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História Empreendedora: Aline Heinen da Star Bags

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Dizem pesquisas que se empreende por necessidade ou por oportunidade. Ou seja, se avalia uma demanda que ainda não foi atendida ou está carente e se cria uma OPORTUNIDADE. Ou por, falta de emprego, por recolocação no mercado ou ainda, para ocupação por uma depressão ou outra doença, se empreende por necessidade. A Aline da Star Bags identificou uma oportunidade, mas também uma necessidade. Como assim?

Aline teve sua mala trocada no aeroporto, o que não é uma experiência legal, e depois disso teve a ideia de pedir para sua mãe fazer uma capa para sua mala. A capa que sua mãe produziu fez sucesso nas viagens e entre amigos.

Ela aproveitou uma oportunidade de demanda para um produto inovador e, a necessidade do seu marido precisar trabalhar na época, pois estava desempregado. Pronto, nasceu a Star Bags.

Star Bags é uma capa de proteção para malas que proporciona segurança, beleza, economia, personalização e praticidade.  Possui fechamento que permite cadeado e com possibilidade de personalização.

A Star Bags já teve loja no aeroporto de POA e neste inverno, está tendo uma loja em Gramado, aqui no RS, onde nesta época a cidade é repleta de turistas, além da loja virtual.

Apesar de todas as dificuldades que um empreendedor enfrenta neste país, a empresa só cresce. A Aline ainda não trabalha full time na Star Bags, mas o projeto só cresce e em breve torcemos para ela dedicar 100% do tempo neste projeto super inovador e bacana. Ela dedica um turno de trabalho para a empresa e tenta equilibrar com sua vida profissional e pessoal.

Com dedicação, coragem, persistência e um pouco de cara de pau, a Aline conseguiu emplacar matérias de TV com a Star Bags, em programas como: Bom Dia RS e Pequenas Empresas, Grandes Negócios.

Um depoimento bacana que a Aline deu na sua participação no último Entre Elas, em julho, foi de que o empreendedorismo resgatou e uniu sua família. E nós do Entre Elas acreditamos muito no poder transformador do empreendedorismo. As vezes alguns acontecimentos em nossas vidas nos fazem agir ou desencadeiam paixões que podem fazer nascer um plano profissional totalmente novo.

Próximos planos? Franquias, vendas nos EUA…o céu é o limite.

Quer presenciar a próxima história empreendedora? Dia 21 de Setembro, Eliane Magnan vai contar a sua história e da Elegance Lingeries. Garanta seu ingresso aqui.

Acompanhe nossas redes sociais: Instagram.com/projetoentreelasFacebook.com/entreelasnh

manu damasceno entre elas NH

11 ago 2016

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História Empreendedora: Aline Taís da Rosa da PetPapá

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Aline e sua mãe Maria da Graça.

Nunca se falou tanto em viver com mais qualidade e isto inclui nossa alimentação, e quando o assunto são nossos pets, já paramos para pensar que eles também podem manter uma dieta mais saudável com comida natural pensada para eles? Eu nunca!

Foi pensando em levar saúde e bem-estar para nossos amigos de quatro patas, que a PetPapá começou a produzir comida natural congelada para cães e gatos.

Empreender demanda medos, insegurança e muita coragem. E foi exatamente este caminho de coragem que a Aline, junto com a sua mãe Graça e, outro sócio, vem trilhando desde 2013, quando ela teve a ideia de criar a PetPapá e abandonou um emprego seguro para empreender.

A Aline contou em sua palestra no Entre Elas de maio, que teve uma caminhada turbulenta, com burocracia, pois seu tipo de empreendimento é do segmento de alimentação, dificuldades por falta de inexperiência em empreender, e claro, de investimentos. Mas junto com a escolha de empreender vieram os benefícios, como flexibilidade de horários e trabalhar com paixão, pois como ela destacou todo esforço e trabalho é para você, é seu!

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E todo serviço pesado, noites mal dormidas e obstáculos valem a pena? É só ver uma foto de um antes e depois dos animais que a PetPapá atende. Vários bichinhos com problemas de saúde, que em meses estão super melhores, com uma vida mais saudável e feliz.

A PetPapá conta com 3 sócios e uma colaboradora e, estão crescendo na região, além de terem chamado atenção de vários veículos de comunicação, uma vez, que nunca se procurou tanto proporcionar bem-estar aos animais de estimação, seja com a moda ou com produtos específicos para eles viverem melhor.

E para finalizar a Aline compartilhou o que ela considera importante na hora de empreender, e o que ela já faria diferente se começasse empreender hoje: ter capital de giro, estudar sempre, registrar sua marca, cuidar para separar amizade e negócios na hora de contratar, legalizar o negócio, pesquisar o mercado para fazer diferente, ter pessoas certas para ajudar e acelerar o negócio e manter tudo documentado – eu anotei as dicas, e você?!

Nossa próxima história empreendedora será dia 21 de Setembro, reserva a data!

manu damasceno entre elas NH

21 jul 2016

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O que esperar de 2016?

 

Sobrevivemos ao ano de 2015! O ano que tentou assustar os nossos bolsos passou, mas o que sobrou dele? Um novo ano para continuarmos trabalhando.

Em um texto anterior, falei sobre como enxergava o empreendedorismo na tal crise, que as oportunidades continuavam aparecendo e que deveríamos continuar correndo atrás. Ainda acredito nisso. Acho que os empreendedores serão o carro chefe dos negócios daqui para frente, só que precisarão aperfeiçoar algumas qualidades.

Quem decide pelo empreendedorismo sabe, ou acaba descobrindo depois, que terá de aprender muitas coisas fora de sua área de atuação. Assuntos como administração, comunicação, contabilidade, finanças e autoconhecimento são básicos para um negócio, e quem não sabe, aprende. Mas o que vem depois, que servirá para este ano é: negociação, inovação, criatividade e fidelidade.

A negociação, em tempos de crise, é fundamental. Hoje a concorrência de mercado é imensa, o cliente procura o melhor preço e sabe negociar, então cabe a nós negociarmos também. Faça um preço justo ao trabalho que irá entregar, e agregue valor a este trabalho.

A inovação não precisa ser algo nunca feito, pode ser algo que já existe, mas feito de um jeito novo. A criatividade acompanha a inovação, e a fidelidade entre cliente-empresa é o resultado de tudo isto.

O ano de 2016, para os negócios, continua estremecido, mas para quem souber realizar um bom trabalho, com as quatro palavrinhas escrita anteriormente, certamente, terá sobreviverá mais um ano.

EE-Colunista-Luana-Martins

EE-Colunistas-aviso-geral

09 mar 2016

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Sobre ser Mãe Empreendedora e aproveitar as oportunidades

Sabe quando uma oportunidade bate na sua porta e você não tem como dizer não? Pois é… comigo foi quase isso. Digo quase, porque eu poderia dizer ter dito não, mas preferi correr o risco e entrar de cabeça em um novo negócio.

Foi tudo muito rápido, porém não foi fácil. Recém havia passado por um processo de decisão entre abandonar um emprego estável (um bom emprego) e trabalhar Home Office com Assessoria Administrativa para poder cuidar do meu filho. Resolvi aderir ao Empreendedorismo Materno e as coisas fluíram bem, melhor do que pensava, inclusive.

Quando eu pensei que está tudo encaminhado, eis que surgiu a tal oportunidade, de ser dona de um novo negócio, um Coworking. Fiquei com dois corações. Por lado eu poderia ficar na minha zona de conforto e continuar em casa com o baby e por outro eu poderia encarar um desafio e ampliar meus negócios.

Optei pela segunda opção, mudei toda minha rotina: coloquei o baby na creche (com o coração na mão) e fiquei morrendo de medo que algo desse errado.  Mas sabe que eu percebi? Que as coisas se ajeitam naturalmente, ele adora a creche e eu estou amando meu novo desafio.

O empreendedorismo materno não precisa se resumir somente ao Home Office. Hoje eu preciso cumprir um horário, é verdade, mas em contrapartida, tenho flexibilidade para administrar meu tempo como achar melhor, inclusive para ficar com meu filho quando bem entender.

E outra coisa que eu percebi, é que saindo do Home Office eu me senti muito mais motivada para trabalhar, conheci várias pessoas bacanas e posso cada vez mais fazer o que eu gosto, apoiar micro e pequenos empreendedores.

Uni o útil ao agradável: mantenho minha Assessoria e minha produção de conteúdo, e tenho contato com empreendedores das mais diversas áreas com meu Coworking e escritório compartilhado.

Da trabalho manter 2 negócios, cuidar de si, da casa e da família? Sim, muito. Mas me sinto realizada fazendo o que amo.  Poderia ter dito não, mas a verdade é que ter dito sim fez muito bem para mim e para toda minha família, inclusive para meu filho.

EE-Colunista-12-Gabriele-Rech

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16 out 2015

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Mas afinal, que crise é essa?

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No ano de 2015 dos negócio e finanças só se ouve falar em CRISE. Mas afinal, que crise é essa?

O governo brasileiro já vem abalado há tempos, mas não cabe aqui neste espaço discutirmos sobre política. Cada pessoa tem suas escolhas e suas posições políticas que devem ser respeitadas. Mas tirando a crise da política, o que nos sobra? Os negócios.

Sou empreendedora há três anos, participo de grupos de jovens empreendedores, e conheço os não tão jovens também. Convivo com donos de grandes empresas, empresas médias e pequenas, e não vejo ninguém desistir, mesmo na tal crise.

Abrir um negócio nunca foi fácil. Sabe-se que é preciso investir dinheiro e muito tempo nos primeiros anos, sabe-se que o retorno não é garantido, e nem aparece no tempo que imaginamos, e sabe-se, também, que todos que empreendem estão atrás de um sonho, o que envolve muita determinação.

O que vejo nesta crise não são portas fechando, e sim, oportunidades escondidas nas mentes dos empreendedores e empresários. O receio do que será dos negócios, acabou paralisando muitos, mas o que encontramos são as tais portas encostadas, espiando o que virá.

Especialistas econômicos falam que 2015 já passou, e não há esperança, os otimistas falam que o setor melhorará em 2016, e os pessimistas dizem que só em 2017. Mas e nós, empreendedoras, o que faremos até lá?! Negócios.

Vamos continuar inovando, vamos continuar em busca dos nossos sonhos, e vamos continuar, principalmente, realizando networkings, o que neste caso será a solução para nossos casos. Quanto mais pessoas vocês conhecerem, e mais pensarem em possibilidades para seus negócios, melhor sairão da crise. E ninguém entende mais de crise que nós mulheres, não é mesmo?!

EE-Colunista-Luana-Martins

 

18 ago 2015

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10 dicas para toda empreendedora

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Atendo empreendedoras e mães empreendedoras de diversos segmentos do mercado. Tenho observado nestes meus projetos e atendimentos que as dúvidas e dificuldades de todas são muito similares. Baseado nessa percepção eu escrevi 10 dicas que (em minha opinião) toda a empreendedora deveria considerar:

1. Planeje

Faça um planejamento do seu negócio, mesmo que ela já esteja em funcionamento. A partir de um bom plano você consegue organizar as prioridades e estabelecer metas para as providencias que precisam ser tomadas, e também terá clareza de qual o melhor caminho a seguir.

2. Tenha uma lista de tarefas

Eu não vivo sem a minha. Anote as macro tarefas da semana e faça também uma lista diária de tarefas. Isso vai fazer com que seu dia se torne mais produtivo, e pode ter certeza de que quanto mais você for concluindo as pendências, mais estímulo terá para produzir e não procrastinar.

3. Tenha parceiros

Faça parcerias que irão colaborar com o seu negócio e vice versa. Ter parceiros estratégicos além de te trazer inúmeros benefícios, irá também beneficiar seus clientes, pois você sempre terá um profissional de confiança para indicar.

4. Formalize

Formalize a sua empresa. Informa-se com um contador de confiança sobre qual a melhor alternativa para a sua empresa: MEI, ME, LTDA, etc.

5. Terceirize

Ninguém consegue fazer tudo sozinho o tempo todo, nem mesmo nós mulheres. Terceirizar atividades que não dependem exclusivamente do seu conhecimento técnico em relação ao negócio é uma alternativa com excelente custo-benefício. Além de não configurar vínculo empregatício, o custo de uma empresa terceirizada é com certeza muito menor do que a contratação de um colaborador formal.

6. Tenha controles simples e efetivos

Melhor ter uma planilha básica com as respostas e informações que você precisa, do que uma planilha sofisticada onde você não consegue se entender. Assim como, é importante que seus controles sejam feitos em uma ferramenta que você se sinta apta e estimulada a atualizar as informações. Mas não esqueça: controles gerenciais são vitais para a empresa, desde o inicio dela.

7. Separe as coisas

Mesmo que seu negócio seja só você, você empresária é uma coisa e você pessoa é outra coisa. Separe a pessoa jurídica da pessoa física, principalmente a conta bancária.

8. Tenha foco

Por mais difícil que seja, ninguém (ou quase ninguém) se torna um empresário bem sucedido da noite para o dia. Portanto mantenha o foco no seu objetivo, tenha seu plano em dia e siga em frente, firma e forte.

9. Estude

Estude, leia bastante, faça cursos e treinamentos sempre que possível, mas não enlouqueça. No início temos a tendência de ler e consumir toda e qualquer informação que esteja relacionada ao nosso negócio. Isso não é errado, porém, precisamos focar no que realmente é importante e de qualidade.

10. Faça um bom atendimento

Atenda bem o seu cliente, cumpre as suas promessas, seja pontual e rápido nas respostas e principalmente, seja transparente. Nada pior do trabalhar com alguém que quer aparentar ser o que não é.

Bom, espero que essas dicas te ajudem na sua vida de mulher empreendedora. Qualquer dúvida é só deixar um comentário ou enviar um e-mail para assessoriaempresarial.gr@gmail.com.

Beijos e sucesso!

PS: No artigo do mês passado eu falei sobre finanças femininas e lancei uma pesquisa. Se você ainda não participou, clique AQUI e participe. No próximo mês irei apresentar o resultado e dar boas dicas.

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21 mai 2015

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Bonita, simpática e com espírito empreendedor, assim é difícil não inspirar

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Desde que eu conheci a Michelly, eu sempre a achei bonita e simpática, duas características difíceis de se relacionarem, ou talvez aos olhos das mulheres isto é difícil. Pois logo procuramos os defeitos nas outras mulheres, para querer justificar o porque do nosso cabelo não ser tão brilhoso quanto o da outra pessoa, porque não termos o corpo tão malhado quanto, ou ainda, por não sorrirmos tanto como a tal. Até “inventamos” histórias como: mas ela deve ter empregada para fazer tudo pra ela, etc, etc. Mas isto é assunto para outro texto, que até já anotei aqui, pois viram que eu me inclui neste contexto todo, né?

A Michelly é natural de SC, veio para o RS com o namorado, e teve que começar do zero na sua profissão de nutricionista. No início, ela contou que ia de metrô para Canoas, para atender um paciente em consultório que conseguiu espaço para trabalhar. Vendo as “desculpas” e ouvindo as histórias de seus pacientes sobre dietas e dilemas para se alimentarem bem e melhor, ela que sempre acreditou que trabalhar para os outros não era tão empolgante, e no fim, mais difícil de enriquecer. Já que mesmo dando melhores resultados, no fim do mês, o valor seria praticamente sempre o mesmo a receber, ela pensou em conciliar um de seus hobbies, cozinhar com o gosto por empreender, e então criou a NUTRIFIT em fevereiro de 2015. O conceito da Nutrifit é marmita saudável, já que os dias são tão corridos, as marmitas são feitas com produtos saudáveis, refeições balanceadas, e o melhor por uma nutricionista.

Ela também optou por adequar a dieta do cliente, no caso de pessoas que estão sendo acompanhadas por outros profissionais. Entre as refeições, tem pratos principais, lanches, sopas, sucos e vitaminas. Eu já provei e super aprovei.

O mais legal que achamos que vale pra vida e que isto sim é espírito empreendedor é:

A Michelly viu uma oportunidade dentro do seu segmento e sua formação e aproveitou.

E ainda em algo de que gostava, pois sabia cozinhar, testou e vem dando certo.

Então é aquela história de ver o cavalo encilhado passando… ele geralmente passa só uma vez.

Algumas pessoas acham que empreender é só abrir uma empresa ou home office, mas não é, você pode fazer isto na empresa onde trabalha. Você é operador de uma máquina, e vê/descobre que aquela máquina é capaz de fazer um outro produto que vem tendo uma abertura no mercado, tu leu isto em algum lugar, tu viu isto numa viagem, numa conversa…

Na segunda, tu vai e comenta isto com teu chefe, com teu “patrão”, como falam por aqui, dá a ideia, pesquisa antes talvez como seria, tu viu uma nova oportunidade para a empresa e não guardou para ti, tu mostrou iniciativa. Tu pode ainda falar que quer participar do projeto, dependendo de como é a empresa ou a tua participação nela, isto é intra-empreendedorismo, algo que as empresas precisam, outras já procuram.

Para finalizar, a Michelly poderia estar trabalhando só com atendimento clínico, que já deve ser ok para uma nutricionista formada e com pós iniciada. Mas para mulheres que inspiram, que buscam mais, uma história própria, e não só por uma inquietação, ou por não querer ter patrão, como as vezes intitulam os empreendedores. Mas por algo maior, uma empresa com propósito, seja ele de serviços ou produtos, neste caso, as marmitas saudáveis colaboram com quem quer comer bem e manter uma vida saudável, mesmo que com sem tempo, mas sem gastar horrores, outro ponto legal que a Michelly também ouvia no consultório dos seus pacientes: comer bem, se gasta muito, então ela queria ajudar nesta questão, o alerta dela percebeu que as pessoas pagavam para comer bem, mas ela também poderia cobrar um valor mais justo.

Então neste caso, poder alinhar FORMAÇÃO + HOBBY + ESPÍRITO EMPREENDEDOR = EMPRESA LEGAL

Não que DIVERSAS pessoas que abandonaram de vez suas áreas de formação não tenham empresas legais e se dado bem, mas convido você a olhar 360º para sua formação/carreira, talvez tenham áreas mal atendidas que você possa atender e ou criar uma super empresa.

manu damasceno entre elas NH

14 mai 2015