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Marketing, comunicação e propaganda, é tudo a mesma coisa?

Essa é uma pergunta que eu escuto com frequência… Ainda escuto uma vairação desta questão: O marqueteiro é quem cuida da propaganda de uma marca? Ambas perguntas frequentes, ambas perguntas que trazem várias outras à tona, quando eu respondo NÃO, NÃO, NÃO!!! NÃO SÃO A MESMA COISA!

Mas porque confundimos marketing, comunicação e propaganda? Porque achamos que o marqueteiro cuida somente da propaganda de uma marca? Esses equívocos acontecem principalmente por uma ideia errada e comumente disseminada pela mídia… quando ouvimos, por exemplo, que alguém comprou “gato por lebre” dissemos: foi enganado, tudo é marketing… Essa fala recorrente nos dá a ideia “torta” que temos do marketing e ainda, por vezes confundimos com a propaganda do pior tipo – a enganosa.

Então, voltando à questão inicial, marketing não é a mesma coisa que comunicação, que por sua vez não é a mesma coisa que propaganda. MAS SÃO CONCEITOS QUE ESTÃO INTERLIDADOS! Ahhh, vamos entender…

O marketing é uma ferramenta tática de uma organização e é focado em desenvolver um produto desde a sua concepção. Ou seja, se busca entender o consumidor e desenvolver um produto que faça sentido, que atenda ás suas necessidades e desejos – nada de propaganda aqui, correto?

Bom, em conjunto com o desenvolvimento do produto é importante pensar onde ele será vendido – locais, tipo de varejo, venda direta, indireta, intermediários, internet. Essas funções são pertinentes ao planejamento de marketing, não do planejamento de comunicação…

Além disso, outra atribuição importante do marketing é entender quanto este produto vale e quanto que ele vai custar, quando for vendido ao consumidor final. Isto tem, então, relação com a percepção de valor que um consumidor tem de uma oferta, quais são os benefícios que ele valoriza e o quanto está disposto a pagar. Muito foco no consumidor. Nada de publicidade aqui.

Após a oferta desenvolvida, precificada e distribuída deve-se pensar na comunicação – que se foca em fazer com que os consumidores conheçam uma oferta, seus atributos e benefícios. A comunicação fará com que os consumidores também se encantem pelo produto ou que tenham alguma atitude – enfim, informar, persuadir e induzir à ação são os objetivos de uma comunicação.

Assim, fica evidente que a comunicação é uma função do marketing e que só tem sentido se os outros elementos do composto mercadológico estivem em sinergia com ela. Com isso, a comunicação faz uma promessa e os outros elementos do marketing asseguram que ela seja cumprida, gerando satisfação aos clientes. Ou seja, aquilo que uma empresa comunica (promete) deve ser entregue (suporte). Se uma empresa promete e não entrega está enganando o cliente, que será perdido pra sempre…

E como fica a propaganda e a publicidade? Elas, junto com outras ferramentas fazem a comunicação acontecer. Mas elas não estão sozinhas… existem diversas outras formas de se comunicar com o seu público: eventos, embalagens, marketing direto, mídias sociais, visual merchandising, marketing sensorial são ferramentas que uma empresa pode utilizar para alcançar o seu consumidor. No caso específico da publicidade, ela se refere ao movimento formal que um anunciante faz, comprando um espaço em um veículo de comunicação e ali coloca sua mensagem – e é isso…

Então, podemos ver que o marketing engloba a comunicação, que por sua vez engloba a propaganda e a publicidade. São conceitos que se relacionam, mas que, definitivamente, não são a mesma coisa!

EE-Colunista-Luciana-Hoppe

23 abr 2015

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Não tenha medo de empreender

O que falar sobre empreendedorismo que não seja clichê? Depois de muito refletir sobre o que interessaria as mulheres que acompanham o Entre Elas NH, me dei conta do óbvio: a própria vida da empreendedora.

Optei por ter meu próprio negócio assim que voltei de uma experiência de liberdade, o tal intercâmbio. Quando viajamos sozinhos, descobrimos que somos capazes, e muito, de fazer qualquer coisa que desejamos. Eu sempre fui comunicativa, me formei em Relações Públicas por ter a característica básica de querer estar por dentro de todo tipo de organização (eventos, empresas, grupos de pessoas), então pensei: por que não ter a minha empresa do jeito que eu sempre quis trabalhar? Claro que este pensamento não é o único na cabeça “a milhão” de uma jovem, é preciso saber se a ideia é viável, qual seu diferencial e qual o investimento necessário. Mas isto vocês já devem ter lido muito por ai.

Analisando então todos os itens básicos, vamos lá: criação de um nome, detalhamento dos serviços, definição de um público, posicionamento do negócio, um ótimo planejamento e, correr atrás. Fiquei quatro anos trabalhando Home Office, com meses “atrolhados” de serviços e outros parados (estes desesperadores) onde achava que tudo estava perdido. Até receber outro e-mail ou ligação e começar toda correria de trabalho novamente. Boa correria de trabalho, só para constar.

Então chegou 2015 e, adivinhem? O negócio cresceu, tomou outras proporções e com ele, muita felicidade e muita preocupação na hora de ter um espaço próprio para o trabalho. Acho que este é o maior desejo dos empreendedores, dá uma sensação de trabalho sério. Mas é só sensação mesmo, porque o trabalho sempre foi sério!

Enfim, o que tenho para lhes contar é que quando se empreende, se fica expert em tudo! Você tomando conta do seu negócio vira, além do profissional da área, uma ótima comerciante, contadora, recepcionista, entregadora… E no meu caso agora, expert em nomes de tintas, tipos de piso, diferenças de iluminações. É fantástico! Até isso o empreendedorismo nos ensina, a entender sobre assuntos ou coisas que você nunca se interessou ou teve acesso.

Se você tem uma ideia, acha que pode empreender, ou se você já tem um negócio e quer expandir, não desista. Acredite que você irá conseguir. Use de todas as ferramentas necessárias para isto: planeje, invista e avalie toda situação de seu negócio. Se for para dar certo, vai dar.

EE-Colunista-Luana-Martins

22 abr 2015

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Um novo projeto, o Mercado Entre Elas no Jornal NH

Entre-Elas-no-Jornal-NH-17abr2015

22 abr 2015

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Coach de Imagem: construindo a tua marca pessoal

image by cris guimas

“Existem dois momentos importantes na vida de uma pessoa. O primeiro é quando ela nasce. O segundo é quando ela descobre para que veio ao mundo” (Autor Desconhecido)

Tu já decidiu qual espaço quer ocupar neste mundo? Onde está? Para onde vai e como está indo?

Todas estas questões são importantes. Vivemos num mundo onde estamos de passagem, mas o tempo todo se fala de legado. Qual o teu legado? Já parou para pensar? O que vai deixar neste mundo? Como as pessoas vão lembrar de ti? Não me diz que assim como eu, tu faz parte do clube dos que vivem correndo sem conseguir dar conta de tudo que acontece a tua volta?

Bom, eu cancelei minha carteirinha desse clube há dois anos. Foi num pico de stress e sem escolha precisei dar esse tempo mesmo não querendo. E quando parei, me dei conta de que estava andando no piloto automático e que minha identidade se confundia por estar num ambiente o qual não me identificava mais e nem convivendo com pessoas cujos valores eram distantes dos meus. Me sentia como se não fosse mais eu. Mas eu entendi e me redescobri a tempo.

Um “desequilibrio” de imagem afeta a pessoa no nível emocional e psicológico podendo assim provocar alteração no comportamento, por isso a importância da construção da marca pessoal pautada através do autoconhecimento. Através de características se resgata, aprimora ou afirma essa marca, para que nunca se perca ou se confunda essa identidade. Chega uma hora que é preciso fazer um detox, literalmente.

Primeiro é preciso entender que cada pessoa é uma marca e que a construção de uma boa marca requer postura, hábitos, vestimenta adequada e aparência saudável. Isso porque a forma como nós nos vemos afeta a nossa maneira de pensar, de sentir, de agir e de se comportar, em seguida, a maneira como os outros vão reagir e responder a nós. Não dá para ser uma pessoa ao vivo e outra on line. Não dá para permitir que você seja lembrado apenas por ser a Beltrana da Empresa X. Você tem nome e sobrenome e precisa ser lembrado como tal. Tem talentos que o definem, atributos de valor que o diferenciam e experiências que o tornam único.

Você já sabe que tempo todo comunicamos algo a nosso respeito, positivo ou negativo. E que a comunicação não-verbal é forma que somos julgados em tempo integral, pois 55% deste impacto é visual e se dá aos primeiros 30”de contato certo? Mas é preciso não somente vestir-se de você. É necessário realinhar-se com o seu obejtivo fim. Na marca pessoal todo esse discurso precisa estar adequado com quem você realmente é e o que quer alcançar.

As pessoas que procuram um coach de imagem, normalmente estão passando por alguma transição seja na vida pessoal ou profissional e querem dar-se o tempo de se reencontrar para dai dar andamento no objetivo. Os principais desejos são desde “Quero aprimorar meu Estilo e melhorar minha aparência”, “Quero aprender a combinar as roupas que já tenho e aprender a comprar as que mais combinam comigo”, “Estou começando meu próprio negócio e quero causar a melhor impressão no mercado”, “ Preciso transmitir uma imagem de Sucesso profissional”, “Facilitar a comunicação com meu público-alvo”, “Quero me destacar na Empresa onde trabalho”, “Estou buscando recolocação profissional”  ou até “Quero manter  uma imagem que reflita positivamente” e as necessidades não param por ai.

No coach de imagem tudo começa por uma investigação. Depois, como no Marketing, se passa para uma estratégia seguida do posicionamento e visibilidade de marca. Por fim, inclui-se uma ferramenta de mensuração para medir os resultados.

Dentro do Projeto de Imagem com construção da marca pessoal, além da definição do Estilo, a Cor que te valoriza, a peça adequada ao tipo de silhueta, a maquiagem que facilita a tua comunicação, identificamos as qualidades e os talentos (habilidades) que a definem, os pontos positivos e negativos de como o mercado te vê, quais características foram fundamentais até agora na tua vida e quais tuas limitações para dai definirmos qual a mensagem-chave e as melhores ações a serem realizadas, que estejam alinhadas também ao teu estilo de vida.

Agora que tu já sabes porque é importante ter a tua marca pessoal, pegue papel e caneta e tente responder as questões acima. Veja a que conclusão consegue chegar. Além disso, está feliz onde está e como está? Sabe para onde vai e como? A imagem que transmite está alinhada com o objetivo? Se tu fosse uma marca conhecida qual seria e por quê (lembre-se que aqui entram os valores e a embalagem).

Boa sorte. Sucesso.

EE-Colunista-07-Chrys

21 abr 2015

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Mercado Entre Elas – 1ª edição em comemoração ao Dia das Mães

Capa-evento-mercado-EE-#1

 

Agora você terá a chance de dar um presente útil, diferente, lindo ou criativo para sua mãe, você escolhe!

Dia 25 de abril teremos o Mercado Entre Elas que, em sua primeira edição, será em comemoração ao Dia das Mães. O Mercado Entre Elas é um bazar de artesãs e artistas criativas e independentes (sem revendas e representantes), que ofereçam produtos ou serviços, com propósito de movimentar e incentivar o negócio local, desenvolvendo e apoiando a cultura empreendedora e as pessoas que amam o que fazem.

ENTRADA FRANCA e ABERTO AO PÚBLICO EM GERAL.

No Mercado Entre Elas teremos a realização de oficinas de arte com materiais expressivos para crianças de 2 à 12 anos de idade.

Mercado-EE-01-Oficinas-de-arte

Confira as atrações que teremos:

Mercado-EE-02

Convide a família, os amigos e os vizinhos e venha ter uma tarde agradável conhecendo o trabalho de empreendedoras locais e fazendo ótimas compras para o Dia das Mães!

E para quem deseja expor, ainda, dá tempo.

Mercado-EE-chamada-expositoras FB

Valor para exposição: apenas R$ 89,00
Quem quiser fazer prévia inscrição clique aqui: http://goo.gl/forms/3iNiwwrGdO

Conhece alguma artesã ou artista criativa, avise ela do nosso Mercado!
VAGAS LIMITADAS PARA EXPOSITORES!

********

ENTRADA FRANCA e ABERTO AO PÚBLICO EM GERAL.

Data: 25/04
Horário das 11h às 18h
Local: FTEC NH (Rua Silveira Martins, 780, Centro, Novo Hamburgo)

20 abr 2015

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Resiliência para Momento de Crise (ou não).

Muitas pessoas estão tão envolvidas no seu ambiente de trabalho e nas transformações que esse mundo provoca que nem conseguem parar para pensar em como agir ou reagir a algumas situações. A questão é que muitas apenas reagem, realmente, às circunstâncias. Outras ficam tão ébrias que se mortificam, sem conseguir “sair do lugar”.

Você já se sentiu preso ou remoendo alguma situação, sem conseguir tirar nada de produtivo dela?

Aqui é importante destacar que todas as pessoas conseguem desenvolver essa competência fundamental para os dias de hoje. Caso contrário, terão muitas dificuldades em se manterem em suas posições ou crescerem.

Estou falando da RESILIÊNCIA. Uma competência que algumas pessoas tem naturalmente, porém que todos tem a capacidade de desenvolver.

A resiliência nos faz resistir a situações adversas, havendo adaptação, superação e aprendizagem em situações estressantes ou traumáticas.

Uma das grandes dicas que dou sobre esse assunto é: melhore sua autoestima! Agora! Já! Essa é uma dica valiosa para aumentar a resiliência.

E como você pode fazer isso?

Você é líder em uma organização? É mãe? Administra o lar? Trabalha em alguma empresa e pensa em crescer?

Ou ainda não está no mercado de trabalho?

Acredite! Em qualquer estado laboral que estejamos é possível melhorar nossa autoestima e ser mais resiliente.

Vamos fazer um exercício para ajudar?

Convido você a pegar papel e caneta e listar suas realizações pessoais e profissionais (só para começar a melhorar o ânimo).

Vamos lá. Dê o primeiro passo!

Papel e caneta na mão e uma lista do que você já conquistou… pode ser material, espiritual, profissional, o que você imaginar que foi uma conquista, algo que você contribuiu para que acontecesse.

Liste tudo! Inclusive as pequenas coisas (porque podem ser pequenas pra você, mas ter ajudado grandemente outras pessoas).

Conseguiu? Como você está se sentindo agora? Provavelmente bem melhor do que quando começou a ler esse texto.

Sabe por quê? Dificilmente paramos para pensar no que realizamos de bom e nos prendemos no que não é tão bom assim, nos menosprezando. Valorize-se.

Viu só como conseguimos, em um simples exercício, aumentar nossa autoestima e sua autoconfiança – fator positivo que provêm da autoestima e que só melhora quando nos conhecemos!

Olhe para essa lista com amor e sempre que tiver um breve momento de crise lembre-se de seu poder realizador, respire, encare de frente e vença!!

Você já está trabalhando sua resiliência.

Tenho certeza que todas que estão lendo esse texto podem se tornar mais resilientes, ter mais clareza em momentos de crise e  despertar para sua plenitude.

Logo, logo vamos falar mais sobre Recursos Humanos, Desenvolvimento Humano e Plenitude.

 

Quer mais? Inscreva-se no curso “Resiliência: superando momentos de crise”, para se desenvolver cada vez mais e vencer.

EE-Colunista-Larissa-Moraes

20 abr 2015

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Mulheres X Dinheiro

Sabemos que nós, mulheres, estamos ocupando nosso espaço no mercado de trabalho e adquirindo cada vez mais cedo à independência financeira. Mas como lidamos com o dinheiro? Será que somos realmente tão consumistas como dizem por aí?

Ao invés de responder essas perguntas, criei um formulário rápido com algumas questões para pensarmos.

Acesse o link http://goo.gl/forms/HLDAkZ5keB e responda as questões propostas. É bem rapidinho e você não precisa se identificar.

No próximo artigo falaremos sobre o resultado e darei algumas dicas sobre como controlar nossas finanças!

Beijos e até a próxima!

EE-Colunista-12-Gabriele-Rech

17 abr 2015

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Começando pelo Começo do Design

postIComo começar a falar de design e suas mais variadas faces sem antes contextualizar o que significa essa palavra esquisita, que faz parte do nosso dia a dia, muito mais que imaginamos?

Segundo nosso amigo google/wikipedia, design significa idealização, criação, desenvolvimento, configuração, concepção de um projeto. Em uma cultura popular, o design é algo bonito, bem decorado, com cores atraentes, estiloso, algo moderno, entre outras definições diversas ligadas a estética.

Na minha vida, o design está presente a mais de 6 anos, no meu cotidiano, na minha profissão, no meu olhar e no ponto de vista. Certo, certo, o que eu posso afirmar é que eu amo ser designer e esse é um sentimento que perpetua em todos os profissionais dessa área (pelo menos os que conheço), pois sentimos orgulho de externar projetos e ideias, que muitas vezes fazem diferença no ambiente em se aplicam.

Falar de design é complexo, mas ao mesmo tempo objetivo, design é projeto, tem um método, se não tem projeto, não é design e apesar disso ele caminha em várias áreas e de várias maneiras.

Por isso, me comprometo, através desse canal, falar, opiniar, exemplificar e externar todas as possibilidades de aplicação do design e no fim, espero que possam compreender essa profissão e valorizar ainda mais esse profissional, que tem como foco em seu processo de criação, um grande diferencial: a empatia.

Abraços, Jenny Forell

EE-Colunista-11-Jennifer-Forrel

16 abr 2015

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Entre Elas no site do Jornal do Comércio

Entre-Elas-no-Jornal-do-Comércio-site-abr2015

13 abr 2015

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Jornal do Comércio fala sobre o Entre Elas edição Gramado na coluna De Sato Alto

Entre-Elas-no-Jornal-do-Comércio-abr2015

13 abr 2015