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História empreendedora Mônica Santos

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No último evento do ano do Entre Elas, tivemos a honra de contar com a presença de Mônica Santos, esgrimista, gaúcha, mãe, mulher e batalhadora, na história empreendedora.

Mônica teve a perda dos movimentos das pernas em 2002, e na busca de saber o que estava acontecendo, descobriu uma gestação de 4 semanas. Como quase toda mulher, Mônica sonhava em ser mãe. Entre interromper a gestação ou ter a chance de voltar a caminhar, optou por levar a gravidez até o final.

Paolla, junto com o marido, são a grande inspiração para a Mônica na sua luta diária para superar desafios, dores e todos os obstáculos da vida.

Além de uma mulher muito bonita, o sorriso que Mônica carrega, junto com sua simplicidade, por si só, são pura inspiração.

Depois de muitas fisioterapias, adaptada na sua ‘nova vida’ e com a filha “criada”, Mônica buscou algum propósito maior, queria se sentir mais realizada. Foi onde resgatou na sua paixão pelos esportes, pois quando era jovem pensou em ser jogadora de futebol, a busca por alguma atividade que lhe desse a tal realização.

Tentou basquete, experimentou kart e vela, e ainda ciclismo e tiro esportivo, até que em 2010, a esgrima lhe escolheu e a acolheu para a alegria do RS e do Brasil. Pois de lá pra cá Mônica já conquistou diversas medalhas, viajou o mundo representando o esporte, tanto em equipe, como solo. E este ano para orgulho geral, ela participou dos Jogos Paraolímpicos do RJ.

A paixão pelo esporte deu novas oportunidades à Mônica, e você, qual sua paixão? O que pode te mover rumo a novas conquistas?

Segundo a Mônica, podemos e devemos ser nosso próprio ídolo, pois é VOCÊ  e VOCÊ no final.

“Não existem limites para a felicidade.” O importante é aproveitar e curtir muito o trajeto. É nele que você aprende, erra, se supera, conhece gente, se aprimora e vive o presente da vida.

A Mônica é uma história empreendedora inspiradora, pois ela foi lá e fez, teve resiliência para se reinventar, não se posicionou como vitima do mundo, supera assim como muitas mulheres, grandes desafios, preconceitos, dores… diariamente. Ser mulher, ser portadora de deficiência no Brasil, ser esportista no Brasil, ser de uma cidade do interior, entre outras adversidades, nunca limitou a força de vontade desta grande mulher. Uma bela história para encerrar 2016, né?

Ano que vem contaremos mais histórias e inspiraremos muito mais mulheres!

Grande abraço!

manu damasceno entre elas NH

13 dez 2016

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Desaparecer é preciso

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Primeiramente peço desculpas pelo meu sumiço aqui do Entre Elas! Agradeço muito ao puxão de orelha sutil que as meninas me deram para voltar a escrever aqui. Posterior a isto, vamos aos fatos:

É de comum acordo que 2016 foi um ano diferente. Para o misticismo, um ano que verdades viriam à tona, para os Maias um ano de mudanças, para os pessimistas um ano terrível que só trouxe desgraças e para os otimistas um ano de desafios. Para mim foi um ano de repensar o futuro.

Se para você, cara leitora, tudo na sua vida está como você gostaria ou tomando forma, leve este texto como um desabafo. Mas se você sente que algo não está lhe agradando, preste atenção: é preciso parar e sumir, de vez em quando.

O início deste ano foi como de todos os outros, na minha vida empreendedora: visar clientes. Tendo um escritório de comunicação é preciso estar a parte de tudo que acontece no mundo. TUDO. Após festas de final de 2015 e férias, fui atrás de possíveis clientes e iniciamos os fechamentos de contratos. Logo que começaram as reviravoltas políticas, lembrem-se do Impeachment, o mundo dos negócios esfriou totalmente pela capital gaúcha. Em pleno desespero pessoal de como iria pagar as contas, comecei economizar no que fosse preciso, abrindo mão de esportes, momentos de lazer e até objetos que me agradavam muito. No ápice do estresse, chegaram as férias de Julho. Não tive férias, continuava na busca incessante por dinheiro para pagar as contas fixas, e esquecendo do meu bem-estar pessoal. Em agosto, uma decisão: ser voluntária das Olimpíadas Rio 2016.

Já que o mercado continuava parado e minha vida um tanto bagunçada, resolvi sair da zona de conforto. E o resultado: a melhor experiência da minha vida.

Não foi só porquê era no Rio, não foi só porquê era no meu esporte favorito e não foi só por que eu estaria envolvida no maior evento esportivo do Mundo. Foi a melhor experiência da minha vida porque eu estava trabalhando em algo que me dava cem por cento de satisfação pessoal e zero por cento de remuneração em dinheiro. E então percebi o que eu errei por muito tempo.

Errei em pensar que é só por dinheiro. Errei por pensar que só em uma área que posso atuar. Errei em pensar que não existem mais momentos diferentes para aprendermos. E esta experiência me ensinou que existem diversas áreas em que posso desenvolver meu lado empreendedor.

Do meio do ano para cá, venho trabalhando em projetos diferentes, que certamente sairão do papel agora nas férias. Continuo com meu escritório de comunicação e atendendo meus queridos clientes. Mas tenho tido ânimo e outros olhos para enxergar os diferentes negócios que estou fazendo.

Eu poderia escrever aqui sobre minha experiência profissional na área de comunicação, poderia escrever aqui sobre a minha experiência nas Olimpíadas (precisaria de uns dois ou três posts!) mas resolvi escrever sobre o quão importante é nos darmos conta do que nos faz feliz, e para isto, precisamos PARAR o nosso dia-a-dia e viver. Vivenciar experiências novas, conhecer locais novos, e assim enxergar o que nos move todos os dias.

EE-Colunista-Luana-Martins

EE-Colunistas-aviso-geral

08 dez 2016

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Dinheiro na mão é vendaval…

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Certamente você já ouviu ou cantarolou esta música alguma vez né?!

Pois bem, vai um choque de realidade ai: Não é vendaval não!

Esta sensação do dinheiro não parar na carteira é porque estamos no automático e não nos damos conta de pequenos gastos que fazemos no dia a dia.

Proponho aqui um pequeno exercício: Durante um dia anotar tudo o que gasta. Vale ser no celular, no guardanapo do restaurante, papel de pão ou caderninho. O que conta é anotar.

Exemplos: Deu R$ 0,50 na sinaleira? Anota.

Não resistiu aos apelos de chocolate para o filho no bar da escola? Anota.

Estacionamento rotativo no centro da cidade? Anota.

Tinha feira orgânica na saída do banco e comprou moranguinhos? Anota também!

Cafezinho barato na padaria da esquina? Anota, anota e anota. Anota tudo.

Vale também guardar os tickets de pagamento pra ver se não esqueceu de nada.

No final do dia é só passar a régua, somar tudo e ver quanto voou, ou melhor, saiu da sua carteira. Se quiser ampliar esta noção de gastos, confere lá no extrato bancário se tem algum débito automático programado para o dia, ou aquelas tachinhas pequenas. Costumamos considerar apenas os boletos e contas maiores e por isso a sensação do dinheiro ir embora.

Para os “malucos” por Excel como eu: Coloca tudo numa planilha dinâmica, com gráficos coloridos que ilustram quanto, onde, em que e os horários dos gastos diários. Para os “normais”: é só usar a calculadora ou a cabeça mesmo.

Este é apenas um exercício que se for fácil pra você pode ser feito por uma semana ou até mesmo um mês (é chato fazer direitinho por muito tempo). Depois de uma semana seu cérebro já estará mais crítico em relação aos pequenos gastos e as saídas de dinheiro passam a não ser mais tão automáticas.

Este exercício é parte do planejamento financeiro que pode ser feito em várias etapas, mas isoladamente ajuda a criar a consciência dos pequenos gastos e a formatar a cultura crítica do querer gastar ou não. A decisão de gastar sempre será sua e de grão em grão… Ops! Este ditado já é assunto pra um outro dia.

;)

EE Colunista Caren Jacques da Silva

EE-Colunistas-aviso-geral

18 nov 2016

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E esse tal marketing digital?

Muito se fala em marketing digital hoje em dia, mas você sabe o que realmente ele é, e como fazer?

Pois bem, é sobre isso que vou falar neste artigo. Antes de mais nada, saiba que não existe uma fórmula secreta para fazer o marketing digital, ele é apenas o marketing tradicional adaptado para novas ferramentas.

Com a evolução da tecnologia da informação e da comunicação, em especial a internet, o marketing está cada vez mais presente nos canais online. Mas para seu negócio estar lá, você precisa entender o que é o marketing. Conhecer ao máximo o seu público alvo, entender que hoje em dia “o conteúdo é rei” e que, se você se propõe a fazer marketing digital para o seu negócio, você precisa ter um planejamento.

Segundo a Associação Americana de Marketing (AMA), “Marketing é uma função organizacional e uma série de processos para criar, comunicar, entregar e trocar ofertas que tenham valor para os consumidores, clientes, parceiros e sociedade em geral”.

E o marketing digital?

  • Nada mais é que promover produtos, serviços ou marcas por meio de mídias eletrônicas – Novas mídias.
  • A maneira mais econômica de promover produtos ou marcas, pois sua execução não demanda muitos recursos financeiros;
  • Proporciona maneiras de se comunicar com seu público de forma direta, personalizada, e nos momentos mais oportunos;
  • Certamente a maioria do seu público utiliza a Internet todos os dias, então você precisa fazer marketing digital!

Para inicia uma estratégia de marketing digital no seu negócio alguns passos são extremamente importantes:

1)     Conheça o seu público alvo: Para quem você estará entregando conteúdo. Existem ferramentas como o mapa de empatia e a persona que podem lhe ajudar com isso.

2)     Determine objetivos: o que você deseja em relação a sua estratégia?

3)     Plataformas/mídias online: Quais você vai utilizar? Youtube, Facebook, Instagram, Site, E-mail marketing??

4)     Conteúdo: O público deve confiar em você, então crie conteúdos que gerem valor para as pessoas.

5)     Plano de ação: Desenvolva o conteúdo, programe as publicações. Mantenha uma constante de publicações!

6)     Monitoramento: Analise os conteúdos que mais engajaram e os horários mais assertivos. Monitore os resultados.

Espero que tenham gostado das dicas. Agora é hora de colocar em prática seu planejamento e ações de marketing digital!

EE-Colunista-Cíntia-Schenkel

EE-Colunistas-aviso-geral

16 nov 2016

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Você REALMENTE conhece o seu público alvo?

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Os empreendedores e empresários precisam entender como os seus clientes pensam, o que sentem, quais seus interesses, hábitos, gostos e, principalmente, quais os problemas que eles enfrentam e que o seu negócio (produto ou serviço) pode ajudar a solucionar.

O conhecimento aprofundado sobre o seu público-alvo, vai ajudar em todas as estratégias do seu negócio, principalmente quando falamos de marketing.

Uma boa ação de marketing é aquela que conquista a atenção do cliente. Ou seja, se você não conhece os reais interesses, como você vai gerar um conteúdo interessante para atrair mais clientes?

Existem duas ferramentas que podem ser utilizadas para ajudar a estruturar uma descrição coerente sobre uma “hipótese de perfil de cliente” e assim apoiar nas campanhas de marketing, aprimorar produtos ou auxiliar em outras decisões sobre o negócio.

São elas, o mapa de empatia e a persona, ferramentas visuais e simples de aplicar que ajudarão na jornada de entender os seus clientes. Vamos conhecer um pouco cada uma delas:

O mapa de empatia tem como objetivo você adotar o ponto de vista do público-alvo e observar o universo destas pessoas através de seis ângulos diferentes. Desta forma, você tem uma compreensão melhor sobre o que pode influenciar a decisão do cliente.

Persona é a representação fictícia do seu cliente ideal. Para definir uma boa persona você justamente deve ter contato com o seu público-alvo. Ela é baseada em dados reais sobre comportamento e características demográficas dos seus clientes, assim como uma criação de suas histórias pessoais, motivações, objetivos, desafios e preocupações.

A Apipa disponibiliza essas duas ferramentas em PFD, para download gratuitamente neste link: http://goo.gl/VWvzSa

Aproveite e baixe já essas ferramentas fantásticas!

EE-Colunista-Cíntia-Schenkel

EE-Colunistas-aviso-geral

27 out 2016

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Um olho no peixe outro no gato!

 

Vida de empreendedor é assim mesmo: olhar atento a tudo que rodeia. É concentração de gestão, tudo em um, responsabilidade total, qualidade total e iniciativa total. Não existe culpados, mérito ou desculpas que não partam do próprio empreendedor.

Na área financeira as coisas seguem na mesma ordem. Normalmente é a área menos delegada por envolver informações sigilosas, mas como nem todo mundo tem familiaridade ou gosta do tema, as finanças viram uma caixa de surpresas nem sempre positivas.

A ideia aqui é falar que dinheiro é bom e administrá-lo pode ser simples.

Que dinheiro é bom todo mundo sabe, mas que a relação com ele pode ser simples nem todo mundo sabe ainda. Em tempos de economia diferente muito se fala de forma negativa, mas o dinheiro como todos os outros recursos se bem administrados se ajustam ao sistema.

Falaremos neste espaço sobre vários assuntos financeiros e principalmente sobre controle nas finanças. Infelizmente, tudo o que não é medido ou controlado corre a revelia e o resultado pode ser devastador. Felizmente, podemos controlar as finanças de formas fáceis com um pouquinho de organização e boa vontade. Dinheiro é muito bom e saber o que fazemos com ele é ainda melhor.

Atenção! Quando o assunto é dinheiro: Um olho no peixe e outro no gato!

EE Colunista Caren Jacques da SilvaEE-Colunistas-aviso-geral

05 out 2016

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Empreendedorismo feminino é empoderamento

Pensar e gerir negócios próprios significa lutar por espaços de relevância na sociedade

Apesar das dificuldades, o empreendedorismo feminino é uma realidade que cresce a cada dia. Conforme pesquisa feita pela Serasa Experian, líder na América Latina em serviços de informações para empresas, 59% das mulheres empreendedoras fazem parte do grupo denominado “donos de negócios”, que significa pequenos e médios empresários, enquanto que 11% estão no grupo “elites brasileiras”, que representam adultos acima dos 30 anos, com alta escolaridade e com padrão de vida elevado.

Vivemos em uma cultura onde não se encoraja as mulheres a colocarem em prática suas ideais de negócio e lançarem seus esforços no universo empresarial. Por muito tempo nos limitaram a cargos de menor importância, salários menores em relação aos dos homens e poucas oportunidades de crescimento dentro de uma empresa.

Para nós, empreender significa muito mais do que iniciar um negócio. É o momento de lutarmos por direitos igualitários entre gêneros. Foi com esse mesmo pensamento que em julho de 2010 a Assembleia Geral da ONU criou a ONU Mulheres, a entidade das Nações Unidas para Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres. Segundo consta no site oficial, “a igualdade de gênero não é apenas um direito humano básico, mas a sua concretização tem enormes implicações socioeconômicas. Empoderar as mulheres impulsiona economias mais prósperas, estimulando a produtividade e o crescimento”.

Quando penso nessas importantes questões de empoderamento, costumo buscar figuras femininas que nos representem com força na sociedade, nos mais diversos segmentos, como Anita Garibaldi no post anterior. Além dela, vejo também em Martha Medeiros um exemplo de sucesso na literatura. A autora gaúcha, formada em Comunicação Social, lançou inúmeros best-sellers ao longo da carreira, incluindo o romance Divã, que já vendeu mais de 50 mil exemplares, além de virar peça de teatro. Martha tem grande visibilidade como colunista dos jornais Zero Hora e O Globo.

Independentemente do setor, é importante observar mulheres alcançando espaços de relevância na sociedade, pois afirma a nossa luta diária por igualdade.

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EE-Colunista-Scheron-Dilkin

EE-Colunistas-aviso-geral

22 set 2016

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Empreendedorismo feminino é uma realidade

Já somos mais de 7 milhões de mulheres que pensam e gerem seus próprios negócios

Em busca de reconhecimento e mais espaço no mundo empresarial, o empreendedorismo feminino vem crescendo e tornando-se forte em diversos setores da economia, do comércio às indústrias, do universo digital aos negócios próprios. Segundo estudo feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o Brasil possui mais de 7,3 milhões de mulheres empreendedoras, representando 31,1% do total de empreendedores que empregam no país. É dessa maneira nós estamos provando que o empreendedorismo não é mais exclusividade dos homens.

Trata-se de uma conquista gradativa e com um peso muito significativo. Se olharmos pelo retrovisor, há somente 80 anos é que as mulheres conquistaram o direito de votar e de serem votadas em eleições. Hoje nós viemos, pouco a pouco, conquistando um espaço maior na política, nas grandes empresas e gerindo os nossos próprios negócios.

Acredito que os maiores desafios nessa empreitada estão em vencer obstáculos históricos inseridos na sociedade, como as diferenças impostas entre homens e mulheres. É tendo isso em mente que busco inspirações em mulheres fortes que souberam transpor fronteiras e deixar suas marcas. No mês em que comemoramos a Revolução Farroupilha, é impossível não lembrar de Anita Garibaldi, uma figura marcante que não aceitou as condições da época e lutou por tudo o que acreditava, tendo muita fibra e convicção quando as mulheres eram forçadas a serem submissas e recatadas.

Apesar de ter morrido cedo, com apenas 27 anos, Anita entrou para a história como uma heroína. Aos 18 anos, provou sua bravura na batalha naval de Laguna, contra Frederico Mariath, quando transportou munição e armamento aos combatentes estando a bordo de uma pequena embarcação. Vinda de família modesta, precisou ajudar no sustento da família após a morte do pai, quando tinha 14 anos de idade. Anita é considerada um exemplo de dedicação e coragem tanto no Brasil quanto na Itália.

Diferente de tempos passados, hoje nós somos tomadas de autoconfiança e afirmação, o que fortalece o espírito de empreendedorismo.

texto02Anita

EE-Colunista-Scheron-DilkinEE-Colunistas-aviso-geral

08 set 2016

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Por que devo registrar meu software?

Conheça mais detalhes e os principais benefícios deste registro.

Garantia de Titularidade

O Registro de Software estabelece o TITULAR do software, o que a princípio pode parecer simples, mas, na maioria das vezes, existem vários “criadores” internos e externos envolvidos na produção, comercialização e desenvolvimento do mesmo. Assim, registrar quem é o TITULAR é de extrema importância, afinal o software é um grande PATRIMÔNIO da empresa, e, sem o registro, estabelecer a titularidade pode levar muito tempo e dinheiro, principalmente se for discutido judicialmente.

O simples registro estabelece o titular principal e lhe garante direitos patrimoniais sobre o software. Além disso, uma oferta de aporte de capital, ou uma oferta de aquisição da própria empresa, ficará muito mais segura e tranquila, tanto para o investidor quanto para a empresa, afinal, não haverá dúvidas sobre quem é o “dono” do software.

Lembrando que não só os sistemas tradicionais são softwares, aplicativos de Celulares, Tablets, TVs, entre outros, também.

Segurança para o Cliente

O Registro de Software é um grande argumento de venda, é a garantia para o cliente que está comprando/licenciando o software de que ele está sendo vendido/licenciado pelo verdadeiro titular, e assim terá proteção legal caso ocorram processos de terceiros contra a empresa. Imaginem que o software licenciado sofra uma ação de um terceiro, se quem licenciou não possui uma garantia de que não comprou um software pirata, ele poderá responder também pela ação, por aquisição de software pirata, pois a ação judicial poderá se estender para todos os “compradores” do sistema.

Participação em Licitações

Por todas as razões apresentadas, empresas governamentais não licenciam ou compram softwares sem o registro concedido e a apresentação da cópia do certificado pela empresa que está licenciando o sistema. Assim, para participar de licitações, a empresa obrigatoriamente deve possuir o Registro de Software.

Contratos

É essencial também a empresa estabelecer diferentes tipos de contratos referentes ao software:

- Contrato de Licenciamento para Clientes: para garantir os direitos e deveres além dos limites de utilização do software para quem irá comprar ou licenciar o mesmo, deixando claro todas as condições de uso, alteração, suporte, modificações, extensões ou limitações dos direitos autorais e de propriedade intelectual, por exemplo.

- Contrato de Confidencialidade e Propriedade Intelectual para Colaboradores: para deixar claro os limites de uso de informações e dados da empresa pelos seus colaboradores, estabelecendo regras específicas sobre o que é de propriedade da empresa e o que não, e de quem é a titularidade e o capital intelectual da produção dos colaboradores envolvidos no desenvolvimento do software, inclusive para suportar e garantir o registro do software realizado.

- Contrato de Confidencialidade e Propriedade Intelectual para Terceirizados/Contratados: contrato que complementa o próprio contrato de prestação de serviços entre as partes (empresa x terceirizado/contratado) estabelecendo as regras da produção intelectual do objeto do contrato, oferecendo garantias da titularidade para a empresa contratante, e garantindo também o registro do software e sua titularidade.

Os contratos minimizam a possibilidade de uma ação judicial, reduzem tempo de negociação, oferecem garantias e qualidade de direitos das partes envolvidas de forma justa e de acordo com a Constituição. O ideal é que estes contratos sejam elaborados por uma consultoria especializada, pois uma vez mal feitos, podem ser anulados pela legislação.

Validade Internacional

Por ser um Direito Autoral, o Registro de Software possui validade internacional, garantindo proteção contra a pirataria e ação desleal de concorrentes em mais de 140 países.

Fonte: VILAGE MARCAS E PATENTES (0800 770 2717 / vilage.com.br)

EE-Colunista-Fernanda-Rauter

EE-Colunistas-aviso-geral

07 set 2016

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A mesma peça, muitas histórias!

Com as mulheres tomando as rédeas das próprias vidas, muitos paradigmas estão sendo quebrados simultaneamente. O consumo sendo minado pelo minimalismo e a sustentabilidade sendo protagonista neste contexto. Apenas  alguns dos benefícios desta nova percepção.

A questão consumismo é foco da questão. Nós mulheres, temos a fama de comprar em demasia. Na verdade temos necessidades criadas que sustentam o desejo de consumir. Foi nos imposto que para cada ocasião, uma roupa diferente. Que não era bem visto repetirmos o look. E daí vai… Tendências em roupas, sapatos e acessórios. Sem falar a troca da estação. A troca da coleção. Moda vem e vai. E o que era sensação  ano passado, muda um detalhe se quer, e  já cai em desuso.

O boomm das blogueiras de moda incentivou ainda mais o consumir. Afinal milhões de seguidores de alguém de referência. As dicas de celebridades on-line estimulam o comprar. Este marketing por tabela, na verdade, é um novo canal de vendas. E assim mais estímulo para encher o carrinho.

Porém começamos a pensar diferente. Na verdade começamos a realmente refletir sobre  as verdadeiras necessidades. O que realmente precisamos? Claro que temos uma imagem a externar. O importante é termos personalidade e passar exatamente aquilo que queremos. Todo excesso esconde uma falta, já dizia a sábia cultura popular.  Entupir o armário de roupas não trouxe mais felicidade.  Mil pares de sapato não trouxeram realização.

E assim, aos poucos, estamos sentindo na pele que comprar não resolve nada, inclusive geram dívidas. Então, na verdade geram  problemas.

Digamos que a moda agora é outra. Partindo do “menos é mais”.  Usar com inteligência o que se tem. Saber abusar da criatividade utilizando o próprio guarda roupa com novas propostas. Um trabalho de autoconhecimento para saber se tudo aquilo que foi adquirido realmente é usado, quando e como.

Referências como Kate Middleton, já utilizou o mesmo modelito mais de uma vez. Então se uma realeza, envolta por todo um contexto de costumes metódico quebra as regras… É chegada  a hora de ousar.

Nesta onda estão os brechós. Um conceito tão antigo, reformulado para os tempos atuais.

Lojas super antenadas  fazendo um lindo trabalho de reuso e sustentabilidade. Desde o usar uma roupa que já foi de alguém, até as sacolinhas reutilizadas de outras lojas. O garimpar está realmente na moda.

Na contra mão das blogueiras, sites inteiros destinados a trocas e vendas de todo tipo mercadoria e roupas. Fazendo com que a mesma peça participe da vida de mais de uma pessoa, fazendo mais história. Sim, estamos crescendo e evoluindo.

É correto, é sustentável e inteligente.

EE-Colunista-Viviane-Luckmann

EE-Colunistas-aviso-geral

17 ago 2016