPFW, te são familiares? Isso mesmo. Paulo Borges conseguiu patrocínios para realização de outra iniciativa, fechando parceria com o shopping  paulistano Morumbi – a mais consciente ação já vista em território nacional para estabelecer um calendário de lançamentos, que serviu para normatizar e organizar todos os elos da cadeia têxtil do país. No ano 2000, o São Paulo Fashion Week (SPFW) consolidou a temporada brasileira, substituindo o Morumbi Fashion.

O SPFW incentivou inclusive na criação de uma incubadora de talentos em ascensão, chamada Amni Hot Spot Up e Coming Fashion Mix, um projeto que investe no trabalho de jovens estilistas brasileiros. Funcionando como incubadora, por meio de uma série de benefícios e incentivos, ajudando ao jovem estilista a estruturar seu trabalho. Além de apoio financeiro, os novos talentos eram amparados por uma consultoria de marketing, branding e estilo, contando, ainda, com o apoio em todo o processo da concepção das coleções à sua apresentação e comercialização, que ocorria a cada seis meses.

Na tentativa de alçar vôos mais altos, o estilista Alexandre Herchcovitch foi o primeiro a se aventurar fora do Brasil. À exemplo dos estilistas, que seguiram os passos de Alexandre, as modelos brasileiras também deixaram o Brasil para trabalhar em passarelas internacionais e ter seu talento reconhecido.

O Brasil virou tendência no mercado exterior através da moda. De acordo com o diagnóstico do embaixador do Brasil em Paris, naquela época poucas são as áreas em que o Brasil pode crescer muito em pouco prazo e esse é o caso do setor da moda, pois as barreiras e o protecionismo nesse campo são menos difíceis e superar.

Devido às rápidas mudanças que ocorrem no segmento, a moda acaba tornando-se complexa. Com isso, a se faz presente no mundo contemporâneo, onde, encontra espaço significativo dentro do mercado, para atuar junto ao público. As influências estão por todos os lados. Ao “ditar” moda, faz-se aumentar o consumo, pois são criados novos estilos sobre aqueles já apresentados e, o melhor de tudo, fazendo com que a economia do país continue girando.

De agora em diante, passe a olhar para sua roupa não como um pedaço de pano que você escolheu para vestir. Mas como uma peça que envolveu a dedicação de várias pessoas para ela existir. E que esta mesma peça pode te trazer aconchego, felicidade e poder.

Dê mais valor ao que você veste. Escolha e cuide da sua roupa com carinho. Ela faz parte da evolução do tempo e com certeza já faz parte da sua evolução também. Doe aquela peça que já não tem mais sentido para você. Adapte aquelas que ainda gosta, transformando-a em algo mais atual.

Olhe para o lado e veja o que pode fazer por você ou pelo seu negócio e não caia na crise. Faça como a moda, reinvente-se.

Sucesso

Até a próxima.

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19 out 2015

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Caiu como uma luva

f620c5c4-4d4c-4012-9b5d-993ab22b2bb8Certamente vocês já devem ter ouvido isso de alguém, ou mesmo tido essa sensação ao provar uma roupa. Pois bem, lhes asseguro que isso acontece quando a gente conhece o que funciona bem para nosso tipo físico. 

Antes de escolher a roupa, nosso corpo físico deve ser levado em consideração pois, a proporção entre estatura e peso são pontos importantíssimos na escolha das peças para que possam nos favorecer.

É importante que saibamos identificar qual o nosso tipo físico para que de acordo com nossas dimensões, possamos escolher roupas no dia-a-dia que nos deixe mais harmônica numa análise visual ampla.

Por exemplo, uma pessoa com estrutura física oval se usar um vestido balonê ficará com a cintura maior ainda. Quando, neste caso, deveria criar uma linha que alongasse a silhueta com elementos que chamassem a atenção para rosto e ombros.

A indústria têxtil utiliza diferentes tipos de fibras para produção dos tecidos, o que faz toda diferença também quando se fala em caimento versus tipo físico.

Os tecidos mais estruturados tem a trama mais fechada (conhecidos como planos), eles não tem movimento e leveza  mas são sempre os que caem melhor pois, não marcam. Já as malhas, tecidos de tramas abertas (que esticam), apesar de confortáveis são mais desestruturados (moles) e acabam marcando cada dobrinha.

Mas não pense que para ser estruturado o tecido tem que ser de alfaiataria e que são peças usadas apenas em ambientes que requerem certa formalidade. É possível aderir ao visual casual e confortável percebendo o corte da peça. Peças mais retas e  não apertadas em tecidos como sarja podem transitar no ambiente formal também. Basta perceber se a cintura está mais alta para manter-se com tudo no lugar e, se a barra está sobre o pé e não arrastando para que não achate a silhueta.

Uma camisa ou blazer com bom corte nos ombros, a costura no lugar certo pode deixa-la slim e ereta pois, todas linhas verticais afinam e alongam quando nosso interlocutor direciona o olhar sobre nós de cima para baixo.  Além disso, as linhas retas das roupas comunicam sua precisão. Se os ombros da roupa tiverem a costura fora da curva do ombro, a imagem transmitida será de uma aparência cansada, de ombros caídos.

De aconselhamento geral posso mencionar alguns fatores que certamente te auxiliará mas é necessário tentar fazer o exercício em sua próxima compra. Pare em frente ao espelho e analise.

Verifique sua estatura e peso e no caso de comprar uma peça com bolsos, perceba que se eles forem muito pequenos poderá aumentar o corpo mas se forem grandes demais, irão diminuir.  Neste caso é preciso decidir o que você deseja.

Roupas muito curtas ou apertadas, além de marcarem também dão a impressão de que você esteja desconfortável dentro dela (sabe mamãe sou forte?)

Roupas muito largas ou grandes fora do acordo tipo físico x estatura nunca comunicarão alguém cuidadoso e estruturado (é como você será percebido e avaliado)

Se anteriormente mencionei que as linhas verticais alongam, anote ai que linhas horizontais ampliam. Se a ideia é ampliar ombros pequenos, por exemplo, uma blusa gola canoa ajudará. Agora se a intenção for reduzir o volume do busto ou dos quadris, nada de listas ok?

O mais importante é treinar o olhar e perceber que tudo é uma questão de equilíbrio.

Vai lá e depois me conta como foi a experiência.

Até a próxima,

Beijo

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11 fev 2015

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Look do ano: Festa da “firma”

O ato de vestir-se é algo que fazemos para nós e para o outro.

Vestir-se adequadamente para uma festa é um ato de respeito com quem está preparando esse momento e garante a beleza e o sucesso da festa.

Por isso fique atento à indicação do convite ou informe-se sobre qual estilo do evento a fim de você adequar-se.

Para facilitar, vamos abordar os principais tipos de trajes que você poderá identificar de acordo com o estilo da festa.

TRAJE ESPORTE

É o mais simples e informal.

Mas isso não quer dizer que vale qualquer roupa. Por isso, não se pode aparecer de shorts ou bermudas (homens), saias e vestidos curtíssimos (mulheres) ou com sandálias de dedo tipo rasteirinhas e chinelos, como se estivesse na praia (ainda que o evento seja um lual).

Para as mulheres, nada de sedas, bordados e brilhos, nem maquiagem pesada. Opte por Conjuntos de blusa e calça ou saia de tecidos leves, vestido na altura dos joelhos.

Não é momento também de usar saltos muito altos, afinal o traje é esporte, por isso

sandálias baixas, sapatilhas e mocassins são bem-vindos. Se for de dia, bolsas maiores de couro, lona ou mesmo de materiais rústicos como a palha podem ser muito charmosas. Jóias delicadas ou bijuterias pequenas.

Para os homens uma boa opção são as calças de tecido brim, sarja ou de gabardine caqui, com camisas lisas, xadrezes ou listradas de manga longa dobrada ou do tipo pólo. Vale jeans azul escuro. A ocasião dispensa paletós e gravatas. Blazer, só se estiver frio. É hora dos mocassins esportivos e botas de camurça.

TRAJE PASSEIO, ESPORTE FINO

Um pouco de formalidade é o que pedem estes nomes.

Para as mulheres, é hora de uma roupa mais caprichada. Até as 18 horas: pantalonas e túnicas; tailleur de calça ou saia com blazer. A bolsa ainda é esportiva, porém em tamanho menor. Se o programa for noturno, um pretinho cai bem, com salto alto e uma bolsa pequena. Nos dois horários do dia, prefira tecidos mais secos: sedas, microfibras, linhos, algodões e jérseis. Nada muito brilhante nos acessórios, nem maquiagem carregada.

Para os homens, até as 18 horas, calças esportivas, mas acompanhadas de blazer.

Costume claro com gravata; ou calça e blazer escuro, com ou sem gravata. Mocassins marrons ou pretos. À noite, costume (que sempre vem acompanhado de gravata). Nada de costume marrom. Prefira azul ou cinza com mocassim social preto e gravata.

PASSEIO COMPLETO OU SOCIAL

Formalidade “completa”.

Para as mulheres, conjuntos de crepe, tailleurs de seda, vestidos de mousseline. Decotes e fendas discretos, vestidos de alça ou tomara que caia, bordados sutis. Os tecidos ficaram mais importantes: das sedas aos tafetás. Bolsas pequenas. Sapatos ou sandálias de saltos altos, com ou sem meias finas. Boas saídas para a noite são os xales e echarpes, mas de tecidos nobres, ou blazers sofisticados. É hora de usar as jóias, mas sem excesso. A pérola é o grande clássico. Vale também uma bijuteria sofisticada, evite as bijuterias tipo fantasia. Maquiagem muito bem cuidada e cabelos mais arrumados.

Para os homens costume ou terno de padrão único escuro, com camisa social (sem botões no colarinho) em cores lisas ou listras fininhas. Sapato preto de couro. O charme fica por conta da gravata. Relógios, de preferência os modelos tradicionais de ouro ou platina.

E lembre-se também do network.

Conversar, em  eventos em geral, também é trabalho. Por isso mesmo o cuidado com a apresentação ou imagem pessoal é tão importante. Por isso existem os códigos de vestir. O fato é que algumas pessoas não levam a sério o encontro como algo relacionado ao “profissional” e muitas vezes pode ser tão importante quanto as horas passadas na empresa ou em reuniões de negócios.

Atualmente não basta ser apenas profissional é preciso conviver e circular. Há também quem não goste muito ou não saiba como se comportar em determinados tipos de situações. Mas lembre-se que o mais importante é estar preparado para agir com elegância em qualquer que seja a ocasião: um churrasco na casa do seu chefe ou uma super festa na empresa ou numa casa de espetáculos. Seja simpático. A simpatia está diretamente ligada à maneira simples, sincera e delicada de tratar uma pessoa com naturalidade e satisfação.

Bons eventos e bons ventos. Que 2015 sopre sempre a favor.

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19 dez 2014

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Como valorizar seu Estilo para o sucesso da Imagem pessoal

A roupa é um veículo de comunicação transmitindo informações sobre a pessoa para todos ao seu redor. Antes mesmo que inicie sua fala, ela já foi analisada inconsciente ou conscientemente pelas pessoas que estão com ela.

A percepção que se tem de uma pessoa através de suas roupas não está ligada ao bom-gosto ou ao gosto pessoal. É fruto de um sistema de linguagem natural do ser humano e aprimorado pelas sociedades.

Com base nessa ideia é possível levantar duas questões importantes da moda hoje:

Porque as pessoas têm tanta sede de informação sobre como se vestem os ricos e os famosos? Porque a pirataria é tão forte na moda, quando se trata de cópia de peças com grifes reconhecidamente famosas e caras?

Mas não se engane. É necessário haver eco entre o discurso da fala e o discurso da roupa para que haja credibilidade. Se a pessoa tiver uma determinada fala e comportamento e esses não forem compatíveis com suas roupas, ninguém vai acreditar nela, ela será vista com desconfiança.

Antes de mais nada é preciso explicar que moda e estilo são duas coisas diferentes.

Moda segundo o dicionário significa “Usos e costumes efêmeros, admirados e imitados em certa época ou lugar, voga.” Ou seja, é momentânea, passageira, tem vida curta.

Já o Estilo, é um modo de vestir escolhido por um indivíduo, não está ligado aos modismos, está ligado ao autoconhecimento. E a capacidade de uma pessoa mostrar ao mundo sua real essência. É adotado por períodos mais longos que as modas, às vezes, por uma vida inteira.

Para valorizar o seu Estilo é preciso conhecer a característica dos estilos universais existentes. Você poderá identificar-se com até dois estilos mas sempre um prevalecerá mais. Seja porque ele determina sua vida profissional ou seja porque sua via social é que mais se destaca pois o estilo tem tudo a ver com o seu lifestyle.

Conheça mais e veja quais características que mais representa seu estilo pessoal e saiba como valorizá-lo.

Estilo Moderno é o estilo da mulher atual, urbana. Concilia trabalho e vida familiar. Determina seu vestuário de acordo com seu estilo de vida. Gosta de cores básicas e de tom sobre tom. Ela segue a moda pois sente necessidade apresentar-se como bem informada porém, não faz uso de seus pertences de forma descartável. Ela é consciente e não impulsiva. Valorize este estilo com acessórios modernos desde um maxicolar ou bolsa até sapatos e cintos. Opte por roupas estruturadas quase arquiteturais.

Estilo Fashion é o estilo pra quem vive de tendências. Sua aparência é sempre a última moda. Não mantém a roupa de uma temporada para outra. Ama as cores e as roupas atemporais.

Estilo Criativo é aquele que parece artístico. A mulher que encara o vestir como uma arte. Gosta de coisas originais. Gosta de misturas tanto de cores quanto texturas e sua aparência muda conforme seu humor. Não segue regras e parece que mistura sempre todos os estilos. Misture o novo com o antigo.

Estilo Sofisticado é o estilo refinado. É a mulher da alta-costura. Adora materiais nobres e veicula uma imagem de elegância. Adora o preto como cor principal. Usa roupas coordenadas e de muita qualidade no que se refere ao acabamento e ao tipo de tecido. Adota saltos finos combinados com bolsas estruturadas.

Estilo Sexy valoriza o corpo. Ama suas formas e gosta de destaca-las. Gosta de transparências e cores provocantes, além dos decotes marcantes. Pode misturar duas estampas de animal print como cobra e onça. Calça de couro, brilhos e maquiagem marcante são essenciais. Mas cuidado para não ser traída pelo estilo e passar a imagem de vulgar. Lembre-se que ser sexy é ser sensual.

Estilo Natural privilegia o conforto mas não tem vaidade. Quer parecer ela mesma sem muita “decoração”. Ama coisas simples e adora tons que lembrem natureza. Gosta de bolsas de tecido, colares de madeira, jeans, botas. Tente não cair no natural demais ao ponto de parecer “hippie” pois pode transmitir a imagem de desapego e desinteresse com sua vida profissional.

Estilo Romântico transpira feminilidade. Gosta do “belo”, não é escrava da moda, mas compra pelo emocional. Gosta de saias fluidas, babados e bordados. Tem aparência e fala suave. Cores claras como rosa bebê, azul bebê, amarelo bebê e lilás. Faça uso de pérolas, sapatos estilo bailarina. Mas cuidado pois este estilo tende a transmitir uma imagem de fragilidade.

Estilo Esportivo opta pelo descontraído. É dinâmica, prática e otimista. Gosta de tecidos estampados e divertidos, camisetas com mensagens. Normalmente os sapatos são sem saltos para melhor mobilidade. Dê preferência aos bolsos nas roupas, acessórios em couro, cabelo com corte prático, cores azul marinho e cinza. Para valorizar mais o estilo pode usar saltos plataforma que dão mobilidade, agilidade ao caminhar – além do conforto – mas também dão um acabamento mais charmoso ao estilo. Explore roupas estilo “Polo”, suéters e até moletons customizados com pedrarias.

Agora é trabalhar o look e sair por ai arrasando.

Nosso próximo texto abordará sobre a apresentação pessoal nas comemorações de fim de ano nas Empresas. Não perca.

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EE-Colunista-07-Chrys

14 nov 2014

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Imagem Profissional ROSA

O estilo é um modo de vestir escolhido por um indivíduo, não está ligado aos modismos, está ligado ao autoconhecimento pois é a capacidade de uma pessoa mostrar ao mundo sua real essência.

Mas a identidade visual corporativa não é criada e fixada apenas através de uma logomarca bem planejada, papelaria de qualidade, ótimo design de interior e fachada marcante. A imagem dos funcionários, a forma como agem e se comportam reflete a identidade viva da empresa para clientes e parceiros. Portanto, você precisa seguir o Estilo da Empresa e abrir mão enquanto “atua” do estilo pessoal pelo profissional.

Algumas empresas optam pela uniformização, cujo objetivo é desenvolver um look ou um guarda-roupa que carregue o DNA da empresa e esteja adequado ao cargo e às funções, que seja de fácil manutenção e adequado ao ambiente de uso, ao clima da região e às estações do ano.

Outras preferem um dresscode menos rígido mas isso não significa que você possa se apresentar como bem entende. É necessário observar o DNA da sua empresa para atender o que ela deseja comunicar ao mercado. As roupas de trabalho, formais ou não, seguem um padrão através do uso das cores. Por exemplo, o preto transmite autoridade, já para refinamento e elegância opte pelo cinza chumbo e o bordô. Organização e profissionalismo vá de azul marinho. Entendido isso, você pode até aproveitar o mês Rosa para colocar uma cor na sua vida profissional e ainda contribuir com a causa.

Empresas Criativas e Inovadoras como agências de publicidade ou de tecnologia, permitem um dresscode mais ousado, mas isso não significa sensualidade a flor da pele. Ousadia no sentido de criatividade como modelagens, cortes e acabamentos diferenciados, antecipando as tendências futuras, por exemplo. Neste caso você poderia optar por uma camisa polo rosa que combina tanto com calça de alfaiataria quanto com calça jeans índigo blue corte tradicional e cintura alta (ou média). Você também pode ousar com blusas ou camisetas divertidas.

Nas Empresas Tradicionais, quanto mais formal melhor. É o caso de instituições financeiras e escritórios de advocacia. As modelagens e os cortes devem ser sempre clássicos. Camisas e blazers são peças-chave e o ideal é optar por tons mais claros e não tão marcantes, opte por um tom de rosa bebê para camisa e um tom mais forte para o blazer, porém, não marcante como pink.

Empresas Contemporâneas nem tão tradicionais, nem tão de vanguarda como escritórios com atividades administrativas, meios de comunicação, entre outras permitem flexibilidade.

Grande parte das empresas quer apenas mostrar que vive dentro do seu tempo, atenta às realidades do mercado e do público. Aqui é preciso mesclar o clássico com informações atuais. Uma pitada de elementos de moda cai muito bem. Opte por peças com design ou com textura. Uma saia de couro ou uma sandália ou bolsa que se destaque num look total monocromático.

Todo excesso pode dar a impressão de que a pessoa não está comprometida com o trabalho. Por isso, bom senso é fundamental sempre!

Antes de sair de casa se pergunte: o lugar onde estou indo comporta esse tipo de roupa? Que imagem eu estou transmitindo? Estou adequada para me apresentar às pessoas com quem vou me relacionar?

Se para todas as alternativas, sua resposta for SIM, então vá e arrase.

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14 out 2014