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O que esperar de 2016?

 

Sobrevivemos ao ano de 2015! O ano que tentou assustar os nossos bolsos passou, mas o que sobrou dele? Um novo ano para continuarmos trabalhando.

Em um texto anterior, falei sobre como enxergava o empreendedorismo na tal crise, que as oportunidades continuavam aparecendo e que deveríamos continuar correndo atrás. Ainda acredito nisso. Acho que os empreendedores serão o carro chefe dos negócios daqui para frente, só que precisarão aperfeiçoar algumas qualidades.

Quem decide pelo empreendedorismo sabe, ou acaba descobrindo depois, que terá de aprender muitas coisas fora de sua área de atuação. Assuntos como administração, comunicação, contabilidade, finanças e autoconhecimento são básicos para um negócio, e quem não sabe, aprende. Mas o que vem depois, que servirá para este ano é: negociação, inovação, criatividade e fidelidade.

A negociação, em tempos de crise, é fundamental. Hoje a concorrência de mercado é imensa, o cliente procura o melhor preço e sabe negociar, então cabe a nós negociarmos também. Faça um preço justo ao trabalho que irá entregar, e agregue valor a este trabalho.

A inovação não precisa ser algo nunca feito, pode ser algo que já existe, mas feito de um jeito novo. A criatividade acompanha a inovação, e a fidelidade entre cliente-empresa é o resultado de tudo isto.

O ano de 2016, para os negócios, continua estremecido, mas para quem souber realizar um bom trabalho, com as quatro palavrinhas escrita anteriormente, certamente, terá sobreviverá mais um ano.

EE-Colunista-Luana-Martins

EE-Colunistas-aviso-geral

09 mar 2016

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Aceite suas especificações na hora de contratar, leve-se em consideração.

É muito fácil abrir uma empresa que não sabe se comunicar… Está rindo? Comece a olhar ao redor, que tal vagas de emprego, por exemplo. Empresa tal, e-mail tal, seguinte vaga. E quando o vivente vai entrar no link para ter mais informações sobre a vaga em questão, o que acontece??? Não há informações. Mas como???? Exatamente isso minha gente, não há, nada. Simples e unicamente a repetição do cargo/função a ser desenvolvida e mais nenhuma informação relevante, ou pior ainda, nenhuma informação se quer.

Leve em consideração que as pessoas que procuram emprego, em sua maioria, pretendem oferecer à empresa algo para agregar a ela. Sendo assim, descrever o que se quer de um candidato facilita e muito, tanto a sua vida, quanto a dele.

É imprescindível pensar que, ao contratar alguém para exercer alguma função na sua empresa, você irá levar muitos pontos em consideração. Afinal de contas, este que sentará na sua frente para uma entrevista, será parte do seu cartão de visita, e claro, dele próprio por prazo indeterminado [visto que se você esta contratando, é porque quer que essa pessoa fique com você por muitos e muitos anos, não e? Ok desculpe o exagero no fator ‘tempo’, mas convenhamos, contratar alguém que você tem a intenção de não ficar por algum tempo, por favor, não faça isso com ele, muito menos com você].

Tenha em mente que este será o responsável por cuidar do setor dele tão bem quanto você. Portanto, não trabalhe em dobro. COMUNIQUE-SE!!! Já dizia o velho Chacrinha, “quem não se comunica, se trumbica”, é antigo, mas é uma regra [sim, adoro frases antigas, haha]. Elimine as ‘impossibilidades’ de cara, ou seja, deixe claro os pré-requisitos na descrição da vaga, você vai economizar muito tempo, já que as pessoas que irão procurá-lo terão as qualificações que você exige.

Poupe tempo, ele é precioso demais! Seja objetivo, o mundo agradece. Obrigada. De nada.

Até a próxima!

Beijos

EE-Colunista-Dienis-Fróis

26 mai 2015

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Comunicar suas idéias, Negociar Objeções e Alcançar Resultados Satisfatórios

A comunicação é a base para todos os relacionamentos humanos. Mais de 90% dos profissionais de RH de 500 organizações americanas afirmaram que serão necessárias habilidades ainda maiores de comunicação para se atingir o sucesso no séc. XXI. Inúmeros são os estudos e as pesquisas que apontam a comunicação entre as qualidades mais valorizadas pelas grandes empresas e organizações.

No entanto, o processo de comunicação pode se tornar conflitante entre as partes, principalmente quando elas não administram suas diferenças e controlam suas emoções. O ser humano é diferente, possui características diferentes, é criado em ambientes diferentes, formam crenças diferentes no decorrer da vida e consequentemente podem interpretar as mensagens de forma distinta dos demais. Algumas das principais barreiras da comunicação estão  relacionados aos seguintes motivos:

- Ouvindo o que você espera ouvir. Como seres humanos, temos a tendência de ouvir seletivamente apenas aquilo que satisfaz nossas expectativas. A maior parte nós bloqueamos e é por isso que pessoas diferentes (com outras expectativas) ouvem mensagens diferentes no mesmo discurso.

- Tendo percepções diferentes. Nem todo mundo é igual a você, se supor que todas as pessoas veem o mundo como você, então, provavelmente, vai estar errado a maior parte das vezes. Em um processo de negociação internacional é muito importante que se saiba as características, costumes e cultura dos países envolvidos.

- De uma forma geral, o ser humano odeia admitir que está errado, e tende a se prender às primeiras impressões mesmo que erradas dos outros. Rotular as pessoas de acordo com as primeiras impressões é uma parte inevitável do processo perceptivo, geralmente pensamos: ela parece divertida, ele parece gente boa… E os problemas surgem quando os rótulos são inexatos, pois uma vez formada a impressão a tendência é se prender a ela e fazer com que qualquer informação conflitante se ajuste a imagem que se formou.

Para ter sucesso na negociação é muito importante as pessoas estabelecerem uma sinergia entre si. A sinergia acontece quando os negociadores conseguem estabelecer duas características principais.

A primeira está relacionada a capacidade de expressar sua vontade. Muitas pessoas possuem medo de magoar o outro, ou uma necessidade muito grande de se sentir querida, são os chamados “perfis amáveis” na negociação. Em virtude disso não são capazes de revidar, e colocar seu ponto de vista de forma, clara, fluente e concisa.

Por outro lado, existem os “perfis ásperos” de negociadores. Nesse caso a grande dificuldade está relacionado a empatia. A empatia é a capacidade de recriar a perspectiva de uma outra pessoa, de experimentar o mundo do ponto de vista do outro.

Portanto, para um processo de negociação ser bem sucedido é bastante importante identificar, além das limitações técnicas, as limitações humanas existentes na mesa entre os negociadores e desenvolver habilidade e opções  para superá-las.

EE-Colunista-09-Larissa-Kummel

25 mai 2015

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O que é Branding, afinal?

Inicialmente, como estou escrevendo pela primeira vez para o Entre Elas, gostaria de dizer que estou muito feliz de poder dividir um pouco do que aprendi sobre comunicação, publicidade, propaganda, marketing e branding, principalmente por se tratar de um grupo de mulheres empreendedoras, o qual tenho muito orgulho!

Para definir meu primeiro tema abordado, decidi responder uma pergunta que muito já fui questionada, de extremamente importante na comunicação: O que é Branding?  Branding é a gestão de marca e/ou a construção da mesma, se tornando o conjunto de práticas e técnicas que visam à construção e o fortalecimento da marca. Atividade multidisciplinar que envolve, essencialmente, disciplinas como marketing, planejamento, comunicação e desing.

O gestor de marcas, responsável pela área, tem como principais funções trabalhar a personalidade e fixação da marca, utilizando os conceitos de branding, pode-se criar uma imagem forte para transmitir segurança e confiança perante os consumidores. Uma marca forte é pré-requisito básico para pertencer e se sobressair no mercado atual. A definição da linha de comunicação e a estratégia corporativa e até mesmo os pontos de distribuição, por exemplo, também são partes importantes no processo de construção da marca.

Branding vem sendo cada vez mais utilizado e importante para as marcas, para o mercado que vivemos, pois cada vez mais existem produtos concorrentes à disposição dos consumidores. Hoje em dia o diferencial não está mais nos 4Ps do marketing (preço, praça, produto e promoção) e sim na marca. Aquela mais lembrada, com melhores experiências vividas pelo consumidor ou seus próximos influentes acaba sendo mais visada.

O resultado positivo deste trabalho é quando seu público-alvo lembra-se da marca logo que sente a necessidade do seu produto ou serviço, assim sendo, tendo sua marca em primeira opção. Quando esta identificação acontece no processo de compra de um consumidor, a marca passa a valer mais do que o próprio produto oferecido.

Por tanto, se você é um empreendedor, ou empreendedora, procure investir e conhecer melhor o branding e aplique-o em sua marca, pois este trabalho não se realiza rapidamente e será continuo e imprescindível em todos os ramos de atuação.

Como o assunto é longo e tenho que me limitar a um determinado número de caracteres, vou sempre procurar indicar leituras dos assuntos que abordar aqui no site, para este, os títulos são: 1 – Como Construir Marcas Líderes, de David A. Aaker e Joachimsthaler  Erich  / 2 – BrandSense: A Marca Multissensorial, de Martin Lindstrom.

Confira o levantamento da consultoria global Brand Finance, Lego bate Ferrari  e é a marca mais poderosa do mundo em 2015. Veja a lista com as dez marcas eleitas mais poderosas neste link: http://goo.gl/WRBSi1.

EE-Colunista-Adriana-Breier

28 abr 2015

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Marketing, comunicação e propaganda, é tudo a mesma coisa?

Essa é uma pergunta que eu escuto com frequência… Ainda escuto uma vairação desta questão: O marqueteiro é quem cuida da propaganda de uma marca? Ambas perguntas frequentes, ambas perguntas que trazem várias outras à tona, quando eu respondo NÃO, NÃO, NÃO!!! NÃO SÃO A MESMA COISA!

Mas porque confundimos marketing, comunicação e propaganda? Porque achamos que o marqueteiro cuida somente da propaganda de uma marca? Esses equívocos acontecem principalmente por uma ideia errada e comumente disseminada pela mídia… quando ouvimos, por exemplo, que alguém comprou “gato por lebre” dissemos: foi enganado, tudo é marketing… Essa fala recorrente nos dá a ideia “torta” que temos do marketing e ainda, por vezes confundimos com a propaganda do pior tipo – a enganosa.

Então, voltando à questão inicial, marketing não é a mesma coisa que comunicação, que por sua vez não é a mesma coisa que propaganda. MAS SÃO CONCEITOS QUE ESTÃO INTERLIDADOS! Ahhh, vamos entender…

O marketing é uma ferramenta tática de uma organização e é focado em desenvolver um produto desde a sua concepção. Ou seja, se busca entender o consumidor e desenvolver um produto que faça sentido, que atenda ás suas necessidades e desejos – nada de propaganda aqui, correto?

Bom, em conjunto com o desenvolvimento do produto é importante pensar onde ele será vendido – locais, tipo de varejo, venda direta, indireta, intermediários, internet. Essas funções são pertinentes ao planejamento de marketing, não do planejamento de comunicação…

Além disso, outra atribuição importante do marketing é entender quanto este produto vale e quanto que ele vai custar, quando for vendido ao consumidor final. Isto tem, então, relação com a percepção de valor que um consumidor tem de uma oferta, quais são os benefícios que ele valoriza e o quanto está disposto a pagar. Muito foco no consumidor. Nada de publicidade aqui.

Após a oferta desenvolvida, precificada e distribuída deve-se pensar na comunicação – que se foca em fazer com que os consumidores conheçam uma oferta, seus atributos e benefícios. A comunicação fará com que os consumidores também se encantem pelo produto ou que tenham alguma atitude – enfim, informar, persuadir e induzir à ação são os objetivos de uma comunicação.

Assim, fica evidente que a comunicação é uma função do marketing e que só tem sentido se os outros elementos do composto mercadológico estivem em sinergia com ela. Com isso, a comunicação faz uma promessa e os outros elementos do marketing asseguram que ela seja cumprida, gerando satisfação aos clientes. Ou seja, aquilo que uma empresa comunica (promete) deve ser entregue (suporte). Se uma empresa promete e não entrega está enganando o cliente, que será perdido pra sempre…

E como fica a propaganda e a publicidade? Elas, junto com outras ferramentas fazem a comunicação acontecer. Mas elas não estão sozinhas… existem diversas outras formas de se comunicar com o seu público: eventos, embalagens, marketing direto, mídias sociais, visual merchandising, marketing sensorial são ferramentas que uma empresa pode utilizar para alcançar o seu consumidor. No caso específico da publicidade, ela se refere ao movimento formal que um anunciante faz, comprando um espaço em um veículo de comunicação e ali coloca sua mensagem – e é isso…

Então, podemos ver que o marketing engloba a comunicação, que por sua vez engloba a propaganda e a publicidade. São conceitos que se relacionam, mas que, definitivamente, não são a mesma coisa!

EE-Colunista-Luciana-Hoppe

23 abr 2015