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Você REALMENTE conhece o seu público alvo?

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Os empreendedores e empresários precisam entender como os seus clientes pensam, o que sentem, quais seus interesses, hábitos, gostos e, principalmente, quais os problemas que eles enfrentam e que o seu negócio (produto ou serviço) pode ajudar a solucionar.

O conhecimento aprofundado sobre o seu público-alvo, vai ajudar em todas as estratégias do seu negócio, principalmente quando falamos de marketing.

Uma boa ação de marketing é aquela que conquista a atenção do cliente. Ou seja, se você não conhece os reais interesses, como você vai gerar um conteúdo interessante para atrair mais clientes?

Existem duas ferramentas que podem ser utilizadas para ajudar a estruturar uma descrição coerente sobre uma “hipótese de perfil de cliente” e assim apoiar nas campanhas de marketing, aprimorar produtos ou auxiliar em outras decisões sobre o negócio.

São elas, o mapa de empatia e a persona, ferramentas visuais e simples de aplicar que ajudarão na jornada de entender os seus clientes. Vamos conhecer um pouco cada uma delas:

O mapa de empatia tem como objetivo você adotar o ponto de vista do público-alvo e observar o universo destas pessoas através de seis ângulos diferentes. Desta forma, você tem uma compreensão melhor sobre o que pode influenciar a decisão do cliente.

Persona é a representação fictícia do seu cliente ideal. Para definir uma boa persona você justamente deve ter contato com o seu público-alvo. Ela é baseada em dados reais sobre comportamento e características demográficas dos seus clientes, assim como uma criação de suas histórias pessoais, motivações, objetivos, desafios e preocupações.

A Apipa disponibiliza essas duas ferramentas em PFD, para download gratuitamente neste link: http://goo.gl/VWvzSa

Aproveite e baixe já essas ferramentas fantásticas!

EE-Colunista-Cíntia-Schenkel

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27 out 2016

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Um olho no peixe outro no gato!

 

Vida de empreendedor é assim mesmo: olhar atento a tudo que rodeia. É concentração de gestão, tudo em um, responsabilidade total, qualidade total e iniciativa total. Não existe culpados, mérito ou desculpas que não partam do próprio empreendedor.

Na área financeira as coisas seguem na mesma ordem. Normalmente é a área menos delegada por envolver informações sigilosas, mas como nem todo mundo tem familiaridade ou gosta do tema, as finanças viram uma caixa de surpresas nem sempre positivas.

A ideia aqui é falar que dinheiro é bom e administrá-lo pode ser simples.

Que dinheiro é bom todo mundo sabe, mas que a relação com ele pode ser simples nem todo mundo sabe ainda. Em tempos de economia diferente muito se fala de forma negativa, mas o dinheiro como todos os outros recursos se bem administrados se ajustam ao sistema.

Falaremos neste espaço sobre vários assuntos financeiros e principalmente sobre controle nas finanças. Infelizmente, tudo o que não é medido ou controlado corre a revelia e o resultado pode ser devastador. Felizmente, podemos controlar as finanças de formas fáceis com um pouquinho de organização e boa vontade. Dinheiro é muito bom e saber o que fazemos com ele é ainda melhor.

Atenção! Quando o assunto é dinheiro: Um olho no peixe e outro no gato!

EE Colunista Caren Jacques da SilvaEE-Colunistas-aviso-geral

05 out 2016

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Empreendedorismo feminino é empoderamento

Pensar e gerir negócios próprios significa lutar por espaços de relevância na sociedade

Apesar das dificuldades, o empreendedorismo feminino é uma realidade que cresce a cada dia. Conforme pesquisa feita pela Serasa Experian, líder na América Latina em serviços de informações para empresas, 59% das mulheres empreendedoras fazem parte do grupo denominado “donos de negócios”, que significa pequenos e médios empresários, enquanto que 11% estão no grupo “elites brasileiras”, que representam adultos acima dos 30 anos, com alta escolaridade e com padrão de vida elevado.

Vivemos em uma cultura onde não se encoraja as mulheres a colocarem em prática suas ideais de negócio e lançarem seus esforços no universo empresarial. Por muito tempo nos limitaram a cargos de menor importância, salários menores em relação aos dos homens e poucas oportunidades de crescimento dentro de uma empresa.

Para nós, empreender significa muito mais do que iniciar um negócio. É o momento de lutarmos por direitos igualitários entre gêneros. Foi com esse mesmo pensamento que em julho de 2010 a Assembleia Geral da ONU criou a ONU Mulheres, a entidade das Nações Unidas para Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres. Segundo consta no site oficial, “a igualdade de gênero não é apenas um direito humano básico, mas a sua concretização tem enormes implicações socioeconômicas. Empoderar as mulheres impulsiona economias mais prósperas, estimulando a produtividade e o crescimento”.

Quando penso nessas importantes questões de empoderamento, costumo buscar figuras femininas que nos representem com força na sociedade, nos mais diversos segmentos, como Anita Garibaldi no post anterior. Além dela, vejo também em Martha Medeiros um exemplo de sucesso na literatura. A autora gaúcha, formada em Comunicação Social, lançou inúmeros best-sellers ao longo da carreira, incluindo o romance Divã, que já vendeu mais de 50 mil exemplares, além de virar peça de teatro. Martha tem grande visibilidade como colunista dos jornais Zero Hora e O Globo.

Independentemente do setor, é importante observar mulheres alcançando espaços de relevância na sociedade, pois afirma a nossa luta diária por igualdade.

texto01Martha

EE-Colunista-Scheron-Dilkin

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22 set 2016

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Empreendedorismo feminino é uma realidade

Já somos mais de 7 milhões de mulheres que pensam e gerem seus próprios negócios

Em busca de reconhecimento e mais espaço no mundo empresarial, o empreendedorismo feminino vem crescendo e tornando-se forte em diversos setores da economia, do comércio às indústrias, do universo digital aos negócios próprios. Segundo estudo feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o Brasil possui mais de 7,3 milhões de mulheres empreendedoras, representando 31,1% do total de empreendedores que empregam no país. É dessa maneira nós estamos provando que o empreendedorismo não é mais exclusividade dos homens.

Trata-se de uma conquista gradativa e com um peso muito significativo. Se olharmos pelo retrovisor, há somente 80 anos é que as mulheres conquistaram o direito de votar e de serem votadas em eleições. Hoje nós viemos, pouco a pouco, conquistando um espaço maior na política, nas grandes empresas e gerindo os nossos próprios negócios.

Acredito que os maiores desafios nessa empreitada estão em vencer obstáculos históricos inseridos na sociedade, como as diferenças impostas entre homens e mulheres. É tendo isso em mente que busco inspirações em mulheres fortes que souberam transpor fronteiras e deixar suas marcas. No mês em que comemoramos a Revolução Farroupilha, é impossível não lembrar de Anita Garibaldi, uma figura marcante que não aceitou as condições da época e lutou por tudo o que acreditava, tendo muita fibra e convicção quando as mulheres eram forçadas a serem submissas e recatadas.

Apesar de ter morrido cedo, com apenas 27 anos, Anita entrou para a história como uma heroína. Aos 18 anos, provou sua bravura na batalha naval de Laguna, contra Frederico Mariath, quando transportou munição e armamento aos combatentes estando a bordo de uma pequena embarcação. Vinda de família modesta, precisou ajudar no sustento da família após a morte do pai, quando tinha 14 anos de idade. Anita é considerada um exemplo de dedicação e coragem tanto no Brasil quanto na Itália.

Diferente de tempos passados, hoje nós somos tomadas de autoconfiança e afirmação, o que fortalece o espírito de empreendedorismo.

texto02Anita

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08 set 2016

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Por que devo registrar meu software?

Conheça mais detalhes e os principais benefícios deste registro.

Garantia de Titularidade

O Registro de Software estabelece o TITULAR do software, o que a princípio pode parecer simples, mas, na maioria das vezes, existem vários “criadores” internos e externos envolvidos na produção, comercialização e desenvolvimento do mesmo. Assim, registrar quem é o TITULAR é de extrema importância, afinal o software é um grande PATRIMÔNIO da empresa, e, sem o registro, estabelecer a titularidade pode levar muito tempo e dinheiro, principalmente se for discutido judicialmente.

O simples registro estabelece o titular principal e lhe garante direitos patrimoniais sobre o software. Além disso, uma oferta de aporte de capital, ou uma oferta de aquisição da própria empresa, ficará muito mais segura e tranquila, tanto para o investidor quanto para a empresa, afinal, não haverá dúvidas sobre quem é o “dono” do software.

Lembrando que não só os sistemas tradicionais são softwares, aplicativos de Celulares, Tablets, TVs, entre outros, também.

Segurança para o Cliente

O Registro de Software é um grande argumento de venda, é a garantia para o cliente que está comprando/licenciando o software de que ele está sendo vendido/licenciado pelo verdadeiro titular, e assim terá proteção legal caso ocorram processos de terceiros contra a empresa. Imaginem que o software licenciado sofra uma ação de um terceiro, se quem licenciou não possui uma garantia de que não comprou um software pirata, ele poderá responder também pela ação, por aquisição de software pirata, pois a ação judicial poderá se estender para todos os “compradores” do sistema.

Participação em Licitações

Por todas as razões apresentadas, empresas governamentais não licenciam ou compram softwares sem o registro concedido e a apresentação da cópia do certificado pela empresa que está licenciando o sistema. Assim, para participar de licitações, a empresa obrigatoriamente deve possuir o Registro de Software.

Contratos

É essencial também a empresa estabelecer diferentes tipos de contratos referentes ao software:

- Contrato de Licenciamento para Clientes: para garantir os direitos e deveres além dos limites de utilização do software para quem irá comprar ou licenciar o mesmo, deixando claro todas as condições de uso, alteração, suporte, modificações, extensões ou limitações dos direitos autorais e de propriedade intelectual, por exemplo.

- Contrato de Confidencialidade e Propriedade Intelectual para Colaboradores: para deixar claro os limites de uso de informações e dados da empresa pelos seus colaboradores, estabelecendo regras específicas sobre o que é de propriedade da empresa e o que não, e de quem é a titularidade e o capital intelectual da produção dos colaboradores envolvidos no desenvolvimento do software, inclusive para suportar e garantir o registro do software realizado.

- Contrato de Confidencialidade e Propriedade Intelectual para Terceirizados/Contratados: contrato que complementa o próprio contrato de prestação de serviços entre as partes (empresa x terceirizado/contratado) estabelecendo as regras da produção intelectual do objeto do contrato, oferecendo garantias da titularidade para a empresa contratante, e garantindo também o registro do software e sua titularidade.

Os contratos minimizam a possibilidade de uma ação judicial, reduzem tempo de negociação, oferecem garantias e qualidade de direitos das partes envolvidas de forma justa e de acordo com a Constituição. O ideal é que estes contratos sejam elaborados por uma consultoria especializada, pois uma vez mal feitos, podem ser anulados pela legislação.

Validade Internacional

Por ser um Direito Autoral, o Registro de Software possui validade internacional, garantindo proteção contra a pirataria e ação desleal de concorrentes em mais de 140 países.

Fonte: VILAGE MARCAS E PATENTES (0800 770 2717 / vilage.com.br)

EE-Colunista-Fernanda-Rauter

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07 set 2016

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A mesma peça, muitas histórias!

Com as mulheres tomando as rédeas das próprias vidas, muitos paradigmas estão sendo quebrados simultaneamente. O consumo sendo minado pelo minimalismo e a sustentabilidade sendo protagonista neste contexto. Apenas  alguns dos benefícios desta nova percepção.

A questão consumismo é foco da questão. Nós mulheres, temos a fama de comprar em demasia. Na verdade temos necessidades criadas que sustentam o desejo de consumir. Foi nos imposto que para cada ocasião, uma roupa diferente. Que não era bem visto repetirmos o look. E daí vai… Tendências em roupas, sapatos e acessórios. Sem falar a troca da estação. A troca da coleção. Moda vem e vai. E o que era sensação  ano passado, muda um detalhe se quer, e  já cai em desuso.

O boomm das blogueiras de moda incentivou ainda mais o consumir. Afinal milhões de seguidores de alguém de referência. As dicas de celebridades on-line estimulam o comprar. Este marketing por tabela, na verdade, é um novo canal de vendas. E assim mais estímulo para encher o carrinho.

Porém começamos a pensar diferente. Na verdade começamos a realmente refletir sobre  as verdadeiras necessidades. O que realmente precisamos? Claro que temos uma imagem a externar. O importante é termos personalidade e passar exatamente aquilo que queremos. Todo excesso esconde uma falta, já dizia a sábia cultura popular.  Entupir o armário de roupas não trouxe mais felicidade.  Mil pares de sapato não trouxeram realização.

E assim, aos poucos, estamos sentindo na pele que comprar não resolve nada, inclusive geram dívidas. Então, na verdade geram  problemas.

Digamos que a moda agora é outra. Partindo do “menos é mais”.  Usar com inteligência o que se tem. Saber abusar da criatividade utilizando o próprio guarda roupa com novas propostas. Um trabalho de autoconhecimento para saber se tudo aquilo que foi adquirido realmente é usado, quando e como.

Referências como Kate Middleton, já utilizou o mesmo modelito mais de uma vez. Então se uma realeza, envolta por todo um contexto de costumes metódico quebra as regras… É chegada  a hora de ousar.

Nesta onda estão os brechós. Um conceito tão antigo, reformulado para os tempos atuais.

Lojas super antenadas  fazendo um lindo trabalho de reuso e sustentabilidade. Desde o usar uma roupa que já foi de alguém, até as sacolinhas reutilizadas de outras lojas. O garimpar está realmente na moda.

Na contra mão das blogueiras, sites inteiros destinados a trocas e vendas de todo tipo mercadoria e roupas. Fazendo com que a mesma peça participe da vida de mais de uma pessoa, fazendo mais história. Sim, estamos crescendo e evoluindo.

É correto, é sustentável e inteligente.

EE-Colunista-Viviane-Luckmann

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17 ago 2016

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História Empreendedora: Aline Heinen da Star Bags

Milene Venter Fotografias-129

Dizem pesquisas que se empreende por necessidade ou por oportunidade. Ou seja, se avalia uma demanda que ainda não foi atendida ou está carente e se cria uma OPORTUNIDADE. Ou por, falta de emprego, por recolocação no mercado ou ainda, para ocupação por uma depressão ou outra doença, se empreende por necessidade. A Aline da Star Bags identificou uma oportunidade, mas também uma necessidade. Como assim?

Aline teve sua mala trocada no aeroporto, o que não é uma experiência legal, e depois disso teve a ideia de pedir para sua mãe fazer uma capa para sua mala. A capa que sua mãe produziu fez sucesso nas viagens e entre amigos.

Ela aproveitou uma oportunidade de demanda para um produto inovador e, a necessidade do seu marido precisar trabalhar na época, pois estava desempregado. Pronto, nasceu a Star Bags.

Star Bags é uma capa de proteção para malas que proporciona segurança, beleza, economia, personalização e praticidade.  Possui fechamento que permite cadeado e com possibilidade de personalização.

A Star Bags já teve loja no aeroporto de POA e neste inverno, está tendo uma loja em Gramado, aqui no RS, onde nesta época a cidade é repleta de turistas, além da loja virtual.

Apesar de todas as dificuldades que um empreendedor enfrenta neste país, a empresa só cresce. A Aline ainda não trabalha full time na Star Bags, mas o projeto só cresce e em breve torcemos para ela dedicar 100% do tempo neste projeto super inovador e bacana. Ela dedica um turno de trabalho para a empresa e tenta equilibrar com sua vida profissional e pessoal.

Com dedicação, coragem, persistência e um pouco de cara de pau, a Aline conseguiu emplacar matérias de TV com a Star Bags, em programas como: Bom Dia RS e Pequenas Empresas, Grandes Negócios.

Um depoimento bacana que a Aline deu na sua participação no último Entre Elas, em julho, foi de que o empreendedorismo resgatou e uniu sua família. E nós do Entre Elas acreditamos muito no poder transformador do empreendedorismo. As vezes alguns acontecimentos em nossas vidas nos fazem agir ou desencadeiam paixões que podem fazer nascer um plano profissional totalmente novo.

Próximos planos? Franquias, vendas nos EUA…o céu é o limite.

Quer presenciar a próxima história empreendedora? Dia 21 de Setembro, Eliane Magnan vai contar a sua história e da Elegance Lingeries. Garanta seu ingresso aqui.

Acompanhe nossas redes sociais: Instagram.com/projetoentreelasFacebook.com/entreelasnh

manu damasceno entre elas NH

11 ago 2016

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Empreendendo: Como testar ou validar seu modelo de negócio, na prática!

Uma metodologia recente vem questionando e desconstruindo um modelo tradicional utilizado para a criação de um negócio. Grande parte das empresas foram criadas baseadas em plano de negócios minuciosos, onde quase tudo era colocado em pauta, menos o consumidor em questão. Neste modelo tradicional, a atenção sempre foi mais voltada em criar um produto ou serviço que pudesse atender um público específico mas sem que este pudesse realmente ajudar na construção com a exposição dos seus reais interesses ou necessidades.

No modelo proposto pela medotologia “Lean Startup” a lógica é justamente colocar a opinião do cliente / feedback como estratégia para o processo de criação de uma empresa. Neste sentido faz se necessário testes de produto chamado produto mínimo viável (MVP) junto com clientes e parceiros para testar hipóteses, fazer pequenos ajustes ou até mudanças radicais, este último chamado “pivotar”.

Este método “enxuto” é baseado na necessidade de agilidade para o desenvolvimento de startups e também apoiado no sistema Toyota de produção produção enxuta. Assim, surgiu o Lean Startup ou Startup enxuta.

Este método tem como base 3 premissas: (1) o empreendedor aceita que tem uma série de hipóteses não comprovadas e que precisa testar e validar. Neste primeiro ponto ele, ao invés de criar um plano de negócio minucioso, desenha as suas hipóteses em um mapa, conhecido como “Canvas do Modelo de Negócio”. (2) A segunda etapa do processo é chamada “desenvolvimento de clientes”, neste momento a empresa vai até o mercado para pedir opinião aos clientes e parceiros sobre os elementos do modelo de negócios e apresenta um produto mínimo viável. Com base nas informações extraídas dos clientes a empresa pode ajustar as hipóteses ou no caso de mudanças radicais, “pivotar ”. Esse ciclo pode acontecer diversas vezes se necessário, porém com agilidade. (3) No último momento a empresa vai testar um produto mínimo viável no mercado. Lembrando que aqui o MVP já foi avaliado com uma parcela de possíveis clientes. Esta etapa é conhecida como “desenvolvimento ágil” e anda de mãos dadas com a etapa anterior, desenvolvimento de clientes.

Atualmente, muitas empresas criadas não passam do primeiro ano de existência. Um dos indícios é justamente porque as empresas utilizam o modelo tradicional onde o produto é preparado totalmente para ser colocado no mercado e aguardam a resposta dos clientes, a compra. Em contraponto com isso, o modelo enxuto busca a participação do cliente, através de feedback e opiniões. O produto neste caso é criado em um processo iterativo e incremental.

Contudo, é possível concluir que trazer o cliente para o centro do processo, fazendo ele participar ativamente no desenvolvimento do negócio pode resultar em resultados melhores e melhores chances de sobrevivência no mercado.

Quer testar ou validar um produto ou serviço novo, ou mesmo repensar o seu modelo de negócio? Conte com a Apipa Consultoria!

EE-Colunista-Cíntia-Schenkel

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22 jul 2016

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História Empreendedora: Aline Taís da Rosa da PetPapá

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Aline e sua mãe Maria da Graça.

Nunca se falou tanto em viver com mais qualidade e isto inclui nossa alimentação, e quando o assunto são nossos pets, já paramos para pensar que eles também podem manter uma dieta mais saudável com comida natural pensada para eles? Eu nunca!

Foi pensando em levar saúde e bem-estar para nossos amigos de quatro patas, que a PetPapá começou a produzir comida natural congelada para cães e gatos.

Empreender demanda medos, insegurança e muita coragem. E foi exatamente este caminho de coragem que a Aline, junto com a sua mãe Graça e, outro sócio, vem trilhando desde 2013, quando ela teve a ideia de criar a PetPapá e abandonou um emprego seguro para empreender.

A Aline contou em sua palestra no Entre Elas de maio, que teve uma caminhada turbulenta, com burocracia, pois seu tipo de empreendimento é do segmento de alimentação, dificuldades por falta de inexperiência em empreender, e claro, de investimentos. Mas junto com a escolha de empreender vieram os benefícios, como flexibilidade de horários e trabalhar com paixão, pois como ela destacou todo esforço e trabalho é para você, é seu!

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E todo serviço pesado, noites mal dormidas e obstáculos valem a pena? É só ver uma foto de um antes e depois dos animais que a PetPapá atende. Vários bichinhos com problemas de saúde, que em meses estão super melhores, com uma vida mais saudável e feliz.

A PetPapá conta com 3 sócios e uma colaboradora e, estão crescendo na região, além de terem chamado atenção de vários veículos de comunicação, uma vez, que nunca se procurou tanto proporcionar bem-estar aos animais de estimação, seja com a moda ou com produtos específicos para eles viverem melhor.

E para finalizar a Aline compartilhou o que ela considera importante na hora de empreender, e o que ela já faria diferente se começasse empreender hoje: ter capital de giro, estudar sempre, registrar sua marca, cuidar para separar amizade e negócios na hora de contratar, legalizar o negócio, pesquisar o mercado para fazer diferente, ter pessoas certas para ajudar e acelerar o negócio e manter tudo documentado – eu anotei as dicas, e você?!

Nossa próxima história empreendedora será dia 21 de Setembro, reserva a data!

manu damasceno entre elas NH

21 jul 2016

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A marca e as inovações de uma empresa devem ser protegidas de forma segura e abrangente

 

Quando o empresário pensa em uma nova ideia, seja de produto ou marca a ser lançada, toma todos os cuidados em relação à criação, cores, modelos e embalagens atraentes. Muitas vezes, investe em um novo sistema de fabricação ou comercialização e até mesmo em campanhas de publicidade de alto custo. Tais estratégias visam chamar a atenção do cliente e driblar a concorrência. Porém, em muitos casos, ele se esquece do primordial: o registro destas criações. Sem garantir esta segurança, o empresário corre o risco de perder tudo o que construiu ao longo do tempo, além dos investimentos na criação da “identidade” e “exclusividade” do produto, principal fonte de captação e manutenção de clientes.

A única maneira de não sofrer este tipo de problema é efetuar o registro da marca e a proteção da patente, pois estas medidas garantem a exclusividade de uso, fabricação e comercialização, seja em todo o território nacional ou no exterior, e ainda permitem o combate à concorrência desleal e pirataria, assegurando também a reparação por eventuais prejuízos causados pelo uso desautorizado. A oficialização do registro agrega valor aos produtos e serviços e ajuda a fidelizar o cliente, construindo uma identidade e uma relação entre a marca e o consumidor.

Muitas pessoas confundem marca e patente. Qual a diferença entre uma e outra?

Os dois tipos de proteção são amparados pela LPI – Lei da Propriedade Industrial. MARCA é o registro da identidade visual da empresa e pode ser dividida em várias categorias, de acordo com sua forma, design e nome. Ela tem validade por 10 anos e pode ser prorrogada. Já a PATENTE é um título de propriedade temporária concedido pelo estado e, após seu vencimento, torna-se de domínio público. A patente é uma forma valiosa de proteger a invenção e sua industrialização, sendo um investimento que vai gerar rentabilidade.

A Importância da proteção abrangente

No momento da abertura de um novo negócio, normalmente o empresário foca suas atividades em um único ramo de atividade. Com o tempo, a empresa vai crescendo e ele se vê atuando em diferentes segmentos. Uma empresa de confecção, por exemplo, pode expandir suas atividades para o ramo de joias, cosméticos, óticas. Enfim, são vários os meios de ampliar o negócio. Por isso, é importante sempre atualizar o registro da marca e protegê-la de forma abrangente, pois o registro em mais de uma classe, desde que se exerça, de fato, aquela atividade, garante uma maior proteção da marca no mercado. O mesmo ocorre no caso de patentes, seu registro garante a exclusividade de comercialização do produto. Outro problema ocorre quando a empresa resolve exportar seu produto para o exterior e esquece de realizar o registro no país desejado.

Consultoria e assessoria especializada

Para garantir a proteção da Propriedade Intelectual de uma empresa de forma segura, é importante uma consultoria que auxilie nas tomadas de decisões estratégicas. A VILAGE MARCAS E PATENTES realiza este trabalho há 30 anos, contando com mais de 100 profissionais especializados em todo o Brasil.

novohamburgo@vilage.com.br | 0800 770 2717 | www.vilage.com.br

EE-Colunista-Fernanda-Rauter

EE-Colunistas-aviso-geral

23 jun 2016