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Questões criam REALIDADE

Imagem site entre elas empreendedorismo feminino 04

Quero te fazer uma pergunta simples: para alcançar o sucesso, você acha que precisa focar em suas forças ou fraquezas?

A maioria responde que deveria focar nas fraquezas, já que são essas as lacunas para ter um resultado diferente.

Certo?

Errado.

Existe uma unanimidade silenciosa em nossa sociedade, pregando que para sermos melhores precisamos focar no que não está bom, e empregar nossos esforços no desenvolvimento desses aspectos. Assim, poderemos alcançar essa excelência profissional ou pessoal.

O que muito pouco se diz, é que essa teoria – de focar nas fraquezas – deteriora nossa energia e identidade, pois passamos, incessantemente, a buscar questões que não fazem parte do nosso rol de habilidades. O tempo que gastamos tentando melhorar algo que não fazemos bem é imensamente maior do que o tempo que gastamos para melhorar algo que já temos de bom.

Esse é o conceito número 1 da Psicologia Positiva: questões criam realidade. E o que isso quer dizer na prática? Quer dizer que sua realidade é moldada pelo que você foca.

Nunca seremos perfeitos, teremos a vida perfeita ou todas as competências, mas se passarmos boa parte da vida apenas buscando isso, deixaremos de olhar para as coisas positivas que temos.

Por exemplo – Se você perguntar a si mesmo: “O que não está bom hoje?”; sua realidade será mais pessimista, pois você tenderá a enxergar só as coisas ruins. Mas, se ao contrário, você se perguntar: “O que está funcionando bem?”, você verá o lado bom, mesmo que existam problemas ou objetivos ainda não alcançados.

Mas não basta apenas fazermos uma pergunta positiva, temos que fazer a pergunta positiva CERTA.

Posso perguntar: “O que eu tenho de bom?”. Mas, se eu já estou em um movimento negativo, será difícil perceber minhas qualidades. Nesse caso você poderia se perguntar:

- Que habilidades minhas utilizei para superar meu último problema?

- Que elogios já recebi?

- Quando não percebo o tempo passar, que tipo de atividade estou fazendo?

Essas são perguntas que vão fazer você refletir e aprender a focar nas coisas boas. Pois são essas coisas boas, essas qualidades que você já tem, que serão o seu diferencial. São elas que te ajudarão a conquistar objetivos, mesmo que a meta seja conquistar uma nova competência.

Então fica o desafio: no que você está focando?

EE-Colunista-Juliana-Emer

EE-Colunistas-aviso-geral

13 fev 2017

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Crer ou Ver?

 

Sabe aquelas perguntas sem resposta, tipo: o que vem primeiro, a galinha ou o ovo? A semente ou a planta? Tem uma delas que me intrigava muito: “ver para crer ou crer para ver?” Como sempre fui uma pessoa muito cética, que precisava de todas as comprovações possíveis para acreditar em algo, me apaguei quase momentaneamente a ideia que era necessário VER PARA CRER. Mas aí vem a vida – em sua máxima sabedoria – e começa a te tirar da zona de conforto e testar as suas teorias. E lembro bem o dia em que a vida me fez testar essa minha crença. Era de noite, eu estava trabalhando em meu negócio próprio, pois durante o dia me dedicava a outra atividade profissional (carteira assinada).

Eu, como 90% das pessoas que querem empreender, estava buscando naquelas poucas horas de dedicação noturna, a segurança de que meu empreendimento daria o retorno necessário para me sustentar. Eu precisava ver resultado, para crer que aquele era o caminho. Só depois disso teria a certeza que largar meu emprego fixo era a decisão mais acertada. Mas a certeza não veio, e o tempo começou a me cobrar forte o fato de me dedicar tão poucas horas ao que eu mais amava fazer. E quem já tomou um relho do tempo, sabe do que eu estou falando: dói. Dá um nó na garganta, o nariz já começa a fechar, dando indício das primeiras lágrimas que estão vindo, como se anunciassem a chegada de uma tropa poderosa. E foi bem assim, naquele dia eu chorei, mas aquele choro foi mais de libertação do que de fracasso. Em meio as minhas lágrimas vi que eu compreendi tudo errado. Nunca foi VER PARA CRER… quem quer seguir seus sonhos precisa CRER PARA VER.

Qualquer sonho, seja ele qual for: abrir um negócio, viajar, emagrecer, se formar, conseguir um novo emprego, construir uma família, ser feliz, abrir uma ONG… precisa iniciar dentro de você, na sua mente e no seu coração. Não existe magia nisso, existe muita ciência. Nosso cérebro não distingue passado, presente e futuro. Se a gente visualiza nosso sonho, se a gente sente nosso sonho, é como se ele já fosse realidade, e aí tudo passa a acontecer, tudo passa a ter sentido.

Tenho poucos conselhos para dar, mas se pudesse compartilhar o meu mais valioso segredo com você, seria esse: ACREDITE PARA VER. Tudo começa dentro de você! Não espere ter a segurança para iniciar o primeiro passo. O momento certo é sempre o AGORA. O sentimento certo é sempre a FÉ. Fé no sonho; fé em você!

EE-Colunista-Juliana-Emer

EE-Colunistas-aviso-geral

04 mai 2016

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Empoderamento e controle

 

Tenho estado em diversos ambientes onde empoderamento é sem dúvidas uma palavra da vez. Não sei se motivado pelo mês da mulher mas esse termo está latente aqui e ali.

Fico feliz que nos grupos mais diversos esse conceito tem se disseminado e criando raiz. É a mulher que se empodera da própria condição de mudar a realidade, é o profissional que se empodera de mudar o rumo da própria carreira, enfim, é sempre o oprimido que se empodera contra o opressor.

Acho esse movimento próprio de uma geração que não aguarda, que precisa e faz agora. E acho fantástico que todos os contextos onde encontro discussões sobre empoderamento ele vem apimentado com expressões como liberdade, propósito, essência e valores. E não poderia ser diferente, empoderar-se significa abraçar todas essas palavras e suas implicações práticas e tocar ficha.

Porém, outro ponto comum nesses ambientes de discussão é o ponto de vista “oprimido – opressor”. Ou seja: vamos nos empoderar (nós oprimidos vamos nos empoderar). Mas será que saberemos lidar com o empoderamento alheio quando estivermos do outro lado? O do opressor? Porque há de ser honesto, mesmo quem não é declaradamente opressivo pode ter, vez ou outra, comportamentos opressores (mesmo que involuntariamente). Não somos anjos, somos fruto da sociedade. Se somos 99% anjo, aquele 1% pode sim, oprimir alguém.

Onde eu quero chegar é na seguinte questão: mesmo estando cientes da necessidade de haver empoderamento na sociedade, e que empoderamento é o oposto de controle, vamos saber lidar com o empoderamento alheio?Vamos saber largar o controle para que o outro assuma o poder sobre si? Estamos nos preparando para isso?

Quando nossos filhos se empoderarem, quando nossos funcionários se empoderarem, quando nossos maridos se empoderarem, quando nossos sócios se empoderarem, vamos saber largar o controle e acolher esse empoderamento com generosidade e auto estima?

Vamos estar empoderadas o suficiente para que o empoderamento alheio não nos oprima?

EE-Colunista-Malu-Leitão

EE-Colunistas-aviso-geral

23 mar 2016

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Coach de Imagem: construindo a tua marca pessoal

image by cris guimas

“Existem dois momentos importantes na vida de uma pessoa. O primeiro é quando ela nasce. O segundo é quando ela descobre para que veio ao mundo” (Autor Desconhecido)

Tu já decidiu qual espaço quer ocupar neste mundo? Onde está? Para onde vai e como está indo?

Todas estas questões são importantes. Vivemos num mundo onde estamos de passagem, mas o tempo todo se fala de legado. Qual o teu legado? Já parou para pensar? O que vai deixar neste mundo? Como as pessoas vão lembrar de ti? Não me diz que assim como eu, tu faz parte do clube dos que vivem correndo sem conseguir dar conta de tudo que acontece a tua volta?

Bom, eu cancelei minha carteirinha desse clube há dois anos. Foi num pico de stress e sem escolha precisei dar esse tempo mesmo não querendo. E quando parei, me dei conta de que estava andando no piloto automático e que minha identidade se confundia por estar num ambiente o qual não me identificava mais e nem convivendo com pessoas cujos valores eram distantes dos meus. Me sentia como se não fosse mais eu. Mas eu entendi e me redescobri a tempo.

Um “desequilibrio” de imagem afeta a pessoa no nível emocional e psicológico podendo assim provocar alteração no comportamento, por isso a importância da construção da marca pessoal pautada através do autoconhecimento. Através de características se resgata, aprimora ou afirma essa marca, para que nunca se perca ou se confunda essa identidade. Chega uma hora que é preciso fazer um detox, literalmente.

Primeiro é preciso entender que cada pessoa é uma marca e que a construção de uma boa marca requer postura, hábitos, vestimenta adequada e aparência saudável. Isso porque a forma como nós nos vemos afeta a nossa maneira de pensar, de sentir, de agir e de se comportar, em seguida, a maneira como os outros vão reagir e responder a nós. Não dá para ser uma pessoa ao vivo e outra on line. Não dá para permitir que você seja lembrado apenas por ser a Beltrana da Empresa X. Você tem nome e sobrenome e precisa ser lembrado como tal. Tem talentos que o definem, atributos de valor que o diferenciam e experiências que o tornam único.

Você já sabe que tempo todo comunicamos algo a nosso respeito, positivo ou negativo. E que a comunicação não-verbal é forma que somos julgados em tempo integral, pois 55% deste impacto é visual e se dá aos primeiros 30”de contato certo? Mas é preciso não somente vestir-se de você. É necessário realinhar-se com o seu obejtivo fim. Na marca pessoal todo esse discurso precisa estar adequado com quem você realmente é e o que quer alcançar.

As pessoas que procuram um coach de imagem, normalmente estão passando por alguma transição seja na vida pessoal ou profissional e querem dar-se o tempo de se reencontrar para dai dar andamento no objetivo. Os principais desejos são desde “Quero aprimorar meu Estilo e melhorar minha aparência”, “Quero aprender a combinar as roupas que já tenho e aprender a comprar as que mais combinam comigo”, “Estou começando meu próprio negócio e quero causar a melhor impressão no mercado”, “ Preciso transmitir uma imagem de Sucesso profissional”, “Facilitar a comunicação com meu público-alvo”, “Quero me destacar na Empresa onde trabalho”, “Estou buscando recolocação profissional”  ou até “Quero manter  uma imagem que reflita positivamente” e as necessidades não param por ai.

No coach de imagem tudo começa por uma investigação. Depois, como no Marketing, se passa para uma estratégia seguida do posicionamento e visibilidade de marca. Por fim, inclui-se uma ferramenta de mensuração para medir os resultados.

Dentro do Projeto de Imagem com construção da marca pessoal, além da definição do Estilo, a Cor que te valoriza, a peça adequada ao tipo de silhueta, a maquiagem que facilita a tua comunicação, identificamos as qualidades e os talentos (habilidades) que a definem, os pontos positivos e negativos de como o mercado te vê, quais características foram fundamentais até agora na tua vida e quais tuas limitações para dai definirmos qual a mensagem-chave e as melhores ações a serem realizadas, que estejam alinhadas também ao teu estilo de vida.

Agora que tu já sabes porque é importante ter a tua marca pessoal, pegue papel e caneta e tente responder as questões acima. Veja a que conclusão consegue chegar. Além disso, está feliz onde está e como está? Sabe para onde vai e como? A imagem que transmite está alinhada com o objetivo? Se tu fosse uma marca conhecida qual seria e por quê (lembre-se que aqui entram os valores e a embalagem).

Boa sorte. Sucesso.

EE-Colunista-07-Chrys

21 abr 2015