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O eco do amor

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Vocês já ouviram falar daquele ditado: o eco é resultado do som que emites?

Então, estamos prestando atenção no que andamos emitindo?

Ao pensar nessa máxima me remeto ao meu processo de educação junto á minha filha. Incrível como na educação as coisas funcionam assim, uma troca diária. Aquele padrão autoritário, ríspido, das agressões, do Eu sempre falo e VOCÊ sempre me escuta caíram por terra faz algum tempo… Não, não estou em hipótese alguma dizendo que devemos ser amicíssimos de nossos filhos e que “Abaixo a ordem viva o caos”.  Não. Só estou dizendo que estabelecer uma relação de escuta, de companheirismo, de trocas faz com que o que emites retorne positivamente.

Meu filho não me conta nada da sua vida, não sei de sua vida escolar, não sei de seus amigos, o que está acontecendo nas “sociais” (leia-se Festinhas, as antigas Reuniões Dançantes! Rsrsrs), nem muito menos o que se passa no seu coraçãozinho de passarinho. Mas veja bem, você acha que de uma hora para outra o jovem irá contar? Que até ontem você mal queria saber (de verdade) como tinha sido o seu dia, que até ontem ele te olhava com uma carinha dizendo implicitamente: Falem comigo, queiram saber de mim, sem julgamentos, quero partilhar meus anseios, minhas alegrias…

Cada família sabe de seus valores, conduzem da forma que acreditam ser a melhor, da forma que lhe foi passada e é baseada nesse modelo que aplicam na relação. Ou até mesmo extremamente ao contrário. Na falta de necessidades básicas atendidas, suprem em demasia o filho. Mas estamos falando aqui de relação de afeto. De confiança. De um caminho construído desde sempre. Nunca fugindo das responsabilidades que a paternidade/maternidade nos trazem.

Li esses dias que nossos filhos seguirão nosso exemplo, e nem sempre nossos conselhos. Você vai dizer:olhe pros dois lados antes de atravessar e ele irá atravessar correndo sem pestanejar! E quer saber? Acho que devem mesmo, devem ter algumas sensações e experiências que cada fase oferece na sua louca transgressão (gente, tudo dentro da normalidade, da idoneidade,da sanidade). São humanos e não perfeitos. O discernimento não deverá faltar, mas a vivência faz coisas incríveis com a pessoas, e passar essas fases em branco seria uma poda lastimável.

O ano de 2016 foi bem atípico, e para mim foi marcante no sentido de ver meu exemplo ser muito forte na vida da minha filha. Estou sempre muito envolvida em ações em prol do outro e nas condições e cenário correspondente, vi minha filha fazendo o mesmo. Se me enchi de orgulho? Claro que sim, mas como tudo na vida temos o Ônus e o Bônus.

Ví seu coração partido com a falta de solidariedade, vi seu olho lacrimejar com a falta da verdade em grupos de amigos, vi seu whats tocar com a seguinte frase: Duda está aí? Preciso de tua palavra amiga, me chame quando puder, vi ela selecionar seus “crushs” por comportamento (Mãe, fulano bebe todos os dias, nem pensar…), vi ela cumprindo vários compromissos com a Liga Jovem de Combate ao Câncer em sábados onde poderia estar com amigas ou passeando com a família, vi ela sentando para conversar ou almoçar com colegas não tão “pops” para não deixar que ficassem sozinhos…

E na hora da conversa, sou escuta, sou reprovação, sou amiga, sou risada, sou fonte de questionamentos, sou chata, sou a melhor mãe do mundo… Mas plantei. Me atualizei. Precisei fazer cursos, precisei ler, precisei ficar preocupada, precisei abdicar de muita coisa pra ter esse retorno. E a caminhada continua, todo dia, sem parar e sem cessar!

Estou emitindo sinais de amor, de conta comigo, de assim não pode, de Desculpas errei, de Nãos, de Eu te Amo. E o eco que tem voltado tem sido lindo. Abundante.

Muita gente tem recebido esse eco memorável. E quem ainda tem como retorno um vazio,um silêncio, uma porta batida dou um conselho (se me cabe e se me permitem é claro): tudo tem cura. Persista, se remodele, vá tateando e descobrindo a brecha. Não é porque estamos na condição de Pais que não podemos aprender,de baixar a guarda, de se deixar amar, de ser escuta.

Depois me conte que Eco tens recebido! Tenho certeza que será o som mais lindo que seus ouvidos poderão escutar…

EE Colunista Dani GrahlEE-Colunistas-aviso-geral

01 mai 2017

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Coincidência ou Conexão?

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Você acredita em coincidências? Ou acredita que o tempo todo aconteçam conexões geradas pelo Universo?

Começo falando que o fato de eu estar escrevendo essa coluna aqui para vocês não é coincidência, ao longo do texto vocês entenderão. Também gostaria de deixar claro que não considero errada nenhuma das duas opções, mas vou escrever (e sempre escreverei) daquilo que sinto e tenho para mim como um Norte.

Sempre me interessei por assuntos da linha auto conhecimento/Bem estar, e um dos livros que mais me marcou (e que me lembro ter sido um dos primeiros que lia nesse segmento, desde pequena lembro de ler sobre Neurolinguística) foi o do Lair Ribeiro, Pés no chão, cabeça nas estrelas. Ali me encontrei. Gostava do que lia e me sentia confortável e serena a cada página que ficava para trás. E livro a gente sabe como é, tu quer mais e mais e mais… Tenho esse e muitos outros guardados, por eles tenho um apego que nem sei…

Gosto de livro, de cheiro de livro. E ler aquilo que a gente gosta e se identifica, faz toda a diferença. E quando sinto que estou ficando sem bateria, é hora de partir para uma boa livraria…

E onde fica o auto conhecimento, livros e essa coluna com Coincidência ou Conexões?

Quando adquirimos a consciência de se conhecer, de fazer aquilo que gostamos, que faz bem e quando acaba sentimos falta (NÃO! NÃO ESTOU FALANDO DE CHOCOLATE!) fica mais fácil matar a charada. E eu percebi que o fato de estar escrevendo aqui e agora, de estar aberta e apta a receber as belezas que o universo manda é porque me CONECTEI com meu interior, meus propósitos, com aquilo que gosto e acredito. E daí tudo começa acontecer naturalmente, começa a fluir! Tive a oportunidade de me tornar Embaixadora da Escola de Você Novo Hamburgo (belo projeto, com várias Embaixadoras especiais, vale a pena dar uma olhada no site!) e aceitei a proposta por acreditar no potencial das pessoas, em especial das mulheres. E sigo fazendo várias outras formações com esse mesmo propósito: VER O LADO BOM DE QUALQUER SITUAÇÃO, PORQUE SEMPRE TEM.

Sabemos de todas as adversidades que passamos, seja no trabalho, nos estudos, nas amizades, no casamento e com a gente mesmo. Todo mundo tem um dia de “bad” pra chamar de seu.  E comigo não é diferente. Mas então o que acontece?

Acontece que treino, isso mesmo, treino a mente para focar no positivo, na solução, no lado bom. É difícil? Ô se é.

Sou mãe de dois, casada, tenho um dog pra cuidar e contas pra pagar.

Tem dias que quero me esconder embaixo da cama. Mas logo digo para mim mesma: Vai lá e resolve, vê o lado positivo, tem – sempre tem, talvez agora neste momento tu Daniela não tenha a percepção do porquê, mas calma que tudo se acomoda. E a resposta vem como um insight, vem na mente, assim do “nada”. E como tu já estás conectada, entende na hora. É bater e valer!

Acredito muito que toda essa mania, que também pode ser chamada de hábito, se dá da minha vontade de beber dessa água chamada viver em harmonia, viver vivendo, ver o lado bom das coisas. Leio muito sobre isso. Leio de um tudo, livros, artigos de filósofos e escritores, posts de amigos. Então a dica é, coloque pra dentro de você informações relevantes, leia coisas interessantes, verifique a fonte antes de compartilhar ou absorver alguma notícia na internet… Converse com pessoas com boas histórias e com experiências positivas. Isso faz toda a diferença!

E assim vou mandando meu recado pro Universo, que entende de tudo isso como ninguém, e num momento de navegação nas  redes sociais me deparo com um chamado:

Recruta-se colunistas para esse blog.

Coincidência ou Conexão?

EE Colunista Dani Grahl

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07 mar 2017