Prev
Next

Empreendedorismo da mulher negra

Imagem site entre elas empreendedorismo feminino 10

Abrir o próprio negócio é uma opção promissora para fugir do desemprego e dos baixos salários

No Brasil, o dia 20 de novembro é marcado pela celebração do Dia Nacional da Consciência Negra. A data serve de reflexão para todos nós sobre a inserção do negro na sociedade e a busca por oportunidades iguais em diversas áreas, como educação e mercado de trabalho.

Nesse segundo ponto, houve um avanço entre 2002 e 2012, conforme o Sebrae, baseando-se em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do IBGE. Entre esse período, o número de negros donos de micro e pequenos negócios no país cresceu 28%. Hoje, metade dos donos de negócios são afrodescendentes, enquanto que 49% são brancos e 1% pertencente a outros grupos.

Para a mulher negra, o empreendedorismo tem sido uma opção promissora para escapar da alta taxa de desemprego e baixos salários. No mesmo estudo o IBGE indicou que são pouco menos de 500 mil empregos formais de mulheres negras contra 7,6 milhões de mulheres brancas. Soraia Motta é um exemplo de mulher negra que alcançou sucesso ao empreender. Ela começou vendendo seus produtos para artistas negros no Fórum Social Mundial da Cultura, realizado em Porto Alegre. Hoje, é dona da loja Maria Babado de Chita, com foco em moda, beleza e identidade.

Falando em escala mundial, temos muitas mulheres negras de sucesso no mundo dos negócios e que podem servir de inspiração, não somente pela questão financeira, mas também pelo empoderamento e por ocuparem cargos importantes. Cito Oprah Winfrey, apresentadora de televisão e empresária. Seu programa, The Oprah Winfrey Show, é o talk-show de maior audiência da história da televisão norte-americana e vencedor de muitos prêmios Emmy. Ela ainda foi eleita pela revista Forbes como a mulher mais rica do ramo do entretenimento no mundo no século XX. Além disso, foi a primeira mulher negra a ser incluída na lista dos bilionários, em 2003.

Depois de 25 anos no ar, ela apresentou seu último programa em 2011. Sabe por quê? Para dedicar-se à sua própria rede de televisão, o Oprah Winfrey Network. Oprah não vem de família rica e sua história na juventude é marcada por superação, muito estudo e vontade de mudar de vida. Uma mulher negra que batalhou pelo seu espaço e conseguiu vencer.

Fontes: IBGE, Portal Africas, Catraca Livre

EE-Colunista-Scheron-DilkinEE-Colunistas-aviso-geral

05 abr 2017

Prev
Next

Persistir para empreender

Imagem site entre elas empreendedorismo feminino 09

Saiba como uma cantora de jazz e pianista clássica serve de exemplo para abrir o próprio negócio

Seu nome de batismo era Eunice Kathleen Waymon. Para poder cantar blues nos bares de Nova Iorque, Filadélfia e Atlanta escondida dos seus pais, aos 20 anos adotou Nina Simone como nome artístico. Seu grande sonho era se tornar uma pianista clássica. Fez aulas, estudou muito e praticou, mas não foi reconhecida à época, chegando a ser rejeitada após uma entrevista para o Curtis Institute, um importante conservatório de música dos Estados Unidos.

Ela nunca desistiu. Continuou cantando em bares e aos poucos conquistou um público pequeno, mas fiel. A mistura de jazz, blues, música clássica, talento e uma voz poderosa contribuiu para o seu sucesso profissional. Eu consigo enxergar parte da trajetória da Nina Simone como uma grande inspiração para empreender. É o mesmo pensamento que quis passar a vocês quando falei sobre a Madre Teresa.

Exatamente como Nina Simone fez, a mulher que deseja começar um negócio próprio precisa ter muita perseverança e força de vontade. O caminho não é fácil e muitas portas vão estar trancadas, mas o importante é ter em mente que não se pode desistir nunca do seu sonho. Empreender é ter autonomia e liberdade, coisas pelas quais Nina Sinome lutou sua vida inteira.

Empreender não se limita a ter ideias, conhecimento técnico e estudo. São qualificações extremamente importantes, é claro, mas não o bastante. Aí vão algumas dicas:

  • Tenha iniciativa

Você não pode ficar parada. Iniciativa e comprometimento devem ser algumas das características de quem quer empreender;

  • Perseverança

Não desista. Sua ideia de negócio pode ser muito boa e promissora, mas talvez não esteja atingindo o público certo ou em uma época propícia, principalmente em tempos de crise econômica. Mas persevere na ideia até o fim;

  • Pense grande

Pensar grande não significa tirar os pés do chão. Você pode e deve desejar ter muito sucesso profissional e ao mesmo tempo adotar cautela nas decisões. Quem pensa pequeno não consegue ter uma visão ampla das oportunidades que surgem;

  • Inspire-se

Busque cases de sucesso e histórias que possam servir de exemplo. É mais fácil trilhar o próprio caminho quando você conhece os desafios e conquistas de mulheres que conseguiram empreender antes de você.

EE-Colunista-Scheron-DilkinEE-Colunistas-aviso-geral

14 mar 2017

Prev
Next

O Pulo do gato

 

Imagem site entre elas empreendedorismo feminino 07

No mundo de hoje tudo muda rápido, existe um excesso de escolhas a serem feitas o tempo todo. Essas escolhas são muito mais amplas que toda a acessibilidade de compras que possuímos. Contudo, mesmo essa abundância de escolhas tem nos levado a uma espécie de servidão consumista. Pelo que vejo, a maioria das pessoas precisa ter para se sentir forte e incluído em um determinado grupo. Para algumas pessoas ter determinado celular, bolsa ou carro torna-se um esforço sobre-humano no sentido de se sentir validado. Assim vivemos uma sensação de inadequação, de que sempre falta algo. Claro que falta, mas, tendemos a colocar o foco dessa falta em coisas materiais, mas aquilo que nos joga nessa busca insana é uma carência imaterial.

Quando olho hoje para minha vida, parece que eu estava fadada a fazer uma longa jornada de autodesenvolvimento. Minhas dúvidas de ordem existencial surgiram muito cedo e a percepção que existia algo mais também.

Fui um bebê alegre e exuberante, uma criança tímida e desconfiada, uma adolescente calada, fantasiosa e questionadora. Tive mestres dentro e fora de casa e, com o tempo, aprendi a reconhecê-los. No entanto a sensação de inadequação não passava, não queria uma vida vazia de sentido, mas também não sabia o que queria.

No início de minha vida adulta me deparei com uma limitação física que me jogou fora da zona de conforto. Por conta disso passei a querer respostas mais claras, mais amplas. Mergulhei de cabeça na minha frustração e na busca para resolvê-la. Busquei vários tipos de terapias, várias correntes de estudo que a vida vinha trazendo e desenhando. O final dos anos 90, por conta da virada do milênio, vivemos anos muito ativos em cursos e terapias alternativas. Astrologia, canto, dicção e oratória, computação, Reiki, cromoterapia, acupuntura, florais, Feng-shui, permacultura, fisiogognomia, fitoterapia, cosmosterapia, italiano, pintura, poesia, qualidade total, apometria, cada uma abria uma porta ou uma janela e o mundo foi ficando vasto, sem que eu tivesse ido muito além da minha cidade. Para um olhar mais objetivo, parecia que apenas me fragmentava: que nada!

Um dia, em meio a uma aula, tive um insight e simplesmente entendi o que me atormentava há tanto tempo, compreendi o que estava fazendo errado, corrigi a rota. Simplifiquei, desapeguei até necessidade conhecimento, aprendi a fluir. Compreendi que as respostas vêm através de pessoas, de encontros quase inexplicáveis, surgem num decalque em um lugar qualquer, vem num livro que chega de presente ou revista em uma sala de espera. Quando mergulhamos verdadeiramente em nós mesmos, na busca de autoconhecimento, o universo conspira, nos ajuda, vai nos proporcionando maturidade até sobre os desejos. Essas conquistas são individuais e intransferíveis, elas acendem uma luz interna que nos permite SER. E não se preocupe, a grande maioria dos seus amigos nunca vai porque você parece tão satisfeito.

Algumas coisas podemos mudar, outras estão totalmente fora de nosso alcance, ainda que temporariamente, então por que sofrer por elas?

EE-Colunista-Ane-KielingEE-Colunistas-aviso-geral

09 mar 2017

Prev
Next

Coincidência ou Conexão?

Imagem site entre elas empreendedorismo feminino 06

Você acredita em coincidências? Ou acredita que o tempo todo aconteçam conexões geradas pelo Universo?

Começo falando que o fato de eu estar escrevendo essa coluna aqui para vocês não é coincidência, ao longo do texto vocês entenderão. Também gostaria de deixar claro que não considero errada nenhuma das duas opções, mas vou escrever (e sempre escreverei) daquilo que sinto e tenho para mim como um Norte.

Sempre me interessei por assuntos da linha auto conhecimento/Bem estar, e um dos livros que mais me marcou (e que me lembro ter sido um dos primeiros que lia nesse segmento, desde pequena lembro de ler sobre Neurolinguística) foi o do Lair Ribeiro, Pés no chão, cabeça nas estrelas. Ali me encontrei. Gostava do que lia e me sentia confortável e serena a cada página que ficava para trás. E livro a gente sabe como é, tu quer mais e mais e mais… Tenho esse e muitos outros guardados, por eles tenho um apego que nem sei…

Gosto de livro, de cheiro de livro. E ler aquilo que a gente gosta e se identifica, faz toda a diferença. E quando sinto que estou ficando sem bateria, é hora de partir para uma boa livraria…

E onde fica o auto conhecimento, livros e essa coluna com Coincidência ou Conexões?

Quando adquirimos a consciência de se conhecer, de fazer aquilo que gostamos, que faz bem e quando acaba sentimos falta (NÃO! NÃO ESTOU FALANDO DE CHOCOLATE!) fica mais fácil matar a charada. E eu percebi que o fato de estar escrevendo aqui e agora, de estar aberta e apta a receber as belezas que o universo manda é porque me CONECTEI com meu interior, meus propósitos, com aquilo que gosto e acredito. E daí tudo começa acontecer naturalmente, começa a fluir! Tive a oportunidade de me tornar Embaixadora da Escola de Você Novo Hamburgo (belo projeto, com várias Embaixadoras especiais, vale a pena dar uma olhada no site!) e aceitei a proposta por acreditar no potencial das pessoas, em especial das mulheres. E sigo fazendo várias outras formações com esse mesmo propósito: VER O LADO BOM DE QUALQUER SITUAÇÃO, PORQUE SEMPRE TEM.

Sabemos de todas as adversidades que passamos, seja no trabalho, nos estudos, nas amizades, no casamento e com a gente mesmo. Todo mundo tem um dia de “bad” pra chamar de seu.  E comigo não é diferente. Mas então o que acontece?

Acontece que treino, isso mesmo, treino a mente para focar no positivo, na solução, no lado bom. É difícil? Ô se é.

Sou mãe de dois, casada, tenho um dog pra cuidar e contas pra pagar.

Tem dias que quero me esconder embaixo da cama. Mas logo digo para mim mesma: Vai lá e resolve, vê o lado positivo, tem – sempre tem, talvez agora neste momento tu Daniela não tenha a percepção do porquê, mas calma que tudo se acomoda. E a resposta vem como um insight, vem na mente, assim do “nada”. E como tu já estás conectada, entende na hora. É bater e valer!

Acredito muito que toda essa mania, que também pode ser chamada de hábito, se dá da minha vontade de beber dessa água chamada viver em harmonia, viver vivendo, ver o lado bom das coisas. Leio muito sobre isso. Leio de um tudo, livros, artigos de filósofos e escritores, posts de amigos. Então a dica é, coloque pra dentro de você informações relevantes, leia coisas interessantes, verifique a fonte antes de compartilhar ou absorver alguma notícia na internet… Converse com pessoas com boas histórias e com experiências positivas. Isso faz toda a diferença!

E assim vou mandando meu recado pro Universo, que entende de tudo isso como ninguém, e num momento de navegação nas  redes sociais me deparo com um chamado:

Recruta-se colunistas para esse blog.

Coincidência ou Conexão?

EE Colunista Dani Grahl

EE-Colunistas-aviso-geral

07 mar 2017

Prev
Next

Por que nosso pensamento multiconectado vale ouro

Imagem site entre elas empreendedorismo feminino 05

Faz algum tempo que eu assisti a um vídeo no Youtube com um trecho da apresentação tipo stand-up comedy do humorista Mark Gungor, onde ele explica a diferença entre o cérebro feminino e o masculino. Ele começa a falar sobre isto nos 16 min de vídeo.

Apesar de ser uma piada, faz todo sentido. Ele explica que o cérebro do homem é formado por caixas criteriosamente divididas por temas. Tem então a caixa da mulher, da família, do cliente, da mãe, da empresa, do futebol, etc. E um detalhe importante: as caixas não se tocam jamais. Sendo assim, os homens tratam do conteúdo de uma caixa por vez. Resolveu uma caixa? Ela é fechada e eles partem para outra.

Uma caixa por vez, de forma linear, pontual e objetiva. Assim, a caixa que corresponde ao trabalho, onde está rolando maior stress e cobranças não vai interferir no encontro com a namorada à noite, por exemplo.

Já o cérebro feminino é formado por um enorme rolo de fios que se configuram como um novelo e conectam simplesmente tudo a tudo.  O stress do trabalho está ligado ao cartão de crédito que remete à briga em casa, que leva à conversa que está agendada na coach, que inspira uma ideia para resolver a briga em casa e um problema de trabalho, seguindo para a roupa que precisa usar no próximo evento social. A nossa rede de conexões nos permite percorrer todo um ‘universo’ em segundos.

Apesar de meia machista a piada, ela é realmente engraçada e tem muita verdade.

Ele diz que a mulher precisa falar mais, pois precisa explicar todas as conexões.  E para um homem, quando um evento acontece, categorizam como um “evento”. Já para nós, não é só um evento, mas todos os detalhes conectados com o evento.  Isto explica muita coisa! O feminino se revela através da emoção, do sentir, da negociação, da contemplação, dos relacionamentos, da afetividade.

Sendo assim temos o cérebro-caixa vesus o cérebro-novelo. No mundo corporativo, tanto como colaboradora, como dona, fala-se nos últimos anos sobre a importância e do destaque da presença feminina, justamente pelo cérebro-novelo.

A crise econômica acelerou o processo de mudança e aumentou a demanda por mão de obra feminina, uma vez que as mulheres ão mais flexíveis e adaptam-se melhor a mudança.  Somos multitarefas sim, como já ouvimos falar há muito tempo por aí, por conta do nosso cérebro-novelo, somos sensíveis, aptas a nos conectar e gerenciar ambientes flexíveis, formamos empresas mais matriciais e menos hierárquicas.

Hoje temos cada vez mais a valorização do indivíduo, sua qualidade de vida, seus interesses, seus sonhos. Tudo isso é fruto desta revolução silenciosa vinda através desta força feminina.

O poder do feminino nas organizações é fator primordial para o sucesso de pessoas, empresas, nações e negócios. Aqueles que conseguem trabalhar estas forças de modo sensato e positivo, extraindo o melhor de cada uma, sem dúvida estarão muito a frente no caminho do sucesso.

O ideal, seja homem ou mulher é, observar e praticar a objetividade do universo masculino, mas ter a sensibilidade do universo feminino para saber o momento de ceder, recuar ou avançar ainda mais.

No mundo corporativo do século 21, com a era digital, nosso pensamento multiconectado vale ouro.  Melhor para nós e nossos cérebros-novelo, que conetam tudo com tudo.

EE Colunista Manu DamascenoEE-Colunistas-aviso-geral

14 fev 2017

Prev
Next

Questões criam REALIDADE

Imagem site entre elas empreendedorismo feminino 04

Quero te fazer uma pergunta simples: para alcançar o sucesso, você acha que precisa focar em suas forças ou fraquezas?

A maioria responde que deveria focar nas fraquezas, já que são essas as lacunas para ter um resultado diferente.

Certo?

Errado.

Existe uma unanimidade silenciosa em nossa sociedade, pregando que para sermos melhores precisamos focar no que não está bom, e empregar nossos esforços no desenvolvimento desses aspectos. Assim, poderemos alcançar essa excelência profissional ou pessoal.

O que muito pouco se diz, é que essa teoria – de focar nas fraquezas – deteriora nossa energia e identidade, pois passamos, incessantemente, a buscar questões que não fazem parte do nosso rol de habilidades. O tempo que gastamos tentando melhorar algo que não fazemos bem é imensamente maior do que o tempo que gastamos para melhorar algo que já temos de bom.

Esse é o conceito número 1 da Psicologia Positiva: questões criam realidade. E o que isso quer dizer na prática? Quer dizer que sua realidade é moldada pelo que você foca.

Nunca seremos perfeitos, teremos a vida perfeita ou todas as competências, mas se passarmos boa parte da vida apenas buscando isso, deixaremos de olhar para as coisas positivas que temos.

Por exemplo – Se você perguntar a si mesmo: “O que não está bom hoje?”; sua realidade será mais pessimista, pois você tenderá a enxergar só as coisas ruins. Mas, se ao contrário, você se perguntar: “O que está funcionando bem?”, você verá o lado bom, mesmo que existam problemas ou objetivos ainda não alcançados.

Mas não basta apenas fazermos uma pergunta positiva, temos que fazer a pergunta positiva CERTA.

Posso perguntar: “O que eu tenho de bom?”. Mas, se eu já estou em um movimento negativo, será difícil perceber minhas qualidades. Nesse caso você poderia se perguntar:

- Que habilidades minhas utilizei para superar meu último problema?

- Que elogios já recebi?

- Quando não percebo o tempo passar, que tipo de atividade estou fazendo?

Essas são perguntas que vão fazer você refletir e aprender a focar nas coisas boas. Pois são essas coisas boas, essas qualidades que você já tem, que serão o seu diferencial. São elas que te ajudarão a conquistar objetivos, mesmo que a meta seja conquistar uma nova competência.

Então fica o desafio: no que você está focando?

EE-Colunista-Juliana-Emer

EE-Colunistas-aviso-geral

13 fev 2017

Prev
Next

História empreendedora Mônica Santos

Imagem site entre elas empreendedorismo feminino 02

No último evento do ano do Entre Elas, tivemos a honra de contar com a presença de Mônica Santos, esgrimista, gaúcha, mãe, mulher e batalhadora, na história empreendedora.

Mônica teve a perda dos movimentos das pernas em 2002, e na busca de saber o que estava acontecendo, descobriu uma gestação de 4 semanas. Como quase toda mulher, Mônica sonhava em ser mãe. Entre interromper a gestação ou ter a chance de voltar a caminhar, optou por levar a gravidez até o final.

Paolla, junto com o marido, são a grande inspiração para a Mônica na sua luta diária para superar desafios, dores e todos os obstáculos da vida.

Além de uma mulher muito bonita, o sorriso que Mônica carrega, junto com sua simplicidade, por si só, são pura inspiração.

Depois de muitas fisioterapias, adaptada na sua ‘nova vida’ e com a filha “criada”, Mônica buscou algum propósito maior, queria se sentir mais realizada. Foi onde resgatou na sua paixão pelos esportes, pois quando era jovem pensou em ser jogadora de futebol, a busca por alguma atividade que lhe desse a tal realização.

Tentou basquete, experimentou kart e vela, e ainda ciclismo e tiro esportivo, até que em 2010, a esgrima lhe escolheu e a acolheu para a alegria do RS e do Brasil. Pois de lá pra cá Mônica já conquistou diversas medalhas, viajou o mundo representando o esporte, tanto em equipe, como solo. E este ano para orgulho geral, ela participou dos Jogos Paraolímpicos do RJ.

A paixão pelo esporte deu novas oportunidades à Mônica, e você, qual sua paixão? O que pode te mover rumo a novas conquistas?

Segundo a Mônica, podemos e devemos ser nosso próprio ídolo, pois é VOCÊ  e VOCÊ no final.

“Não existem limites para a felicidade.” O importante é aproveitar e curtir muito o trajeto. É nele que você aprende, erra, se supera, conhece gente, se aprimora e vive o presente da vida.

A Mônica é uma história empreendedora inspiradora, pois ela foi lá e fez, teve resiliência para se reinventar, não se posicionou como vitima do mundo, supera assim como muitas mulheres, grandes desafios, preconceitos, dores… diariamente. Ser mulher, ser portadora de deficiência no Brasil, ser esportista no Brasil, ser de uma cidade do interior, entre outras adversidades, nunca limitou a força de vontade desta grande mulher. Uma bela história para encerrar 2016, né?

Ano que vem contaremos mais histórias e inspiraremos muito mais mulheres!

Grande abraço!

manu damasceno entre elas NH

13 dez 2016

Prev
Next

Desaparecer é preciso

Imagem site entre elas empreendedorismo feminino 01

Primeiramente peço desculpas pelo meu sumiço aqui do Entre Elas! Agradeço muito ao puxão de orelha sutil que as meninas me deram para voltar a escrever aqui. Posterior a isto, vamos aos fatos:

É de comum acordo que 2016 foi um ano diferente. Para o misticismo, um ano que verdades viriam à tona, para os Maias um ano de mudanças, para os pessimistas um ano terrível que só trouxe desgraças e para os otimistas um ano de desafios. Para mim foi um ano de repensar o futuro.

Se para você, cara leitora, tudo na sua vida está como você gostaria ou tomando forma, leve este texto como um desabafo. Mas se você sente que algo não está lhe agradando, preste atenção: é preciso parar e sumir, de vez em quando.

O início deste ano foi como de todos os outros, na minha vida empreendedora: visar clientes. Tendo um escritório de comunicação é preciso estar a parte de tudo que acontece no mundo. TUDO. Após festas de final de 2015 e férias, fui atrás de possíveis clientes e iniciamos os fechamentos de contratos. Logo que começaram as reviravoltas políticas, lembrem-se do Impeachment, o mundo dos negócios esfriou totalmente pela capital gaúcha. Em pleno desespero pessoal de como iria pagar as contas, comecei economizar no que fosse preciso, abrindo mão de esportes, momentos de lazer e até objetos que me agradavam muito. No ápice do estresse, chegaram as férias de Julho. Não tive férias, continuava na busca incessante por dinheiro para pagar as contas fixas, e esquecendo do meu bem-estar pessoal. Em agosto, uma decisão: ser voluntária das Olimpíadas Rio 2016.

Já que o mercado continuava parado e minha vida um tanto bagunçada, resolvi sair da zona de conforto. E o resultado: a melhor experiência da minha vida.

Não foi só porquê era no Rio, não foi só porquê era no meu esporte favorito e não foi só por que eu estaria envolvida no maior evento esportivo do Mundo. Foi a melhor experiência da minha vida porque eu estava trabalhando em algo que me dava cem por cento de satisfação pessoal e zero por cento de remuneração em dinheiro. E então percebi o que eu errei por muito tempo.

Errei em pensar que é só por dinheiro. Errei por pensar que só em uma área que posso atuar. Errei em pensar que não existem mais momentos diferentes para aprendermos. E esta experiência me ensinou que existem diversas áreas em que posso desenvolver meu lado empreendedor.

Do meio do ano para cá, venho trabalhando em projetos diferentes, que certamente sairão do papel agora nas férias. Continuo com meu escritório de comunicação e atendendo meus queridos clientes. Mas tenho tido ânimo e outros olhos para enxergar os diferentes negócios que estou fazendo.

Eu poderia escrever aqui sobre minha experiência profissional na área de comunicação, poderia escrever aqui sobre a minha experiência nas Olimpíadas (precisaria de uns dois ou três posts!) mas resolvi escrever sobre o quão importante é nos darmos conta do que nos faz feliz, e para isto, precisamos PARAR o nosso dia-a-dia e viver. Vivenciar experiências novas, conhecer locais novos, e assim enxergar o que nos move todos os dias.

EE-Colunista-Luana-Martins

EE-Colunistas-aviso-geral

08 dez 2016

Prev
Next

Dinheiro na mão é vendaval…

photo-1459257831348-f0cdd359235f

Certamente você já ouviu ou cantarolou esta música alguma vez né?!

Pois bem, vai um choque de realidade ai: Não é vendaval não!

Esta sensação do dinheiro não parar na carteira é porque estamos no automático e não nos damos conta de pequenos gastos que fazemos no dia a dia.

Proponho aqui um pequeno exercício: Durante um dia anotar tudo o que gasta. Vale ser no celular, no guardanapo do restaurante, papel de pão ou caderninho. O que conta é anotar.

Exemplos: Deu R$ 0,50 na sinaleira? Anota.

Não resistiu aos apelos de chocolate para o filho no bar da escola? Anota.

Estacionamento rotativo no centro da cidade? Anota.

Tinha feira orgânica na saída do banco e comprou moranguinhos? Anota também!

Cafezinho barato na padaria da esquina? Anota, anota e anota. Anota tudo.

Vale também guardar os tickets de pagamento pra ver se não esqueceu de nada.

No final do dia é só passar a régua, somar tudo e ver quanto voou, ou melhor, saiu da sua carteira. Se quiser ampliar esta noção de gastos, confere lá no extrato bancário se tem algum débito automático programado para o dia, ou aquelas tachinhas pequenas. Costumamos considerar apenas os boletos e contas maiores e por isso a sensação do dinheiro ir embora.

Para os “malucos” por Excel como eu: Coloca tudo numa planilha dinâmica, com gráficos coloridos que ilustram quanto, onde, em que e os horários dos gastos diários. Para os “normais”: é só usar a calculadora ou a cabeça mesmo.

Este é apenas um exercício que se for fácil pra você pode ser feito por uma semana ou até mesmo um mês (é chato fazer direitinho por muito tempo). Depois de uma semana seu cérebro já estará mais crítico em relação aos pequenos gastos e as saídas de dinheiro passam a não ser mais tão automáticas.

Este exercício é parte do planejamento financeiro que pode ser feito em várias etapas, mas isoladamente ajuda a criar a consciência dos pequenos gastos e a formatar a cultura crítica do querer gastar ou não. A decisão de gastar sempre será sua e de grão em grão… Ops! Este ditado já é assunto pra um outro dia.

;)

EE Colunista Caren Jacques da Silva

EE-Colunistas-aviso-geral

18 nov 2016

Prev
Next

E esse tal marketing digital?

Muito se fala em marketing digital hoje em dia, mas você sabe o que realmente ele é, e como fazer?

Pois bem, é sobre isso que vou falar neste artigo. Antes de mais nada, saiba que não existe uma fórmula secreta para fazer o marketing digital, ele é apenas o marketing tradicional adaptado para novas ferramentas.

Com a evolução da tecnologia da informação e da comunicação, em especial a internet, o marketing está cada vez mais presente nos canais online. Mas para seu negócio estar lá, você precisa entender o que é o marketing. Conhecer ao máximo o seu público alvo, entender que hoje em dia “o conteúdo é rei” e que, se você se propõe a fazer marketing digital para o seu negócio, você precisa ter um planejamento.

Segundo a Associação Americana de Marketing (AMA), “Marketing é uma função organizacional e uma série de processos para criar, comunicar, entregar e trocar ofertas que tenham valor para os consumidores, clientes, parceiros e sociedade em geral”.

E o marketing digital?

  • Nada mais é que promover produtos, serviços ou marcas por meio de mídias eletrônicas – Novas mídias.
  • A maneira mais econômica de promover produtos ou marcas, pois sua execução não demanda muitos recursos financeiros;
  • Proporciona maneiras de se comunicar com seu público de forma direta, personalizada, e nos momentos mais oportunos;
  • Certamente a maioria do seu público utiliza a Internet todos os dias, então você precisa fazer marketing digital!

Para inicia uma estratégia de marketing digital no seu negócio alguns passos são extremamente importantes:

1)     Conheça o seu público alvo: Para quem você estará entregando conteúdo. Existem ferramentas como o mapa de empatia e a persona que podem lhe ajudar com isso.

2)     Determine objetivos: o que você deseja em relação a sua estratégia?

3)     Plataformas/mídias online: Quais você vai utilizar? Youtube, Facebook, Instagram, Site, E-mail marketing??

4)     Conteúdo: O público deve confiar em você, então crie conteúdos que gerem valor para as pessoas.

5)     Plano de ação: Desenvolva o conteúdo, programe as publicações. Mantenha uma constante de publicações!

6)     Monitoramento: Analise os conteúdos que mais engajaram e os horários mais assertivos. Monitore os resultados.

Espero que tenham gostado das dicas. Agora é hora de colocar em prática seu planejamento e ações de marketing digital!

EE-Colunista-Cíntia-Schenkel

EE-Colunistas-aviso-geral

16 nov 2016