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O eco do amor

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Vocês já ouviram falar daquele ditado: o eco é resultado do som que emites?

Então, estamos prestando atenção no que andamos emitindo?

Ao pensar nessa máxima me remeto ao meu processo de educação junto á minha filha. Incrível como na educação as coisas funcionam assim, uma troca diária. Aquele padrão autoritário, ríspido, das agressões, do Eu sempre falo e VOCÊ sempre me escuta caíram por terra faz algum tempo… Não, não estou em hipótese alguma dizendo que devemos ser amicíssimos de nossos filhos e que “Abaixo a ordem viva o caos”.  Não. Só estou dizendo que estabelecer uma relação de escuta, de companheirismo, de trocas faz com que o que emites retorne positivamente.

Meu filho não me conta nada da sua vida, não sei de sua vida escolar, não sei de seus amigos, o que está acontecendo nas “sociais” (leia-se Festinhas, as antigas Reuniões Dançantes! Rsrsrs), nem muito menos o que se passa no seu coraçãozinho de passarinho. Mas veja bem, você acha que de uma hora para outra o jovem irá contar? Que até ontem você mal queria saber (de verdade) como tinha sido o seu dia, que até ontem ele te olhava com uma carinha dizendo implicitamente: Falem comigo, queiram saber de mim, sem julgamentos, quero partilhar meus anseios, minhas alegrias…

Cada família sabe de seus valores, conduzem da forma que acreditam ser a melhor, da forma que lhe foi passada e é baseada nesse modelo que aplicam na relação. Ou até mesmo extremamente ao contrário. Na falta de necessidades básicas atendidas, suprem em demasia o filho. Mas estamos falando aqui de relação de afeto. De confiança. De um caminho construído desde sempre. Nunca fugindo das responsabilidades que a paternidade/maternidade nos trazem.

Li esses dias que nossos filhos seguirão nosso exemplo, e nem sempre nossos conselhos. Você vai dizer:olhe pros dois lados antes de atravessar e ele irá atravessar correndo sem pestanejar! E quer saber? Acho que devem mesmo, devem ter algumas sensações e experiências que cada fase oferece na sua louca transgressão (gente, tudo dentro da normalidade, da idoneidade,da sanidade). São humanos e não perfeitos. O discernimento não deverá faltar, mas a vivência faz coisas incríveis com a pessoas, e passar essas fases em branco seria uma poda lastimável.

O ano de 2016 foi bem atípico, e para mim foi marcante no sentido de ver meu exemplo ser muito forte na vida da minha filha. Estou sempre muito envolvida em ações em prol do outro e nas condições e cenário correspondente, vi minha filha fazendo o mesmo. Se me enchi de orgulho? Claro que sim, mas como tudo na vida temos o Ônus e o Bônus.

Ví seu coração partido com a falta de solidariedade, vi seu olho lacrimejar com a falta da verdade em grupos de amigos, vi seu whats tocar com a seguinte frase: Duda está aí? Preciso de tua palavra amiga, me chame quando puder, vi ela selecionar seus “crushs” por comportamento (Mãe, fulano bebe todos os dias, nem pensar…), vi ela cumprindo vários compromissos com a Liga Jovem de Combate ao Câncer em sábados onde poderia estar com amigas ou passeando com a família, vi ela sentando para conversar ou almoçar com colegas não tão “pops” para não deixar que ficassem sozinhos…

E na hora da conversa, sou escuta, sou reprovação, sou amiga, sou risada, sou fonte de questionamentos, sou chata, sou a melhor mãe do mundo… Mas plantei. Me atualizei. Precisei fazer cursos, precisei ler, precisei ficar preocupada, precisei abdicar de muita coisa pra ter esse retorno. E a caminhada continua, todo dia, sem parar e sem cessar!

Estou emitindo sinais de amor, de conta comigo, de assim não pode, de Desculpas errei, de Nãos, de Eu te Amo. E o eco que tem voltado tem sido lindo. Abundante.

Muita gente tem recebido esse eco memorável. E quem ainda tem como retorno um vazio,um silêncio, uma porta batida dou um conselho (se me cabe e se me permitem é claro): tudo tem cura. Persista, se remodele, vá tateando e descobrindo a brecha. Não é porque estamos na condição de Pais que não podemos aprender,de baixar a guarda, de se deixar amar, de ser escuta.

Depois me conte que Eco tens recebido! Tenho certeza que será o som mais lindo que seus ouvidos poderão escutar…

EE Colunista Dani GrahlEE-Colunistas-aviso-geral

01 mai 2017

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Sim, você pode viver ao máximo tudo aquilo que deseja em seu coração

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Prezadas leitoras!

Que alegria estar aqui! Me chamo Scheila Leal, tenho 24 anos e sou gaúcha da cidade de Panambi/RS. Para começar vou contar um pouquinho sobre mim.

Sempre trabalhei com educação, mais precisamente desde os meus dezoito anos. Segui a tendência ou a “convenção social” das moças da geração da minha mãe (e que acabou sendo passada para mim) e também realizei um sonho dela: ser professora. Na época, quando tive de escolher uma profissão, com dezessete anos, não me preocupava muito com a escolha que estava fazendo. Afinal, o importante era estudar para conseguir um emprego e “ser alguém na vida”. O tempo passou e antes mesmo de me formar já consegui um emprego em uma das melhores escolas da minha cidade. Tudo estava perfeito! O que mais poderia querer da vida? (triste ilusão).

Porém, depois de algum tempo formada, passei a sentir uma insatisfação quase insuportável. Um desconforto em relação a minha vida e às escolhas que havia feito passou a fazer parte dos meus dias. Até então nunca havia parado para pensar o que realmente fazia sentido para mim. Minha vida era tranquila, com poucas ambições e com poucos desafios. Afinal, para que me desafiar, para que enfrentar medos, tensão e angustias se as coisas estavam “boas” da forma que estavam. E foi aí que percebi a raiz de todo o mal-estar que estava sentindo. Percebi que havia um potencial gigante que gritava dentro de mim, que implorava para ser usado e que manifestava sua repressão de diversas maneiras. Lembro que buscava compensar esta angustia de diversas formas: festas, compras excessivas, relacionamentos doentios. E tudo isso gerava um prazer momentâneo, mas que não preenchia o vazio que eu estava sentindo.

Foi então que me dei conta de que estava priorizando as coisas erradas, seguindo um caminho traçado por outras pessoas e que não fazia muito sentido para mim. Percebi que haviam várias paixões pulsando em meu peito e pedindo liberdade para se realizar. E uma delas é a paixão por escrever. Entendeu agora por que estou aqui? Sempre gostei de escrever, mas sempre pensava que ninguém teria interesse em ler as coisas que eu escrevia. Que engano. Hoje consigo impactar dezenas de pessoas com os meus textos em diversos meios, bem como inspirar e contribuir com o desenvolvimento do melhor de cada um.

Descobri também que desejava ir além das salas de aula, que queria trabalhar com públicos maiores, treinar pessoas e contribuir com o seu desenvolvimento. Sentia uma vontade gigante de ajudar as pessoas, de participar de suas vidas, de oferecer ao outro o melhor de tudo aquilo que dedico a minha vida a aprender. E foi aí que a menina cheia de medos e inseguranças, acomodada com a vida perfeita que acreditava ter, decidiu que queria empreender. Quem diria, hein?

Contei um pouquinho da minha história com o objetivo de dizer que: “Sim, você pode viver ao máximo tudo aquilo que deseja em seu coração”. Todas nós possuímos um potencial incrível, que está ali, dentro de cada uma, esperando para ser usado ao máximo. Infelizmente muitas pessoas convivem com a mesma insatisfação que eu estava sentindo tempos atrás e optam em permanecer acomodadas nas escolhas que fizeram, mesmo que não lhes tragam realização alguma. E sabe por que? Por que a maioria delas não acredita no seu potencial ou até desconhece a sua existência.

Acredito que a realidade que vivemos é resultado das escolhas e das apostas que fazemos. Escolha apostar em você. Escute o seu coração e as paixões que gritam por liberdade lá no íntimo da sua essência. Possuímos dentro de nós o projeto de todas as obras que desejamos construir em nossa vida. E para ter sucesso nessa construção é preciso seguir o seu projeto, que é único e exclusivo seu. Se você construir as suas obras de acordo com o projeto de outras pessoas ou diferente daquele que existe dentro de você, existem grandes chances de você não encontrar sentido naquilo que está fazendo e sentir a mesma insatisfação que eu senti tempos atrás. Por isso, escute o seu coração, cultive as suas paixões e trilhe um caminho de realização e felicidade.

Acredite, você é bem mais forte e capaz do que imagina! Aposte e invista em você!

EE-Colunista-Sheila-Leal

EE-Colunistas-aviso-geral

28 abr 2017

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DIFERENÇA ENTRE MARCA E RAZÃO SOCIAL

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É muito comum os empresários confundirem o registro da marca com o registro da razão social feito na junta comercial. O processo da junta comercial é para o registro da razão social da empresa, a pesquisa para este é feita somente neste órgão e a nível estadual. Este registro assegura ao titular que não haverá outra empresa com a mesma razão social no estado.

O registro da marca, por sua vez, é feito no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) e garante exclusividade de uso da marca ao seu titular em todo território nacional. O registro na junta comercial não anula a necessidade do registro no INPI, pelo contrário, uma marca registrada pode impedir o uso de uma razão social colidente, gerando grandes transtornos e a necessidade de mudança da razão social.

Somente o registro da marca garante ao seu titular:

- Direito de exploração comercial da marca;

- Direito de impedir que terceiros imitem, reproduzam, importem, vendam ou distribuam produtos/serviços com sua marca sem sua autorização;

- Geração de receita através de licenciamento, franquia ou venda.

Ficou curiosa? Com dúvidas? Entre em contato e solicite uma pesquisa gratuita da sua marca.

E-mail: novohamburgo@vilage.com.br | (51)  9 9424-4967 | (51) 3066-0286

EE-Colunista-Fernanda-Rauter

EE-Colunistas-aviso-geral

27 abr 2017

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Tão longe tão perto

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Essa é a terceira vez que iniciou um texto com esse título, o tema central sempre foi a afirmação feminina e suas dificuldades.

“Eta” textinho bem demorado de evoluir!

O nome e tema sempre foram os mesmos desde a primeira ideia, mas o contexto foi mudando e minha visão sobre o tema também.

A história da luta por direitos femininos ou por direitos mais equilibrados, desde as sufragistas já passam de 100 anos. Desde lá evoluímos muito em alguns aspectos, nada em outros e infelizmente, em alguns países, a valorização feminina até regrediu.

Na minha opinião não são leis que criam igualdade de gênero, é o nosso modo de pensar e agir cotidianamente que transforma o mundo ao nosso redor. As leis não têm poder criar igualdade enquanto as desigualdades estiverem em nossos genes ou na matriz de nosso pensamento.

A memória celular afeta tanto você quanto a Hillary Clinton que lutou uma vida e quase chegou a sua meta. Esse quase que é sempre o problema…

O segundo colocado é sempre o primeiro perdedor”, essa frase é comum em meios esportivos e não tenho a menor ideia de quem a falou primeiro.

Todas nós carregamos registrado em nossas células que o nosso papel é secundário. Isso está impregnado no nosso campo vibratório. Então, não adianta apenas culpar os homens por algo que está dentro de nós.

Basta darmos uma olhada para nossa própria árvore genealógica para ver que nossas ambições entram em conflito nossa história genética e cultural.

- Quantas da suas antepassadas, mãe, avó e bisavó exerceram atividades remuneradas?

Todas certamente trabalharam, e muito!

Quantas foram chefe de família por vontade própria? Quantas tiveram algum reconhecimento do próprio esposo?

Isso foi formado geração após geração numa repetição continua do modelo recebido. A chave da mudança está nas nossas mãos!

Não basta sermos empresárias empenhadas para o sucesso se continuarmos favorecendo os filhos homens. Cuide da forma como você cria seus filhos. Eu vejo mães superprotegerem seus meninos e preparando suas meninas para a autonomia, com isso os meninos acabam se tornando mimados e se achando cheios de direitos especiais.

Os filhos repetem o que os pais fazem, se seu companheiro assume as tarefas domésticas, seus filhos se tornarão homens melhores. Eu sou da geração que o destino obvio da mulher era o casamento, mesmo assim a maioria das minhas amigas trabalha e é independente e muitas de nós tiveram que lutar por esse pequeno direito.

Estamos construindo um novo modelo todos os dias.
De nada adianta querer mudar o mundo não mudarmos a nós mesmas.

Lembro quando pequena assistia meu pai responder a pesquisas tipo do IBGE se sua pessoa sua esposa trabalhava.

Ele respondia: sim, muito e de graça! O esforço feminino era sempre de graça e não era considerado trabalho, nem nas pesquisas!
Então, olhem para sua história, pensem em suas mães, avós e bisavós. Vejam o quanto trabalharam, sem nem ao menos o reconhecimento de que fosse trabalho! Quando nos reportamos a nossa realidade profissional atual nas quais profissões majoritariamente femininas como magistério e arquitetura a remuneração é cada vez mais reduzida.
Então, olhem para si mesmas, observem os comandos sutis, os registros implícitos que você recebeu da sua genética. Honrem seus antepassados, mas libertem-se desses comandos.

Para agirmos livremente é necessário desapegar de conceitos arraigados em nosso ser.

O trampolim que nos alça longe está muito perto. Aberta essa chave você estará livre para alcançar seus sonhos!

Afinal, o machismo dos outros é mais fácil de ser administrado que o nosso.

EE-Colunista-Ane-KielingEE-Colunistas-aviso-geral

07 abr 2017

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Empreendedorismo da mulher negra

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Abrir o próprio negócio é uma opção promissora para fugir do desemprego e dos baixos salários

No Brasil, o dia 20 de novembro é marcado pela celebração do Dia Nacional da Consciência Negra. A data serve de reflexão para todos nós sobre a inserção do negro na sociedade e a busca por oportunidades iguais em diversas áreas, como educação e mercado de trabalho.

Nesse segundo ponto, houve um avanço entre 2002 e 2012, conforme o Sebrae, baseando-se em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do IBGE. Entre esse período, o número de negros donos de micro e pequenos negócios no país cresceu 28%. Hoje, metade dos donos de negócios são afrodescendentes, enquanto que 49% são brancos e 1% pertencente a outros grupos.

Para a mulher negra, o empreendedorismo tem sido uma opção promissora para escapar da alta taxa de desemprego e baixos salários. No mesmo estudo o IBGE indicou que são pouco menos de 500 mil empregos formais de mulheres negras contra 7,6 milhões de mulheres brancas. Soraia Motta é um exemplo de mulher negra que alcançou sucesso ao empreender. Ela começou vendendo seus produtos para artistas negros no Fórum Social Mundial da Cultura, realizado em Porto Alegre. Hoje, é dona da loja Maria Babado de Chita, com foco em moda, beleza e identidade.

Falando em escala mundial, temos muitas mulheres negras de sucesso no mundo dos negócios e que podem servir de inspiração, não somente pela questão financeira, mas também pelo empoderamento e por ocuparem cargos importantes. Cito Oprah Winfrey, apresentadora de televisão e empresária. Seu programa, The Oprah Winfrey Show, é o talk-show de maior audiência da história da televisão norte-americana e vencedor de muitos prêmios Emmy. Ela ainda foi eleita pela revista Forbes como a mulher mais rica do ramo do entretenimento no mundo no século XX. Além disso, foi a primeira mulher negra a ser incluída na lista dos bilionários, em 2003.

Depois de 25 anos no ar, ela apresentou seu último programa em 2011. Sabe por quê? Para dedicar-se à sua própria rede de televisão, o Oprah Winfrey Network. Oprah não vem de família rica e sua história na juventude é marcada por superação, muito estudo e vontade de mudar de vida. Uma mulher negra que batalhou pelo seu espaço e conseguiu vencer.

Fontes: IBGE, Portal Africas, Catraca Livre

EE-Colunista-Scheron-DilkinEE-Colunistas-aviso-geral

05 abr 2017

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Persistir para empreender

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Saiba como uma cantora de jazz e pianista clássica serve de exemplo para abrir o próprio negócio

Seu nome de batismo era Eunice Kathleen Waymon. Para poder cantar blues nos bares de Nova Iorque, Filadélfia e Atlanta escondida dos seus pais, aos 20 anos adotou Nina Simone como nome artístico. Seu grande sonho era se tornar uma pianista clássica. Fez aulas, estudou muito e praticou, mas não foi reconhecida à época, chegando a ser rejeitada após uma entrevista para o Curtis Institute, um importante conservatório de música dos Estados Unidos.

Ela nunca desistiu. Continuou cantando em bares e aos poucos conquistou um público pequeno, mas fiel. A mistura de jazz, blues, música clássica, talento e uma voz poderosa contribuiu para o seu sucesso profissional. Eu consigo enxergar parte da trajetória da Nina Simone como uma grande inspiração para empreender. É o mesmo pensamento que quis passar a vocês quando falei sobre a Madre Teresa.

Exatamente como Nina Simone fez, a mulher que deseja começar um negócio próprio precisa ter muita perseverança e força de vontade. O caminho não é fácil e muitas portas vão estar trancadas, mas o importante é ter em mente que não se pode desistir nunca do seu sonho. Empreender é ter autonomia e liberdade, coisas pelas quais Nina Sinome lutou sua vida inteira.

Empreender não se limita a ter ideias, conhecimento técnico e estudo. São qualificações extremamente importantes, é claro, mas não o bastante. Aí vão algumas dicas:

  • Tenha iniciativa

Você não pode ficar parada. Iniciativa e comprometimento devem ser algumas das características de quem quer empreender;

  • Perseverança

Não desista. Sua ideia de negócio pode ser muito boa e promissora, mas talvez não esteja atingindo o público certo ou em uma época propícia, principalmente em tempos de crise econômica. Mas persevere na ideia até o fim;

  • Pense grande

Pensar grande não significa tirar os pés do chão. Você pode e deve desejar ter muito sucesso profissional e ao mesmo tempo adotar cautela nas decisões. Quem pensa pequeno não consegue ter uma visão ampla das oportunidades que surgem;

  • Inspire-se

Busque cases de sucesso e histórias que possam servir de exemplo. É mais fácil trilhar o próprio caminho quando você conhece os desafios e conquistas de mulheres que conseguiram empreender antes de você.

EE-Colunista-Scheron-DilkinEE-Colunistas-aviso-geral

14 mar 2017

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Coincidência ou Conexão?

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Você acredita em coincidências? Ou acredita que o tempo todo aconteçam conexões geradas pelo Universo?

Começo falando que o fato de eu estar escrevendo essa coluna aqui para vocês não é coincidência, ao longo do texto vocês entenderão. Também gostaria de deixar claro que não considero errada nenhuma das duas opções, mas vou escrever (e sempre escreverei) daquilo que sinto e tenho para mim como um Norte.

Sempre me interessei por assuntos da linha auto conhecimento/Bem estar, e um dos livros que mais me marcou (e que me lembro ter sido um dos primeiros que lia nesse segmento, desde pequena lembro de ler sobre Neurolinguística) foi o do Lair Ribeiro, Pés no chão, cabeça nas estrelas. Ali me encontrei. Gostava do que lia e me sentia confortável e serena a cada página que ficava para trás. E livro a gente sabe como é, tu quer mais e mais e mais… Tenho esse e muitos outros guardados, por eles tenho um apego que nem sei…

Gosto de livro, de cheiro de livro. E ler aquilo que a gente gosta e se identifica, faz toda a diferença. E quando sinto que estou ficando sem bateria, é hora de partir para uma boa livraria…

E onde fica o auto conhecimento, livros e essa coluna com Coincidência ou Conexões?

Quando adquirimos a consciência de se conhecer, de fazer aquilo que gostamos, que faz bem e quando acaba sentimos falta (NÃO! NÃO ESTOU FALANDO DE CHOCOLATE!) fica mais fácil matar a charada. E eu percebi que o fato de estar escrevendo aqui e agora, de estar aberta e apta a receber as belezas que o universo manda é porque me CONECTEI com meu interior, meus propósitos, com aquilo que gosto e acredito. E daí tudo começa acontecer naturalmente, começa a fluir! Tive a oportunidade de me tornar Embaixadora da Escola de Você Novo Hamburgo (belo projeto, com várias Embaixadoras especiais, vale a pena dar uma olhada no site!) e aceitei a proposta por acreditar no potencial das pessoas, em especial das mulheres. E sigo fazendo várias outras formações com esse mesmo propósito: VER O LADO BOM DE QUALQUER SITUAÇÃO, PORQUE SEMPRE TEM.

Sabemos de todas as adversidades que passamos, seja no trabalho, nos estudos, nas amizades, no casamento e com a gente mesmo. Todo mundo tem um dia de “bad” pra chamar de seu.  E comigo não é diferente. Mas então o que acontece?

Acontece que treino, isso mesmo, treino a mente para focar no positivo, na solução, no lado bom. É difícil? Ô se é.

Sou mãe de dois, casada, tenho um dog pra cuidar e contas pra pagar.

Tem dias que quero me esconder embaixo da cama. Mas logo digo para mim mesma: Vai lá e resolve, vê o lado positivo, tem – sempre tem, talvez agora neste momento tu Daniela não tenha a percepção do porquê, mas calma que tudo se acomoda. E a resposta vem como um insight, vem na mente, assim do “nada”. E como tu já estás conectada, entende na hora. É bater e valer!

Acredito muito que toda essa mania, que também pode ser chamada de hábito, se dá da minha vontade de beber dessa água chamada viver em harmonia, viver vivendo, ver o lado bom das coisas. Leio muito sobre isso. Leio de um tudo, livros, artigos de filósofos e escritores, posts de amigos. Então a dica é, coloque pra dentro de você informações relevantes, leia coisas interessantes, verifique a fonte antes de compartilhar ou absorver alguma notícia na internet… Converse com pessoas com boas histórias e com experiências positivas. Isso faz toda a diferença!

E assim vou mandando meu recado pro Universo, que entende de tudo isso como ninguém, e num momento de navegação nas  redes sociais me deparo com um chamado:

Recruta-se colunistas para esse blog.

Coincidência ou Conexão?

EE Colunista Dani Grahl

EE-Colunistas-aviso-geral

07 mar 2017

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Por que nosso pensamento multiconectado vale ouro

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Faz algum tempo que eu assisti a um vídeo no Youtube com um trecho da apresentação tipo stand-up comedy do humorista Mark Gungor, onde ele explica a diferença entre o cérebro feminino e o masculino. Ele começa a falar sobre isto nos 16 min de vídeo.

Apesar de ser uma piada, faz todo sentido. Ele explica que o cérebro do homem é formado por caixas criteriosamente divididas por temas. Tem então a caixa da mulher, da família, do cliente, da mãe, da empresa, do futebol, etc. E um detalhe importante: as caixas não se tocam jamais. Sendo assim, os homens tratam do conteúdo de uma caixa por vez. Resolveu uma caixa? Ela é fechada e eles partem para outra.

Uma caixa por vez, de forma linear, pontual e objetiva. Assim, a caixa que corresponde ao trabalho, onde está rolando maior stress e cobranças não vai interferir no encontro com a namorada à noite, por exemplo.

Já o cérebro feminino é formado por um enorme rolo de fios que se configuram como um novelo e conectam simplesmente tudo a tudo.  O stress do trabalho está ligado ao cartão de crédito que remete à briga em casa, que leva à conversa que está agendada na coach, que inspira uma ideia para resolver a briga em casa e um problema de trabalho, seguindo para a roupa que precisa usar no próximo evento social. A nossa rede de conexões nos permite percorrer todo um ‘universo’ em segundos.

Apesar de meia machista a piada, ela é realmente engraçada e tem muita verdade.

Ele diz que a mulher precisa falar mais, pois precisa explicar todas as conexões.  E para um homem, quando um evento acontece, categorizam como um “evento”. Já para nós, não é só um evento, mas todos os detalhes conectados com o evento.  Isto explica muita coisa! O feminino se revela através da emoção, do sentir, da negociação, da contemplação, dos relacionamentos, da afetividade.

Sendo assim temos o cérebro-caixa vesus o cérebro-novelo. No mundo corporativo, tanto como colaboradora, como dona, fala-se nos últimos anos sobre a importância e do destaque da presença feminina, justamente pelo cérebro-novelo.

A crise econômica acelerou o processo de mudança e aumentou a demanda por mão de obra feminina, uma vez que as mulheres ão mais flexíveis e adaptam-se melhor a mudança.  Somos multitarefas sim, como já ouvimos falar há muito tempo por aí, por conta do nosso cérebro-novelo, somos sensíveis, aptas a nos conectar e gerenciar ambientes flexíveis, formamos empresas mais matriciais e menos hierárquicas.

Hoje temos cada vez mais a valorização do indivíduo, sua qualidade de vida, seus interesses, seus sonhos. Tudo isso é fruto desta revolução silenciosa vinda através desta força feminina.

O poder do feminino nas organizações é fator primordial para o sucesso de pessoas, empresas, nações e negócios. Aqueles que conseguem trabalhar estas forças de modo sensato e positivo, extraindo o melhor de cada uma, sem dúvida estarão muito a frente no caminho do sucesso.

O ideal, seja homem ou mulher é, observar e praticar a objetividade do universo masculino, mas ter a sensibilidade do universo feminino para saber o momento de ceder, recuar ou avançar ainda mais.

No mundo corporativo do século 21, com a era digital, nosso pensamento multiconectado vale ouro.  Melhor para nós e nossos cérebros-novelo, que conetam tudo com tudo.

EE Colunista Manu DamascenoEE-Colunistas-aviso-geral

14 fev 2017

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Questões criam REALIDADE

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Quero te fazer uma pergunta simples: para alcançar o sucesso, você acha que precisa focar em suas forças ou fraquezas?

A maioria responde que deveria focar nas fraquezas, já que são essas as lacunas para ter um resultado diferente.

Certo?

Errado.

Existe uma unanimidade silenciosa em nossa sociedade, pregando que para sermos melhores precisamos focar no que não está bom, e empregar nossos esforços no desenvolvimento desses aspectos. Assim, poderemos alcançar essa excelência profissional ou pessoal.

O que muito pouco se diz, é que essa teoria – de focar nas fraquezas – deteriora nossa energia e identidade, pois passamos, incessantemente, a buscar questões que não fazem parte do nosso rol de habilidades. O tempo que gastamos tentando melhorar algo que não fazemos bem é imensamente maior do que o tempo que gastamos para melhorar algo que já temos de bom.

Esse é o conceito número 1 da Psicologia Positiva: questões criam realidade. E o que isso quer dizer na prática? Quer dizer que sua realidade é moldada pelo que você foca.

Nunca seremos perfeitos, teremos a vida perfeita ou todas as competências, mas se passarmos boa parte da vida apenas buscando isso, deixaremos de olhar para as coisas positivas que temos.

Por exemplo – Se você perguntar a si mesmo: “O que não está bom hoje?”; sua realidade será mais pessimista, pois você tenderá a enxergar só as coisas ruins. Mas, se ao contrário, você se perguntar: “O que está funcionando bem?”, você verá o lado bom, mesmo que existam problemas ou objetivos ainda não alcançados.

Mas não basta apenas fazermos uma pergunta positiva, temos que fazer a pergunta positiva CERTA.

Posso perguntar: “O que eu tenho de bom?”. Mas, se eu já estou em um movimento negativo, será difícil perceber minhas qualidades. Nesse caso você poderia se perguntar:

- Que habilidades minhas utilizei para superar meu último problema?

- Que elogios já recebi?

- Quando não percebo o tempo passar, que tipo de atividade estou fazendo?

Essas são perguntas que vão fazer você refletir e aprender a focar nas coisas boas. Pois são essas coisas boas, essas qualidades que você já tem, que serão o seu diferencial. São elas que te ajudarão a conquistar objetivos, mesmo que a meta seja conquistar uma nova competência.

Então fica o desafio: no que você está focando?

EE-Colunista-Juliana-Emer

EE-Colunistas-aviso-geral

13 fev 2017

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Desaparecer é preciso

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Primeiramente peço desculpas pelo meu sumiço aqui do Entre Elas! Agradeço muito ao puxão de orelha sutil que as meninas me deram para voltar a escrever aqui. Posterior a isto, vamos aos fatos:

É de comum acordo que 2016 foi um ano diferente. Para o misticismo, um ano que verdades viriam à tona, para os Maias um ano de mudanças, para os pessimistas um ano terrível que só trouxe desgraças e para os otimistas um ano de desafios. Para mim foi um ano de repensar o futuro.

Se para você, cara leitora, tudo na sua vida está como você gostaria ou tomando forma, leve este texto como um desabafo. Mas se você sente que algo não está lhe agradando, preste atenção: é preciso parar e sumir, de vez em quando.

O início deste ano foi como de todos os outros, na minha vida empreendedora: visar clientes. Tendo um escritório de comunicação é preciso estar a parte de tudo que acontece no mundo. TUDO. Após festas de final de 2015 e férias, fui atrás de possíveis clientes e iniciamos os fechamentos de contratos. Logo que começaram as reviravoltas políticas, lembrem-se do Impeachment, o mundo dos negócios esfriou totalmente pela capital gaúcha. Em pleno desespero pessoal de como iria pagar as contas, comecei economizar no que fosse preciso, abrindo mão de esportes, momentos de lazer e até objetos que me agradavam muito. No ápice do estresse, chegaram as férias de Julho. Não tive férias, continuava na busca incessante por dinheiro para pagar as contas fixas, e esquecendo do meu bem-estar pessoal. Em agosto, uma decisão: ser voluntária das Olimpíadas Rio 2016.

Já que o mercado continuava parado e minha vida um tanto bagunçada, resolvi sair da zona de conforto. E o resultado: a melhor experiência da minha vida.

Não foi só porquê era no Rio, não foi só porquê era no meu esporte favorito e não foi só por que eu estaria envolvida no maior evento esportivo do Mundo. Foi a melhor experiência da minha vida porque eu estava trabalhando em algo que me dava cem por cento de satisfação pessoal e zero por cento de remuneração em dinheiro. E então percebi o que eu errei por muito tempo.

Errei em pensar que é só por dinheiro. Errei por pensar que só em uma área que posso atuar. Errei em pensar que não existem mais momentos diferentes para aprendermos. E esta experiência me ensinou que existem diversas áreas em que posso desenvolver meu lado empreendedor.

Do meio do ano para cá, venho trabalhando em projetos diferentes, que certamente sairão do papel agora nas férias. Continuo com meu escritório de comunicação e atendendo meus queridos clientes. Mas tenho tido ânimo e outros olhos para enxergar os diferentes negócios que estou fazendo.

Eu poderia escrever aqui sobre minha experiência profissional na área de comunicação, poderia escrever aqui sobre a minha experiência nas Olimpíadas (precisaria de uns dois ou três posts!) mas resolvi escrever sobre o quão importante é nos darmos conta do que nos faz feliz, e para isto, precisamos PARAR o nosso dia-a-dia e viver. Vivenciar experiências novas, conhecer locais novos, e assim enxergar o que nos move todos os dias.

EE-Colunista-Luana-Martins

EE-Colunistas-aviso-geral

08 dez 2016

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