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História Empreendedora: Aline Heinen da Star Bags

Milene Venter Fotografias-129

Dizem pesquisas que se empreende por necessidade ou por oportunidade. Ou seja, se avalia uma demanda que ainda não foi atendida ou está carente e se cria uma OPORTUNIDADE. Ou por, falta de emprego, por recolocação no mercado ou ainda, para ocupação por uma depressão ou outra doença, se empreende por necessidade. A Aline da Star Bags identificou uma oportunidade, mas também uma necessidade. Como assim?

Aline teve sua mala trocada no aeroporto, o que não é uma experiência legal, e depois disso teve a ideia de pedir para sua mãe fazer uma capa para sua mala. A capa que sua mãe produziu fez sucesso nas viagens e entre amigos.

Ela aproveitou uma oportunidade de demanda para um produto inovador e, a necessidade do seu marido precisar trabalhar na época, pois estava desempregado. Pronto, nasceu a Star Bags.

Star Bags é uma capa de proteção para malas que proporciona segurança, beleza, economia, personalização e praticidade.  Possui fechamento que permite cadeado e com possibilidade de personalização.

A Star Bags já teve loja no aeroporto de POA e neste inverno, está tendo uma loja em Gramado, aqui no RS, onde nesta época a cidade é repleta de turistas, além da loja virtual.

Apesar de todas as dificuldades que um empreendedor enfrenta neste país, a empresa só cresce. A Aline ainda não trabalha full time na Star Bags, mas o projeto só cresce e em breve torcemos para ela dedicar 100% do tempo neste projeto super inovador e bacana. Ela dedica um turno de trabalho para a empresa e tenta equilibrar com sua vida profissional e pessoal.

Com dedicação, coragem, persistência e um pouco de cara de pau, a Aline conseguiu emplacar matérias de TV com a Star Bags, em programas como: Bom Dia RS e Pequenas Empresas, Grandes Negócios.

Um depoimento bacana que a Aline deu na sua participação no último Entre Elas, em julho, foi de que o empreendedorismo resgatou e uniu sua família. E nós do Entre Elas acreditamos muito no poder transformador do empreendedorismo. As vezes alguns acontecimentos em nossas vidas nos fazem agir ou desencadeiam paixões que podem fazer nascer um plano profissional totalmente novo.

Próximos planos? Franquias, vendas nos EUA…o céu é o limite.

Quer presenciar a próxima história empreendedora? Dia 21 de Setembro, Eliane Magnan vai contar a sua história e da Elegance Lingeries. Garanta seu ingresso aqui.

Acompanhe nossas redes sociais: Instagram.com/projetoentreelasFacebook.com/entreelasnh

manu damasceno entre elas NH

11 ago 2016

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Empreendendo: Como testar ou validar seu modelo de negócio, na prática!

Uma metodologia recente vem questionando e desconstruindo um modelo tradicional utilizado para a criação de um negócio. Grande parte das empresas foram criadas baseadas em plano de negócios minuciosos, onde quase tudo era colocado em pauta, menos o consumidor em questão. Neste modelo tradicional, a atenção sempre foi mais voltada em criar um produto ou serviço que pudesse atender um público específico mas sem que este pudesse realmente ajudar na construção com a exposição dos seus reais interesses ou necessidades.

No modelo proposto pela medotologia “Lean Startup” a lógica é justamente colocar a opinião do cliente / feedback como estratégia para o processo de criação de uma empresa. Neste sentido faz se necessário testes de produto chamado produto mínimo viável (MVP) junto com clientes e parceiros para testar hipóteses, fazer pequenos ajustes ou até mudanças radicais, este último chamado “pivotar”.

Este método “enxuto” é baseado na necessidade de agilidade para o desenvolvimento de startups e também apoiado no sistema Toyota de produção produção enxuta. Assim, surgiu o Lean Startup ou Startup enxuta.

Este método tem como base 3 premissas: (1) o empreendedor aceita que tem uma série de hipóteses não comprovadas e que precisa testar e validar. Neste primeiro ponto ele, ao invés de criar um plano de negócio minucioso, desenha as suas hipóteses em um mapa, conhecido como “Canvas do Modelo de Negócio”. (2) A segunda etapa do processo é chamada “desenvolvimento de clientes”, neste momento a empresa vai até o mercado para pedir opinião aos clientes e parceiros sobre os elementos do modelo de negócios e apresenta um produto mínimo viável. Com base nas informações extraídas dos clientes a empresa pode ajustar as hipóteses ou no caso de mudanças radicais, “pivotar ”. Esse ciclo pode acontecer diversas vezes se necessário, porém com agilidade. (3) No último momento a empresa vai testar um produto mínimo viável no mercado. Lembrando que aqui o MVP já foi avaliado com uma parcela de possíveis clientes. Esta etapa é conhecida como “desenvolvimento ágil” e anda de mãos dadas com a etapa anterior, desenvolvimento de clientes.

Atualmente, muitas empresas criadas não passam do primeiro ano de existência. Um dos indícios é justamente porque as empresas utilizam o modelo tradicional onde o produto é preparado totalmente para ser colocado no mercado e aguardam a resposta dos clientes, a compra. Em contraponto com isso, o modelo enxuto busca a participação do cliente, através de feedback e opiniões. O produto neste caso é criado em um processo iterativo e incremental.

Contudo, é possível concluir que trazer o cliente para o centro do processo, fazendo ele participar ativamente no desenvolvimento do negócio pode resultar em resultados melhores e melhores chances de sobrevivência no mercado.

Quer testar ou validar um produto ou serviço novo, ou mesmo repensar o seu modelo de negócio? Conte com a Apipa Consultoria!

EE-Colunista-Cíntia-Schenkel

EE-Colunistas-aviso-geral

22 jul 2016

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História Empreendedora: Aline Taís da Rosa da PetPapá

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Aline e sua mãe Maria da Graça.

Nunca se falou tanto em viver com mais qualidade e isto inclui nossa alimentação, e quando o assunto são nossos pets, já paramos para pensar que eles também podem manter uma dieta mais saudável com comida natural pensada para eles? Eu nunca!

Foi pensando em levar saúde e bem-estar para nossos amigos de quatro patas, que a PetPapá começou a produzir comida natural congelada para cães e gatos.

Empreender demanda medos, insegurança e muita coragem. E foi exatamente este caminho de coragem que a Aline, junto com a sua mãe Graça e, outro sócio, vem trilhando desde 2013, quando ela teve a ideia de criar a PetPapá e abandonou um emprego seguro para empreender.

A Aline contou em sua palestra no Entre Elas de maio, que teve uma caminhada turbulenta, com burocracia, pois seu tipo de empreendimento é do segmento de alimentação, dificuldades por falta de inexperiência em empreender, e claro, de investimentos. Mas junto com a escolha de empreender vieram os benefícios, como flexibilidade de horários e trabalhar com paixão, pois como ela destacou todo esforço e trabalho é para você, é seu!

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E todo serviço pesado, noites mal dormidas e obstáculos valem a pena? É só ver uma foto de um antes e depois dos animais que a PetPapá atende. Vários bichinhos com problemas de saúde, que em meses estão super melhores, com uma vida mais saudável e feliz.

A PetPapá conta com 3 sócios e uma colaboradora e, estão crescendo na região, além de terem chamado atenção de vários veículos de comunicação, uma vez, que nunca se procurou tanto proporcionar bem-estar aos animais de estimação, seja com a moda ou com produtos específicos para eles viverem melhor.

E para finalizar a Aline compartilhou o que ela considera importante na hora de empreender, e o que ela já faria diferente se começasse empreender hoje: ter capital de giro, estudar sempre, registrar sua marca, cuidar para separar amizade e negócios na hora de contratar, legalizar o negócio, pesquisar o mercado para fazer diferente, ter pessoas certas para ajudar e acelerar o negócio e manter tudo documentado – eu anotei as dicas, e você?!

Nossa próxima história empreendedora será dia 21 de Setembro, reserva a data!

manu damasceno entre elas NH

21 jul 2016

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A marca e as inovações de uma empresa devem ser protegidas de forma segura e abrangente

 

Quando o empresário pensa em uma nova ideia, seja de produto ou marca a ser lançada, toma todos os cuidados em relação à criação, cores, modelos e embalagens atraentes. Muitas vezes, investe em um novo sistema de fabricação ou comercialização e até mesmo em campanhas de publicidade de alto custo. Tais estratégias visam chamar a atenção do cliente e driblar a concorrência. Porém, em muitos casos, ele se esquece do primordial: o registro destas criações. Sem garantir esta segurança, o empresário corre o risco de perder tudo o que construiu ao longo do tempo, além dos investimentos na criação da “identidade” e “exclusividade” do produto, principal fonte de captação e manutenção de clientes.

A única maneira de não sofrer este tipo de problema é efetuar o registro da marca e a proteção da patente, pois estas medidas garantem a exclusividade de uso, fabricação e comercialização, seja em todo o território nacional ou no exterior, e ainda permitem o combate à concorrência desleal e pirataria, assegurando também a reparação por eventuais prejuízos causados pelo uso desautorizado. A oficialização do registro agrega valor aos produtos e serviços e ajuda a fidelizar o cliente, construindo uma identidade e uma relação entre a marca e o consumidor.

Muitas pessoas confundem marca e patente. Qual a diferença entre uma e outra?

Os dois tipos de proteção são amparados pela LPI – Lei da Propriedade Industrial. MARCA é o registro da identidade visual da empresa e pode ser dividida em várias categorias, de acordo com sua forma, design e nome. Ela tem validade por 10 anos e pode ser prorrogada. Já a PATENTE é um título de propriedade temporária concedido pelo estado e, após seu vencimento, torna-se de domínio público. A patente é uma forma valiosa de proteger a invenção e sua industrialização, sendo um investimento que vai gerar rentabilidade.

A Importância da proteção abrangente

No momento da abertura de um novo negócio, normalmente o empresário foca suas atividades em um único ramo de atividade. Com o tempo, a empresa vai crescendo e ele se vê atuando em diferentes segmentos. Uma empresa de confecção, por exemplo, pode expandir suas atividades para o ramo de joias, cosméticos, óticas. Enfim, são vários os meios de ampliar o negócio. Por isso, é importante sempre atualizar o registro da marca e protegê-la de forma abrangente, pois o registro em mais de uma classe, desde que se exerça, de fato, aquela atividade, garante uma maior proteção da marca no mercado. O mesmo ocorre no caso de patentes, seu registro garante a exclusividade de comercialização do produto. Outro problema ocorre quando a empresa resolve exportar seu produto para o exterior e esquece de realizar o registro no país desejado.

Consultoria e assessoria especializada

Para garantir a proteção da Propriedade Intelectual de uma empresa de forma segura, é importante uma consultoria que auxilie nas tomadas de decisões estratégicas. A VILAGE MARCAS E PATENTES realiza este trabalho há 30 anos, contando com mais de 100 profissionais especializados em todo o Brasil.

novohamburgo@vilage.com.br | 0800 770 2717 | www.vilage.com.br

EE-Colunista-Fernanda-Rauter

EE-Colunistas-aviso-geral

23 jun 2016

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As burradas da vida

 

Não existe uma fórmula para a vida, nem uma receita que podemos seguir para garantir que tudo dará certo e que faremos as coisas da maneira correta. Às vezes, a gente pisa na bola, faz umas burradas inadmissíveis, e tem vontade de controlar o tempo, para voltar e fazer diferente.

Em muitos momentos a gente se cobra demais, quer acertar sempre de primeira, e por isso, acaba não fazendo, ou pior, remoendo um erro tempo demais. Tentamos, sem sucesso algum, entender os pormenores que fizeram a gente fracassar, e quanto mais pensamos menos coragem criarmos para levantar e tentar de novo.

Mas, como diria Chico Xavier: “Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode recomeçar e fazer um novo fim.”

E, ainda que existam erros que não possam ser concertados, independente do quanto você se arrependa, esses tropeços servem para que a gente descubra o que e quem realmente são importantes. São esses deslizes que nos fazem entender o que realmente fará a diferença na nossa história… E essa é a percepção que nos faz sábios diante da vida. Quanto mais cedo identificarmos, legitimamente, o que e quem nos faz felizes, menos arrependimentos cultivaremos em nosso coração.

Eu não deixo a culpa me consumir, mas eu sei bem o que perdi pelas decisões erradas… Hoje olho para traz e compreendo que, embora sem explicação, sei que tudo que aconteceu definiu quem eu sou.  Por isso, eu vivo em paz com o passado. E se eu pudesse dar um conselho a você, seria esse: faça as pazes com o passado. Não há nada mais corrosivo que a culpa por algo que não tem volta.

Gaste sua sabedoria e energia naquilo que ainda depende de você. Do restante leve apenas as lições, elas tratarão de cultivar o seu futuro.

EE-Colunista-Juliana-Emer

EE-Colunistas-aviso-geral

21 jun 2016

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Marca não é patente

É comum as pessoas confundirem marcas com patentes. Isto é facilmente percebido quando alguém diz, ” vou patentear a minha marca “.

Marca não se patenteia. Marca se registra.

Tanto as marcas quanto as patentes são considerados patrimônios intangíveis e protegidos no Brasil, junto ao INPI/RJ. Porém, são distintos, enquanto o registro de marca protege a identidade de um empresa e seus produtos e serviços, a patente tem por objetivo resguardar o direito sobre a novidade técnica contida em um produto.

A Marca, segundo a lei brasileira, é todo sinal distintivo, visualmente perceptível, que identifica e distingue produtos e serviços de outros análogos, de procedência diversa, bem como certifica a conformidade dos mesmos com determinadas normas ou especificações técnicas.

A patente é um título de propriedade temporário outorgado pelo Estado, por força de lei, ao inventor ou pessoas cujos direitos derivem do mesmo, para excluir terceiros, sem sua prévia autorização, de atos relativos à matéria protegida, tais como fabricação, comercialização, importação, uso, venda, etc. Em função das diferenças existentes entre as patentes, elas poderão se enquadrar como patentes de invenção ou como patentes de modelo de utilidade.

Portanto não confunda, Marca não é Patente!

EE-Colunista-Fernanda-Rauter

EE-Colunistas-aviso-geral

20 mai 2016

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Crer ou Ver?

 

Sabe aquelas perguntas sem resposta, tipo: o que vem primeiro, a galinha ou o ovo? A semente ou a planta? Tem uma delas que me intrigava muito: “ver para crer ou crer para ver?” Como sempre fui uma pessoa muito cética, que precisava de todas as comprovações possíveis para acreditar em algo, me apaguei quase momentaneamente a ideia que era necessário VER PARA CRER. Mas aí vem a vida – em sua máxima sabedoria – e começa a te tirar da zona de conforto e testar as suas teorias. E lembro bem o dia em que a vida me fez testar essa minha crença. Era de noite, eu estava trabalhando em meu negócio próprio, pois durante o dia me dedicava a outra atividade profissional (carteira assinada).

Eu, como 90% das pessoas que querem empreender, estava buscando naquelas poucas horas de dedicação noturna, a segurança de que meu empreendimento daria o retorno necessário para me sustentar. Eu precisava ver resultado, para crer que aquele era o caminho. Só depois disso teria a certeza que largar meu emprego fixo era a decisão mais acertada. Mas a certeza não veio, e o tempo começou a me cobrar forte o fato de me dedicar tão poucas horas ao que eu mais amava fazer. E quem já tomou um relho do tempo, sabe do que eu estou falando: dói. Dá um nó na garganta, o nariz já começa a fechar, dando indício das primeiras lágrimas que estão vindo, como se anunciassem a chegada de uma tropa poderosa. E foi bem assim, naquele dia eu chorei, mas aquele choro foi mais de libertação do que de fracasso. Em meio as minhas lágrimas vi que eu compreendi tudo errado. Nunca foi VER PARA CRER… quem quer seguir seus sonhos precisa CRER PARA VER.

Qualquer sonho, seja ele qual for: abrir um negócio, viajar, emagrecer, se formar, conseguir um novo emprego, construir uma família, ser feliz, abrir uma ONG… precisa iniciar dentro de você, na sua mente e no seu coração. Não existe magia nisso, existe muita ciência. Nosso cérebro não distingue passado, presente e futuro. Se a gente visualiza nosso sonho, se a gente sente nosso sonho, é como se ele já fosse realidade, e aí tudo passa a acontecer, tudo passa a ter sentido.

Tenho poucos conselhos para dar, mas se pudesse compartilhar o meu mais valioso segredo com você, seria esse: ACREDITE PARA VER. Tudo começa dentro de você! Não espere ter a segurança para iniciar o primeiro passo. O momento certo é sempre o AGORA. O sentimento certo é sempre a FÉ. Fé no sonho; fé em você!

EE-Colunista-Juliana-Emer

EE-Colunistas-aviso-geral

04 mai 2016

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A importância do NETWORKING

 

Olá, tudo bem? No artigo deste mês eu vou falar um pouco sobre minha empresa de consultoria e em como uma simples conversa pode mudar, e muito, nossos negócios.

Como sabem, sou gestora do Blend Coworking e sempre tive em paralelo minha empresa de assessoria, mas nada muito formal. Pensando em começar a posicionar melhor minha assessoria no mercado, resolvi conversar com uma cliente que é consultora empresarial e tem sua própria empresa.

E não é que com essa rápida conversa acabamos nos tornando sócias?! Simples assim, eu expus minha necessidade para ela e ela expôs suas dificuldades e, juntas percebemos que se nos uníssemos poderíamos crescer muito mais rápido e oferecer muito mais soluções para nossos clientes.

Eu e a Aline somos as sócias facilitadoras da Aplica Gestão e Qualidade. Trabalhamos com consultoria e assessoria empresarial, nosso objetivo é auxiliar o cliente a encontrar as soluções adequadas para as diversas áreas de gestão da empresa. Trabalhamos de uma forma diferenciada, onde nos mantemos ao lado do cliente durante todo o processo de consultoria.

Mas muito além de apresentar a Aplica, nosso objetivo principal com este texto é mostrar a importância do networking, de manter o relacionamento com as pessoas e de expor as necessidades do seu negócio. Em 5 minutos de conversa eu e a Aline nos deparamos com uma ótima oportunidade de alavancar nossas consultorias e de entregar muito mais resultado para nossos clientes.

Por esse motivo a participação em eventos como o Entre Elas, por exemplo, trabalhar em espaços compartilhados, e manter a rede de relacionamentos ativa é tão importante. É conversando com as pessoas que percebemos as necessidades do mercado e temos insights para nossos negócios. Pessoas compram de pessoas, e nada melhor do que conversar com pessoas para ter novas ideias, formar parcerias e gerar novos negócios.

EE-Colunista-12-Gabriele-Rech

EE-Colunistas-aviso-geral

28 abr 2016

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Entre Elas na Revista Donna / Zero Hora do final de semana 23/24 de Abril de 2016

Entre-Elas-23_04_2016

27 abr 2016

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Entre Elas e as conexões geradas entre o networking na Revista Donna do Zero Hora em Abril de 2016

Entre-Elas-22_04_2016

27 abr 2016