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Planejamento + Empreendedor = tudo a ver!

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Se você é empreendedor e tem dor de cabeça só de ouvir a expressão “Planejamento Estratégico”, saiba que não é o único. Mas ao contrário do que muitos pensam o processo de planejar pode ser mais simples do que se imagina.

Há muito tempo eu trabalho e falo sobre Planejamento Estratégico e acabo recebendo um número considerável de comentários sobre o processo de planejar.

Em tempo, vale explicar brevemente que planejamento estratégico é um procedimento gerencial que se refere à formulação de objetivos para a seleção de programas de execução e ação, onde são consideradas as variáveis internas e externas à organização, de modo que o somatório de recursos e esforços possam conduzir a ações com resultado muito satisfatório e alinhado com a estratégia empresarial.

Assim, o processo de planejar é FUNDAMENTAL para qualquer pessoa ou empresa que queira, minimamente, atingir algum objetivo, pois ele “prevê” o futuro em relação ao longo prazo, antecipando situações que, sem o plano, estariam distantes da visão do gestor.

A criação de uma estratégia pode ser fácil e demanda um pouco tempo – o que a maioria diz que não tem – pois é necessário conhecer aqueles pormenores do negócio que quase ninguém tem paciência (ou sabe) analisar. Planejar é pensar e trazer para a prática, é integrar a empresa, é levar até a operação e sair da teoria.

Agora, você sabia que uma hora de planejamento economiza mais de seis horas de execução?

E aí, você ainda está sem tempo? Talvez seja justamente a hora de planejar e passar a desfrutar do seu bem mais precioso, o tempo.

Quem ainda não acredita que um bom planejamento pode ser o vento para a guinada que precisa nos seus negócios, deve repensar. Pois, do contrário, ‘esse tal planejamento’ não está, nem nunca estará com nada mesmo.

Pensemos como os mestres Kaplan e Norton: “Uma estratégia sem táticas é o caminho mais lento para a vitória. Táticas sem estratégia representam o caos que antecede uma derrota. ”

Independentemente do tamanho da sua empresa, invista seu tempo no que vai lhe ajudar a crescer no mercado.

Desenvolver e formular estratégias criativas pode estar mais perto do que você imagina.

P.S.: Vou deixar três perguntas para você já pensar na estratégia do seu negócio:

  1. Se sua empresa fosse uma pessoa, pelo que ela seria lembrada?
  2. Como você descreveria o seu principal cliente?
  3. Onde você imagina que seu negócio estará em cinco anos?

Um grande abraço!

EE-Colunista-Larissa-Moraes

EE-Colunistas-aviso-geral

24 mai 2017

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Sim, você pode viver ao máximo tudo aquilo que deseja em seu coração

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Prezadas leitoras!

Que alegria estar aqui! Me chamo Scheila Leal, tenho 24 anos e sou gaúcha da cidade de Panambi/RS. Para começar vou contar um pouquinho sobre mim.

Sempre trabalhei com educação, mais precisamente desde os meus dezoito anos. Segui a tendência ou a “convenção social” das moças da geração da minha mãe (e que acabou sendo passada para mim) e também realizei um sonho dela: ser professora. Na época, quando tive de escolher uma profissão, com dezessete anos, não me preocupava muito com a escolha que estava fazendo. Afinal, o importante era estudar para conseguir um emprego e “ser alguém na vida”. O tempo passou e antes mesmo de me formar já consegui um emprego em uma das melhores escolas da minha cidade. Tudo estava perfeito! O que mais poderia querer da vida? (triste ilusão).

Porém, depois de algum tempo formada, passei a sentir uma insatisfação quase insuportável. Um desconforto em relação a minha vida e às escolhas que havia feito passou a fazer parte dos meus dias. Até então nunca havia parado para pensar o que realmente fazia sentido para mim. Minha vida era tranquila, com poucas ambições e com poucos desafios. Afinal, para que me desafiar, para que enfrentar medos, tensão e angustias se as coisas estavam “boas” da forma que estavam. E foi aí que percebi a raiz de todo o mal-estar que estava sentindo. Percebi que havia um potencial gigante que gritava dentro de mim, que implorava para ser usado e que manifestava sua repressão de diversas maneiras. Lembro que buscava compensar esta angustia de diversas formas: festas, compras excessivas, relacionamentos doentios. E tudo isso gerava um prazer momentâneo, mas que não preenchia o vazio que eu estava sentindo.

Foi então que me dei conta de que estava priorizando as coisas erradas, seguindo um caminho traçado por outras pessoas e que não fazia muito sentido para mim. Percebi que haviam várias paixões pulsando em meu peito e pedindo liberdade para se realizar. E uma delas é a paixão por escrever. Entendeu agora por que estou aqui? Sempre gostei de escrever, mas sempre pensava que ninguém teria interesse em ler as coisas que eu escrevia. Que engano. Hoje consigo impactar dezenas de pessoas com os meus textos em diversos meios, bem como inspirar e contribuir com o desenvolvimento do melhor de cada um.

Descobri também que desejava ir além das salas de aula, que queria trabalhar com públicos maiores, treinar pessoas e contribuir com o seu desenvolvimento. Sentia uma vontade gigante de ajudar as pessoas, de participar de suas vidas, de oferecer ao outro o melhor de tudo aquilo que dedico a minha vida a aprender. E foi aí que a menina cheia de medos e inseguranças, acomodada com a vida perfeita que acreditava ter, decidiu que queria empreender. Quem diria, hein?

Contei um pouquinho da minha história com o objetivo de dizer que: “Sim, você pode viver ao máximo tudo aquilo que deseja em seu coração”. Todas nós possuímos um potencial incrível, que está ali, dentro de cada uma, esperando para ser usado ao máximo. Infelizmente muitas pessoas convivem com a mesma insatisfação que eu estava sentindo tempos atrás e optam em permanecer acomodadas nas escolhas que fizeram, mesmo que não lhes tragam realização alguma. E sabe por que? Por que a maioria delas não acredita no seu potencial ou até desconhece a sua existência.

Acredito que a realidade que vivemos é resultado das escolhas e das apostas que fazemos. Escolha apostar em você. Escute o seu coração e as paixões que gritam por liberdade lá no íntimo da sua essência. Possuímos dentro de nós o projeto de todas as obras que desejamos construir em nossa vida. E para ter sucesso nessa construção é preciso seguir o seu projeto, que é único e exclusivo seu. Se você construir as suas obras de acordo com o projeto de outras pessoas ou diferente daquele que existe dentro de você, existem grandes chances de você não encontrar sentido naquilo que está fazendo e sentir a mesma insatisfação que eu senti tempos atrás. Por isso, escute o seu coração, cultive as suas paixões e trilhe um caminho de realização e felicidade.

Acredite, você é bem mais forte e capaz do que imagina! Aposte e invista em você!

EE-Colunista-Sheila-Leal

EE-Colunistas-aviso-geral

28 abr 2017

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O Pulo do gato

 

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No mundo de hoje tudo muda rápido, existe um excesso de escolhas a serem feitas o tempo todo. Essas escolhas são muito mais amplas que toda a acessibilidade de compras que possuímos. Contudo, mesmo essa abundância de escolhas tem nos levado a uma espécie de servidão consumista. Pelo que vejo, a maioria das pessoas precisa ter para se sentir forte e incluído em um determinado grupo. Para algumas pessoas ter determinado celular, bolsa ou carro torna-se um esforço sobre-humano no sentido de se sentir validado. Assim vivemos uma sensação de inadequação, de que sempre falta algo. Claro que falta, mas, tendemos a colocar o foco dessa falta em coisas materiais, mas aquilo que nos joga nessa busca insana é uma carência imaterial.

Quando olho hoje para minha vida, parece que eu estava fadada a fazer uma longa jornada de autodesenvolvimento. Minhas dúvidas de ordem existencial surgiram muito cedo e a percepção que existia algo mais também.

Fui um bebê alegre e exuberante, uma criança tímida e desconfiada, uma adolescente calada, fantasiosa e questionadora. Tive mestres dentro e fora de casa e, com o tempo, aprendi a reconhecê-los. No entanto a sensação de inadequação não passava, não queria uma vida vazia de sentido, mas também não sabia o que queria.

No início de minha vida adulta me deparei com uma limitação física que me jogou fora da zona de conforto. Por conta disso passei a querer respostas mais claras, mais amplas. Mergulhei de cabeça na minha frustração e na busca para resolvê-la. Busquei vários tipos de terapias, várias correntes de estudo que a vida vinha trazendo e desenhando. O final dos anos 90, por conta da virada do milênio, vivemos anos muito ativos em cursos e terapias alternativas. Astrologia, canto, dicção e oratória, computação, Reiki, cromoterapia, acupuntura, florais, Feng-shui, permacultura, fisiogognomia, fitoterapia, cosmosterapia, italiano, pintura, poesia, qualidade total, apometria, cada uma abria uma porta ou uma janela e o mundo foi ficando vasto, sem que eu tivesse ido muito além da minha cidade. Para um olhar mais objetivo, parecia que apenas me fragmentava: que nada!

Um dia, em meio a uma aula, tive um insight e simplesmente entendi o que me atormentava há tanto tempo, compreendi o que estava fazendo errado, corrigi a rota. Simplifiquei, desapeguei até necessidade conhecimento, aprendi a fluir. Compreendi que as respostas vêm através de pessoas, de encontros quase inexplicáveis, surgem num decalque em um lugar qualquer, vem num livro que chega de presente ou revista em uma sala de espera. Quando mergulhamos verdadeiramente em nós mesmos, na busca de autoconhecimento, o universo conspira, nos ajuda, vai nos proporcionando maturidade até sobre os desejos. Essas conquistas são individuais e intransferíveis, elas acendem uma luz interna que nos permite SER. E não se preocupe, a grande maioria dos seus amigos nunca vai porque você parece tão satisfeito.

Algumas coisas podemos mudar, outras estão totalmente fora de nosso alcance, ainda que temporariamente, então por que sofrer por elas?

EE-Colunista-Ane-KielingEE-Colunistas-aviso-geral

09 mar 2017

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Empreendedorismo feminino é uma realidade

Já somos mais de 7 milhões de mulheres que pensam e gerem seus próprios negócios

Em busca de reconhecimento e mais espaço no mundo empresarial, o empreendedorismo feminino vem crescendo e tornando-se forte em diversos setores da economia, do comércio às indústrias, do universo digital aos negócios próprios. Segundo estudo feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o Brasil possui mais de 7,3 milhões de mulheres empreendedoras, representando 31,1% do total de empreendedores que empregam no país. É dessa maneira nós estamos provando que o empreendedorismo não é mais exclusividade dos homens.

Trata-se de uma conquista gradativa e com um peso muito significativo. Se olharmos pelo retrovisor, há somente 80 anos é que as mulheres conquistaram o direito de votar e de serem votadas em eleições. Hoje nós viemos, pouco a pouco, conquistando um espaço maior na política, nas grandes empresas e gerindo os nossos próprios negócios.

Acredito que os maiores desafios nessa empreitada estão em vencer obstáculos históricos inseridos na sociedade, como as diferenças impostas entre homens e mulheres. É tendo isso em mente que busco inspirações em mulheres fortes que souberam transpor fronteiras e deixar suas marcas. No mês em que comemoramos a Revolução Farroupilha, é impossível não lembrar de Anita Garibaldi, uma figura marcante que não aceitou as condições da época e lutou por tudo o que acreditava, tendo muita fibra e convicção quando as mulheres eram forçadas a serem submissas e recatadas.

Apesar de ter morrido cedo, com apenas 27 anos, Anita entrou para a história como uma heroína. Aos 18 anos, provou sua bravura na batalha naval de Laguna, contra Frederico Mariath, quando transportou munição e armamento aos combatentes estando a bordo de uma pequena embarcação. Vinda de família modesta, precisou ajudar no sustento da família após a morte do pai, quando tinha 14 anos de idade. Anita é considerada um exemplo de dedicação e coragem tanto no Brasil quanto na Itália.

Diferente de tempos passados, hoje nós somos tomadas de autoconfiança e afirmação, o que fortalece o espírito de empreendedorismo.

texto02Anita

EE-Colunista-Scheron-DilkinEE-Colunistas-aviso-geral

08 set 2016

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História Empreendedora: Aline Heinen da Star Bags

Milene Venter Fotografias-129

Dizem pesquisas que se empreende por necessidade ou por oportunidade. Ou seja, se avalia uma demanda que ainda não foi atendida ou está carente e se cria uma OPORTUNIDADE. Ou por, falta de emprego, por recolocação no mercado ou ainda, para ocupação por uma depressão ou outra doença, se empreende por necessidade. A Aline da Star Bags identificou uma oportunidade, mas também uma necessidade. Como assim?

Aline teve sua mala trocada no aeroporto, o que não é uma experiência legal, e depois disso teve a ideia de pedir para sua mãe fazer uma capa para sua mala. A capa que sua mãe produziu fez sucesso nas viagens e entre amigos.

Ela aproveitou uma oportunidade de demanda para um produto inovador e, a necessidade do seu marido precisar trabalhar na época, pois estava desempregado. Pronto, nasceu a Star Bags.

Star Bags é uma capa de proteção para malas que proporciona segurança, beleza, economia, personalização e praticidade.  Possui fechamento que permite cadeado e com possibilidade de personalização.

A Star Bags já teve loja no aeroporto de POA e neste inverno, está tendo uma loja em Gramado, aqui no RS, onde nesta época a cidade é repleta de turistas, além da loja virtual.

Apesar de todas as dificuldades que um empreendedor enfrenta neste país, a empresa só cresce. A Aline ainda não trabalha full time na Star Bags, mas o projeto só cresce e em breve torcemos para ela dedicar 100% do tempo neste projeto super inovador e bacana. Ela dedica um turno de trabalho para a empresa e tenta equilibrar com sua vida profissional e pessoal.

Com dedicação, coragem, persistência e um pouco de cara de pau, a Aline conseguiu emplacar matérias de TV com a Star Bags, em programas como: Bom Dia RS e Pequenas Empresas, Grandes Negócios.

Um depoimento bacana que a Aline deu na sua participação no último Entre Elas, em julho, foi de que o empreendedorismo resgatou e uniu sua família. E nós do Entre Elas acreditamos muito no poder transformador do empreendedorismo. As vezes alguns acontecimentos em nossas vidas nos fazem agir ou desencadeiam paixões que podem fazer nascer um plano profissional totalmente novo.

Próximos planos? Franquias, vendas nos EUA…o céu é o limite.

Quer presenciar a próxima história empreendedora? Dia 21 de Setembro, Eliane Magnan vai contar a sua história e da Elegance Lingeries. Garanta seu ingresso aqui.

Acompanhe nossas redes sociais: Instagram.com/projetoentreelasFacebook.com/entreelasnh

manu damasceno entre elas NH

11 ago 2016

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As burradas da vida

 

Não existe uma fórmula para a vida, nem uma receita que podemos seguir para garantir que tudo dará certo e que faremos as coisas da maneira correta. Às vezes, a gente pisa na bola, faz umas burradas inadmissíveis, e tem vontade de controlar o tempo, para voltar e fazer diferente.

Em muitos momentos a gente se cobra demais, quer acertar sempre de primeira, e por isso, acaba não fazendo, ou pior, remoendo um erro tempo demais. Tentamos, sem sucesso algum, entender os pormenores que fizeram a gente fracassar, e quanto mais pensamos menos coragem criarmos para levantar e tentar de novo.

Mas, como diria Chico Xavier: “Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode recomeçar e fazer um novo fim.”

E, ainda que existam erros que não possam ser concertados, independente do quanto você se arrependa, esses tropeços servem para que a gente descubra o que e quem realmente são importantes. São esses deslizes que nos fazem entender o que realmente fará a diferença na nossa história… E essa é a percepção que nos faz sábios diante da vida. Quanto mais cedo identificarmos, legitimamente, o que e quem nos faz felizes, menos arrependimentos cultivaremos em nosso coração.

Eu não deixo a culpa me consumir, mas eu sei bem o que perdi pelas decisões erradas… Hoje olho para traz e compreendo que, embora sem explicação, sei que tudo que aconteceu definiu quem eu sou.  Por isso, eu vivo em paz com o passado. E se eu pudesse dar um conselho a você, seria esse: faça as pazes com o passado. Não há nada mais corrosivo que a culpa por algo que não tem volta.

Gaste sua sabedoria e energia naquilo que ainda depende de você. Do restante leve apenas as lições, elas tratarão de cultivar o seu futuro.

EE-Colunista-Juliana-Emer

EE-Colunistas-aviso-geral

21 jun 2016

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Crer ou Ver?

 

Sabe aquelas perguntas sem resposta, tipo: o que vem primeiro, a galinha ou o ovo? A semente ou a planta? Tem uma delas que me intrigava muito: “ver para crer ou crer para ver?” Como sempre fui uma pessoa muito cética, que precisava de todas as comprovações possíveis para acreditar em algo, me apaguei quase momentaneamente a ideia que era necessário VER PARA CRER. Mas aí vem a vida – em sua máxima sabedoria – e começa a te tirar da zona de conforto e testar as suas teorias. E lembro bem o dia em que a vida me fez testar essa minha crença. Era de noite, eu estava trabalhando em meu negócio próprio, pois durante o dia me dedicava a outra atividade profissional (carteira assinada).

Eu, como 90% das pessoas que querem empreender, estava buscando naquelas poucas horas de dedicação noturna, a segurança de que meu empreendimento daria o retorno necessário para me sustentar. Eu precisava ver resultado, para crer que aquele era o caminho. Só depois disso teria a certeza que largar meu emprego fixo era a decisão mais acertada. Mas a certeza não veio, e o tempo começou a me cobrar forte o fato de me dedicar tão poucas horas ao que eu mais amava fazer. E quem já tomou um relho do tempo, sabe do que eu estou falando: dói. Dá um nó na garganta, o nariz já começa a fechar, dando indício das primeiras lágrimas que estão vindo, como se anunciassem a chegada de uma tropa poderosa. E foi bem assim, naquele dia eu chorei, mas aquele choro foi mais de libertação do que de fracasso. Em meio as minhas lágrimas vi que eu compreendi tudo errado. Nunca foi VER PARA CRER… quem quer seguir seus sonhos precisa CRER PARA VER.

Qualquer sonho, seja ele qual for: abrir um negócio, viajar, emagrecer, se formar, conseguir um novo emprego, construir uma família, ser feliz, abrir uma ONG… precisa iniciar dentro de você, na sua mente e no seu coração. Não existe magia nisso, existe muita ciência. Nosso cérebro não distingue passado, presente e futuro. Se a gente visualiza nosso sonho, se a gente sente nosso sonho, é como se ele já fosse realidade, e aí tudo passa a acontecer, tudo passa a ter sentido.

Tenho poucos conselhos para dar, mas se pudesse compartilhar o meu mais valioso segredo com você, seria esse: ACREDITE PARA VER. Tudo começa dentro de você! Não espere ter a segurança para iniciar o primeiro passo. O momento certo é sempre o AGORA. O sentimento certo é sempre a FÉ. Fé no sonho; fé em você!

EE-Colunista-Juliana-Emer

EE-Colunistas-aviso-geral

04 mai 2016

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Entre Elas e as conexões geradas entre o networking na Revista Donna do Zero Hora em Abril de 2016

Entre-Elas-22_04_2016

27 abr 2016

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EMPREENDER, A SOLUÇÃO. SERÁ?

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Em tempos de crise, desemprego e dificuldades o empreendedorismo surge como uma tábua de salvação. Afinal, temos que continuar sobrevivendo, e matar um leão por dia para que nosso negócio permaneça em pé. Um início por necessidade pode ser uma faca de dois gumes. Ao mesmo tempo em que daremos o sangue para que dê resultado, pode-se meter o pé pelas mãos. Empreender sem planejamento pode gerar grandes frustrações e prejuízos. Não é difícil perceber a rotatividade das salas comerciais. Hora com um comércio, hora novamente com a placa de “aluga”. Além de um negócio que fechou: o sonho que acabou emprego e serviços que se foram. Mas o empreendedor nato é otimista, e novamente este ciclo vai ocorrer.

De acordo com Ana Fontes, da Rede Mulher Empreendedora, há muito que se fazer pelo empreendedorismo no Brasil. “Eu tenho dúvida sobre o caminho certo porque ainda temos muitos entraves. Temos a questão cultural, pois não temos uma cultura empreendedora”…

Falta, como é sabido por todos, apoio principalmente ao pequeno como burocracia legal e os famosos altos impostos. Estes empecilhos resolvidos, o caminho seria mais tranquilo.

Mas com a teimosa positividade do empreendedor surgirão novas possibilidades.

“Com isso ele cria caminhos, segundas vias para conseguir ter um ecossistema que funcione. Segundo a minha percepção ainda é um ecossistema que falta muito a ser construído. Analisando isso tudo, eu diria que estamos trilhando um caminho, mas ainda não está claro se estamos no caminho certo. Acho que vamos acertando durante o processo.” Afirma Ana.

Então usemos das qualidades dos empreendedores uma forma de trilhar um caminho para o crescimento. Baixar cabeça, capacitar, trabalhar, focar no cliente, trabalhar em rede. Crise sempre vai existir. Um empreendedor consumindo do outro e fazendo a roda da economia girar. Pode ser o único caminho!

EE-Colunista-Viviane-Luckmann

EE-Colunistas-aviso-geral

15 mar 2016

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Dia global do empreendedorismo feminino

 

Hoje, dia 19 de novembro, celebramos o Dia Global do Empreendedorismo Feminino, lançado ano passado pela ONU (Organização das Nações Unidas). Um dia para celebrarmos as conquistas femininas no mundo dos negócios(aqui sim, o foco é empreendedorismo na questão de ter sua prórpia empresa) e refletir sobre o impacto econômico da atividade empreendedora feminina. Segundo a ONU, a iniciativa surgiu para ampliar as oportunidades às mulheres, que têm acesso a entre 58% e 70% dos postos ocupados por homens na política, economia, educação e saúde.

As mulheres no mundo desenvolvido estão em condições melhores do que nunca, mas claro, que a meta da verdadeira igualdade ainda não foi atingida. A gestão feminina está em alta, a visão convencional é a de que a líder feminina se sobressai, é hora de encorajar as mulhers que querem empreender e fazer acontecer.

No primeiro semestre eu e duas colegas de TCC, emergimos no universo do empreendedorismo feminino para redigir nosso trabalho de conclusão, onde abordamos como o empreendedorismo feminino pode contribuir com as mulheres das classes menos favorecidas.  Foi surpreendente descobrir como o empreendedorismo transforma, tanto que um de nossos capítulos, foi chamado de EMPREENDEDORISMO TRANSFORMADOR. E eu estou trazendo muitos trechos do nosso trabalho para compartilhar nossas pesquisas e conhecimento nesse dia global do empreendedorismo feminino.

O empreendedorismo é um ramo de atividade onde as mulheres têm buscado não apenas retorno econômico e independência financeira, como satisfação pessoal, elevação de autoestima e redução do preconceito histórico que rebaixou as representantes da ala feminina a uma posição de inferioridade em relação aos homens. Mulheres mais prósperas levam a um mundo mais próspero também, com crianças mais educadas e famílias mais saudáveis.

Sabemos que nós mulheres somos referências da moviementação econômica e, acima de tudo, somos a base do desenvolvimento de nossa sociedade. A movimentação que as mulheres proporcionam à economia nacional tem duas pontas: uma como empreendedoras e produtoras de riqueza e a outra, como consumidoras.

A razão para as mulheres empreenderem pode ser diversas, inclusive, por necessidade ou oportunidade. Segundo o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), serão necessários 87 anos para igualar os salários de homens e mulheres no Brasil se não houver investimentos em políticas de redução de desigualdades. Isso acontece mesmo elas tendo maior tempo de estudo do que os homens: 7,8 anos para elas contra 7,4 anos para eles. Dados que contribuem para muitas mulheres optarem por investir tempo e energia no seu próprio negócio.

As mulheres possuem muitas habilidades empreendedoras naturais, como a capacidade de dialogar e de ouvir, de racionalizar sem deixar de lado os fatores emocionais. Pesquisas realizadas pela ONU em mais de quarenta países subdesenvolvidos mostram que quando as mulheres conquistam a igualdade o índice de natalidade diminui. As razões disso são numerosas. O estudo retarda a idade do casamento e da procriação, e as mulheres educadas recorrem mais aos métodos anticoncepcionais. Elas também têm outras perspectivas na vida além de criar os filhos, sobretudo a capacidade de ganhar a vida.

Além de todos os benefícios para o mundo, o empreendedorismo feminino contribui para que mais mulheres saem de sua zona de conforto e busquem a felicidade. Que em 2016 mais mulheres possam fazer parte da nossa rede e de outros movimentos que incentivam as mulheres a empreenderem. O fato de pertencermos a um grupo nos dá uma sensação de segurança. Já que em um grupo, nos beneficiamos do apoio e do estímulo de todos. Como sempre falo: “Sozinhos vamos mais rápido, e juntos, vamos mais longe.”

Quem empreende no seu próprio negócio também é fundamental entender que é muito importante buscar estar sempre informada e adquirrir conhecimentos que, supram suas dificuldades e maiores obstáculos, para assim, vencer o medo de empreender e manter a sustentabilidade do negócio, pois à medida que a empreendedora conhece os cenários e as prováveis causas de cada decisão, fica mais segura e preparada para novos desafios. Nos encontros do Entre Elas, nós buscamos trazer temas para contribuir nesta jornada empreendedora, assim como, ofertar cursos interessantes para escalar o negócio. A criação de um ambiente propício e inspirador ao empreendedorismo feminino tem um poder transformador, funcionando como um dos elementos impulsionadores do desenvolvimento social, politíco e econômico, por isso acreditamos tanto no nosso projeto e queremos levar ele ao maior número possível de mulheres. Precisamos quebrar as questões culturais através de iniciativas empreendedoras para o avanço do empreendedorismo feminino, em todos os estados, cidades, países e em todas as classes sociais.

Este texto contém trechos do trabalho de conclusão ‘Mulher Ilimitada: Negócio Social para promover a independência econômica de mulheres em situação de vulnerabilidade social”, das alunas Manuela Damasceno, Elisa Haag e Daniela Panatto e, se encontra na FACULDADE DE TECNOLOGIA FTEC para pesquisas.

manu damasceno entre elas NH

EE-Colunistas-aviso-geral

19 nov 2015

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