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Qual a razão de acordar todos os dias?

Em meus últimos textos tenho proposto algumas reflexões que, em minha opinião, podem contribuir para a nossa auto avaliação profissional e porque não dizer pessoal, trazendo a oportunidade de nos conhecermos melhor e ampliar nossa percepção de relacionamentos sociais e ainda por este em prática.

O que nos motivaria a acordar todos os dias e fazer a vida valer a pena? Aquela sensação de por a cabeça no travesseiro e poder relaxar com a alma e, principalmente a cabeça em paz. Em paz consigo e com suas tarefas que foram propostas por você mesmo, mas foram cumpridas, se com tropeços, não importa, o que realmente importa é que você se realizou hoje, por isso não precisa nesse momento pensar no amanhã, apenas descansar.

Muitas vezes as reflexões nos fazem perceber o quão erradas podem ser algumas das nossas atitudes perante as pessoas e inclusive diante de um cliente, ou um futuro cliente, já que nós como empreendedoras precisamos nos autoanalisar sempre, para que possamos reagir cada vez mais de acordo com nossos valores, sejam eles intelectuais e/ou em reais. Sabemos e muito bem que nossas ações é que determinam onde estaremos e com quem, ainda mais quando estamos à frente de uma empresa, pois somos o nosso cartão de visita, não somente na questão do contato, mas também no quesito comportamento. É preciso pensar na ideia de que o exemplo vem de cima, portanto seu comportamento é interpretado como o da sua empresa e vice-versa.

 Como enfrentar as dificuldades colocadas por nós mesmas, nossas barreiras pessoais, nosso medos irreais e monstros sociais? É nesta hora que precisamos atravessar estas barreiras para podermos discernir e perceber quais medos nos ensinam e quais nos impedem de fazer mais, fazer melhor, ou pior ainda, nos impede de fazer alguma coisa. Só nós podemos organizar e direcionar nossos pensamento e ações para o positivo, ou melhor, para o resultado.

Lembre-se a mudança vem de dentro, portanto encontre em si mesma a razão para acordar todos os dias e fazê-los valer a pena!

Beijos e até mês que vem.

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EE-Colunistas-aviso-geral

21 out 2015

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A MODA NA SUA ESSÊNCIA

Em tempos de crise, falar em moda pode parecer futilidade já que (in)diretamente estamos associando ao consumo. Mas esta não é primeira vez que a moda em sua totalidade passa por uma crise – sobrevive e até cresce. Foi “da crise” (trazida pela Guerra), que a moda evoluiu e se transformou numa Indústria que gera milhares de empregos diretos e indiretos e que se reinventa a todo momento. Uma cadeia que ajuda a movimentar a economia do país sem muitos benefícios fiscais a favor.

E eu vou falar sobre isso hoje pois muitas pessoas estão se paralisando por conta da crise. De fato tendo “crises” existenciais e financeiras obviamente. Na prática, tentamos achar o lado bom sem muita perspectiva e usando jargões como “tire o S da crise e Crie”. Então eu decidi trazer no texto deste mês, este contexto de crise para dentro de um assunto que domino. Espero que lhe sirva de inspiração.

A moda é um sistema que acompanha o vestuário e o tempo, que integra o simples uso de roupas no dia-a-dia a um contexto maior, político, social e sociológico. Contudo a moda se tornou um fenômeno do mundo ocidental e moderno, que, com o tempo, evoluiu nos trajes feitos da pele e pêlo de animais, passando para lã, linho e seda industrializada, principalmente quando surgiram as primeiras burguesias, na época do Renascimento (séc.XV – 1.500 / 1.700).

Em 1929, no período entre guerras, os EUA passaram a cobrar altos impostos sobre as roupas importadas da França. Foi então que precisou desenvolver uma técnica baseada nos moldes, que ainda eram permitidos pela importação. Precisavam de modelos que pudessem ser fabricados, em diferentes tamanhos com baixos custos. Então, em 1949 surgiu o prêt-à-porter, que em francês significa ‘pronto para usar’, ou ready-to-wear que em inglês significa ‘produzir em série’, readequando a moda para o mercado de varejo e, estabelecendo tamanhos pré-definidos como P, M, G.

Com o passar do tempo, foi possível notar que as mudanças na moda aconteceram de forma muito rápida. Mudaram as formas, os comprimentos, a quantidade de roupas utilizadas diminuiu; surgiram tecidos simples e elaborados. Apesar da contribuição da alta-costura e do prêt-à-porter, o que passa a fazer parte do universo têxtil da moda nos dias atuais é a pesquisa tecnológica que, através do esporte, do lazer, da saúde, da ecologia, da logística e da segurança, procura desenvolver a funcionalidade para facilitar a convivência do homem com suas atividades buscando  adequar a moda ao estilo de vida das pessoas e não às pessoas ao estilo da moda apesar de poucas pessoas conseguirem discernir entre o usar ou não.

O estilo de vestir brasileiro foi basicamente difundido a partir das nossas origens: índios, brancos e negros. Pele pintada, corpos nus, orelhas furadas e elementos que até hoje influenciam no estilo próprio.

Antes do início da Segunda Guerra, já se cogitava em criar um estilo próprio adaptado ao clima quente do Brasil e, assim, deixar de lado as influências francesas mas, durante a Guerra, tanto Europa quanto os Estados Unidos diminuíram consideravelmente suas exportações, o que fez com que o Brasil tivesse que produzir seus próprios modelos e com isso aumentar sua produção de tecidos no mercado interno. A redução das importações em função da crise trazida pela 2ª Guerra Mundial favoreceu esse desenvolvimento porque era livre de concorrência estrangeira. O país teve, inclusive, que se desenvolver industrialmente para substituir produtos importados que não chegavam mais. Esse desenvolvimento ocorreu principalmente em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, e se mantém até hoje.

Em 1990, a flutuação cambial e a falta de condições para exportação criaram uma crise no setor. O Plano Collor, que instalou o cruzeiro como moeda e interferiu na vida de todos comprometendo o consumo, agravou a situação da indústria. Mas crises surgem e passam. O que precisamos refletir é como crescer com ela. Lá em 90, apostando na criatividade de materiais alternativos e na customização, estilistas como Alexandre Herchcovitch reuniam-se em clubes noturnos de São Paulo para desenvolver peças aos frequentadores, por exemplo. Esses freqüentadores, entre eles travestis, drag queens e os clubbers, tornaram-se clientes fiéis dos criadores e começaram a investir na autenticidade do look de autoria.

Foi então que os estilistas Paulo Borges – que era produtor de desfiles e também trabalhava na revista Vogue – e Carlos Pazzetto começaram a organizar desfiles pensando no crescimento do segmento juvenil e nos seus ousados criadores. Este tipo de look passou a incentivar o consumo de massa, gerando outros nichos de mercado.

Em fevereiro de 1994, a empresária Christiana Arcangeli lançou o Phytoervas Fashion, dedicado a organizar lançamentos fixos para apresentar as coleções de inverno e verão. Sua intenção era recriar a imagem de moda brasileira, atrelando uma significação de atualidade aos produtos de sua empresa que patrocinavam o evento.

Com o sucesso da chamada geração Phytoervas, a indústria brasileira recuperou seu prestígio no mercado externo e seu fôlego comercial interno. E não parou por ai. Olha o que mais eles fizeram “na crise”, como alguns estilistas apresentarem suas coleções no desfile, muitos deles não tinham onde vendê-las foi então que surgiu o Mercado Mundo Mix, baseado no conceito de feira medieval itinerante, que negociava a produção mensal dos criadores com venda direta ao consumidor e com isso começaram a divulgar desta forma suas coleções. A feira percorreria o país de norte a sul levando peças desfiladas nas passarelas sem grade de numeração.

O que vem agora vocês já sabem. Não? Se você está lendo este texto, é porque se interessa pelo assunto. Estas letras juntas, SPFW, te são familiares? Isso mesmo. Paulo Borges conseguiu patrocínios para realização de outra iniciativa, fechando parceria com o shopping  paulistano Morumbi – a mais consciente ação já vista em território nacional para estabelecer um calendário de lançamentos, que serviu para normatizar e organizar todos os elos da cadeia têxtil do país. No ano 2000, o São Paulo Fashion Week (SPFW) consolidou a temporada brasileira, substituindo o Morumbi Fashion.

O SPFW incentivou inclusive na criação de uma incubadora de talentos em ascensão, chamada Amni Hot Spot Up e Coming Fashion Mix, um projeto que investe no trabalho de jovens estilistas brasileiros. Funcionando como incubadora, por meio de uma série de benefícios e incentivos, ajudando ao jovem estilista a estruturar seu trabalho. Além de apoio financeiro, os novos talentos eram amparados por uma consultoria de marketing, branding e estilo, contando, ainda, com o apoio em todo o processo da concepção das coleções à sua apresentação e comercialização, que ocorria a cada seis meses.

Na tentativa de alçar vôos mais altos, o estilista Alexandre Herchcovitch foi o primeiro a se aventurar fora do Brasil. À exemplo dos estilistas, que seguiram os passos de Alexandre, as modelos brasileiras também deixaram o Brasil para trabalhar em passarelas internacionais e ter seu talento reconhecido.

O Brasil virou tendência no mercado exterior através da moda. De acordo com o diagnóstico do embaixador do Brasil em Paris, naquela época poucas são as áreas em que o Brasil pode crescer muito em pouco prazo e esse é o caso do setor da moda, pois as barreiras e o protecionismo nesse campo são menos difíceis e superar.

Devido às rápidas mudanças que ocorrem no segmento, a moda acaba tornando-se complexa. Com isso, a se faz presente no mundo contemporâneo, onde, encontra espaço significativo dentro do mercado, para atuar junto ao público. As influências estão por todos os lados. Ao “ditar” moda, faz-se aumentar o consumo, pois são criados novos estilos sobre aqueles já apresentados e, o melhor de tudo, fazendo com que a economia do país continue girando.

De agora em diante, passe a olhar para sua roupa não como um pedaço de pano que você escolheu para vestir. Mas como uma peça que envolveu a dedicação de várias pessoas para ela existir. E que esta mesma peça pode te trazer aconchego, felicidade e poder.

Dê mais valor ao que você veste. Escolha e cuide da sua roupa com carinho. Ela faz parte da evolução do tempo e com certeza já faz parte da sua evolução também. Doe aquela peça que já não tem mais sentido para você. Adapte aquelas que ainda gosta, transformando-a em algo mais atual.

Olhe para o lado e veja o que pode fazer por você ou pelo seu negócio e não caia na crise. Faça como a moda, reinvente-se.

Sucesso

Até a próxima.

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19 out 2015

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Sobre ser Mãe Empreendedora e aproveitar as oportunidades

Sabe quando uma oportunidade bate na sua porta e você não tem como dizer não? Pois é… comigo foi quase isso. Digo quase, porque eu poderia dizer ter dito não, mas preferi correr o risco e entrar de cabeça em um novo negócio.

Foi tudo muito rápido, porém não foi fácil. Recém havia passado por um processo de decisão entre abandonar um emprego estável (um bom emprego) e trabalhar Home Office com Assessoria Administrativa para poder cuidar do meu filho. Resolvi aderir ao Empreendedorismo Materno e as coisas fluíram bem, melhor do que pensava, inclusive.

Quando eu pensei que está tudo encaminhado, eis que surgiu a tal oportunidade, de ser dona de um novo negócio, um Coworking. Fiquei com dois corações. Por lado eu poderia ficar na minha zona de conforto e continuar em casa com o baby e por outro eu poderia encarar um desafio e ampliar meus negócios.

Optei pela segunda opção, mudei toda minha rotina: coloquei o baby na creche (com o coração na mão) e fiquei morrendo de medo que algo desse errado.  Mas sabe que eu percebi? Que as coisas se ajeitam naturalmente, ele adora a creche e eu estou amando meu novo desafio.

O empreendedorismo materno não precisa se resumir somente ao Home Office. Hoje eu preciso cumprir um horário, é verdade, mas em contrapartida, tenho flexibilidade para administrar meu tempo como achar melhor, inclusive para ficar com meu filho quando bem entender.

E outra coisa que eu percebi, é que saindo do Home Office eu me senti muito mais motivada para trabalhar, conheci várias pessoas bacanas e posso cada vez mais fazer o que eu gosto, apoiar micro e pequenos empreendedores.

Uni o útil ao agradável: mantenho minha Assessoria e minha produção de conteúdo, e tenho contato com empreendedores das mais diversas áreas com meu Coworking e escritório compartilhado.

Da trabalho manter 2 negócios, cuidar de si, da casa e da família? Sim, muito. Mas me sinto realizada fazendo o que amo.  Poderia ter dito não, mas a verdade é que ter dito sim fez muito bem para mim e para toda minha família, inclusive para meu filho.

EE-Colunista-12-Gabriele-Rech

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16 out 2015

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Café Entre Elas é notícia na coluna Sabe-Tudo do Jornal NH

Entre-Elas-14_10_2015

14 out 2015

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O medo de tentar

Quando as pessoas falam da dificuldade de iniciar um novo projeto, um novo negócio ou mesmo um novo hábito, elas normalmente arrumam as desculpas mais engenhosas, a fim de justificar o porquê não empreender esse novo desejo. Entretanto, o que poucas pessoas se dão conta é que essas desculpas vêm embaladas por um único sentimento: orgulho. E não digo aquele orgulho de levantar a cabeça e se achar melhor que os outros, é um orgulho interior que nos trava, pelo simples medo do não conseguir.

Quando a gente mete a cara e inicia algo novo, os refletores se voltam para nós, afinal as pessoas a nossa volta acabam se envolvendo ou mesmo tendo curiosidade sobre a nova empreitada. E aí que vem aquela angústia que atravanca a alma: E se não conseguirmos? E se der errado? Como vou olhar para as pessoas a minha volta?

E por esse orgulho de não falhar, de não ser humana ou mesmo “ser”, nós aquietamos nossas vontades, amansamos nossos desejos, por que “aí de nós não sermos capazes de realiza-los. E no momento que der o primeiro passo, não tem volta, todos vão saber se eu falhei.”

Grande parte da nossa vida a gente se contenta com o pronto, o embalado e o seguro. Tudo que a margem de erro não ultrapasse uns 10%, assim garantimos o sucesso, ou pelo menos o que os outros consideram sucesso. Por isso, aceitamos aquela promoção em vez de um emprego novo. Por isso, continuamos um namoro morno, ao invés de se jogar na vida e descobrir a paixão, por isso, não trocamos de cidade, não viajamos sozinhos, não mudamos de restaurante, não mudamos de hábitos, não mudamos de amigos, de estilo, de gosto, nem de cor preferida.

E aí a vida passa, e quando a idade chega cutucando suavemente nosso ombro, nós olhamos para traz desejando não ter se preocupado tanto com o orgulho, com o fracasso, com o pensamento do outro. Desejamos quase como uma prece, voltar naquele tempo e viver tudo com menos segurança, mas com mais emoção.

Vai, faça, mude, viva. Você ainda tem tempo!

EE-Colunista-Juliana-Emer

EE-Colunistas-aviso-geral

14 out 2015

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VAMOS “NETWORKAR”?

De acordo com recentes pesquisas a mulher brasileira é a que menos faz networking no mundo. Os fatores são muitos. Aí vão alguns: por ser minoria, por não ter o hábito, por assumir muitos papeis…

Acredito também ser uma cultura. É comum fazer uma linda amizade de toda a vida em uma fila de banco e contar toda a sua vida, mas é bem mais difícil vender a si ou seu produto. Por ser julgada, ou por se tornar rotulada.

Vamos combinar que tem pessoas que se superam em querer empurrar seus produtos ou serviços. Existem meios e meios de se fazer isso. Fazendo uma lavagem cerebral no outro com certeza não é a mais assertiva.

A hora e o local para se fazer networking também devem ser apropriados. Os homens fazem isso em qualquer lugar e é comum. Seja no futebol ou no açougue nada os impede de falar sobre seu trabalho, fazer contatos e assumir novas parcerias informalmente.

As mulheres se sentem retraídas e não à vontade para fazer isso de forma natural.

Graças a Deus, e a algumas desbravadoras do empreendedorismo feminino, hoje acontecem inúmeros eventos de networking para mulheres. O objetivo destas ações visa estimular o relacionamento comercial entre as mulheres e desmistificar a ideia de nos tornarmos invasivas. Estão ali justamente para isso. E não precisa ter vergonha nenhuma. É saudável fazer novas parcerias, e quem sabe novas amizades.

São eventos pensados para mulheres que tem como papel principal fomentar a possibilidades de parcerias e comércio entre as participantes.

Aqui em nossa região ainda estamos gatinhando ainda neste assunto. Em São Paulo já são comuns, em acontecem eventos expressivos. Já até estão desenvolvendo estratégias para ter um relacionamento direcionado nestas situações e não desperdiçarmos cartões à toa.

É o negócio agora é participar de tudo isso para não ficarmos de fora.  Vamos networkar?

EE-Colunista-Viviane-Luckmann

EE-Colunistas-aviso-geral

12 out 2015

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Café Entre Elas – 5ª Edição

Um encontro para mulheres empreendedoras começarem o dia com boas ideias e ótimas oportunidades. É um café + bate-papo empreendedor – que permite todas empresas participantes terem a oportunidade de apresentar seus produtos e serviços a outras empresas.

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Esse é o ano do relacionamento, do olho no olho, então, vem apresentar tua empresa e fazer bons contatos no Café Entre Elas. Confira o depoimento da Dieines Fróis e Alethea Oliveira, sobre este evento:

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Dia 15 de outubro, das 8h30min às 9h30min, na ZR Automação (Rua 25 de Julho, 1290, Rio Branco, NH). Inscrições: https://goo.gl/DTGZHZ

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09 out 2015

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Confira como foi a 3ª Edição do Mercado Entre Elas – Edição Primavera

Aconteceu, no último sábado, 03, na Ftec NH, o Mercado Entre Elas – que em sua terceira edição foi em comemoração a Primavera. O Mercado Entre Elas é um bazar de artesãs e artistas criativas e independentes (sem revendas e representantes), que ofereçam produtos ou serviços, com propósito de movimentar e incentivar o negócio local, desenvolvendo e apoiando a cultura empreendedora e as pessoas que ♥ o que fazem.

Muitas mulheres encontram na economia criativa uma forma de empoderamento e expansão de sua liberdade. E o mais incrível é que a criatividade gera desenvolvimento para todo o país. Por isso criamos o Mercado Entre Elas, para fomentar o empreendedorismo criativo feminino e de quebra, contribuir para o empoderamento das mulheres.

Confira mais fotos no nosso álbum no Facebook.

Confira o resultado do sorteio do Ingresso para o Encontro de Novembro do Entre Elas.

09 out 2015

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Seu colaborador fala, sua empresa agradece!

Todos nós sabemos que o colaborador tem grande parcela no sucesso da empresa em que trabalha e que exerce um papel decisivo dentro da empresa, independente do setor que atua. Só que estas afirmações refletem uma realidade ainda não percebida por alguns empresários, gestores ou líderes. Motivar seu colaborador é fundamental para que ele se sinta parte da empresa. Assim, suas atitudes refletirão de forma positiva no ambiente de trabalho.

O colaborador é fonte de ideias; informações e sugestões, que podem aumentar a produtividade de sua empresa; tornar seu cliente mais satisfeito; tornar sua empresa mais competitiva; corrigir problemas entre outras coisas. Mas nem sempre é assim, pois algumas empresas ainda não sabem ouvir seus colaboradores, para assim extrair o que eles têm de melhor a oferecer.

É aí que entra a gestão participativa.

A gestão participativa pode trazer resultados positivos para sua empresa. Muitas já começam a implantar esse mecanismo e começam a ouvir seus colaboradores.

Esta gestão nada mais é do que compartilhar responsabilidades, decisões e ideias sempre com o intuito de apontar melhorias na produtividade da empresa. É o envolvimento total do colaborador na gestão da empresa.

Os colaboradores não executam somente as ações que lhes são propostas. Além das funções diárias, o colaborador é uma pessoa capacitada e com habilidades e que precisa ser considerado um bem para a empresa e a empresa deve aproveitar o mesmo ao máximo.

Promover o engajamento dos colaboradores com as metas de sua empresa são os principais objetivos da gestão participativa. Além de ser um desafio, é um caminho para as melhorias nos processos rumo a melhores resultados.

Pode ser um desafio implantar a gestão participativa em empresas. Algumas ferramentas simples que estimulem a participação e interação da equipe, como uma caixa de sugestões e realização de pesquisas, podem ajudar.

Eventos de integração proporcionam motivação, comunicação entre os líderes e setores. Esses encontros são muito bons, pois estimulam a participação e o diálogo dos colaboradores de forma positiva. A cultura empresarial vai, aos poucos, se modificando e a prática do diálogo passa a ser vista como algo natural dentro da empresa.

A participação de líderes e gestores no processo de gestão participativa é essencial para que a mesma funcione. Eles precisam saber ouvir e incentivar a participação de sua equipe colocando em prática as sugestões e ideias relevantes.

Mas, cuidado! É fundamental que a liderança mostre para a equipe que as ideias, sugestões e críticas serão ouvidas e utilizadas quando viável, para que o projeto não perca a credibilidade e não desmotive a participação dos colaboradores. Afinal, todo trabalho de comunicação interna requer tempo, mas fazendo da forma correta, os resultados podem ser bem positivos.

Então, vamos ouvir nossos colaboradores?

EE-Colunista-Daniela-Neves

EE-Colunistas-aviso-geral

08 out 2015

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Quero mudar, mas não sei o quê e nem como…o que fazer?

 

Não estou satisfeita com a vida que venho levando (pessoal e/ou profissional), porém não consigo identificar o que vem me deixando chateada e desmotivada. Parece ser difícil parar e poder identificar o que vem atrapalhando, mas se refletirmos e nos questionarmos um pouco mais a fundo, poderemos obter algumas respostas. Dentro do processo de Coaching é assim que trabalhamos, pois no momento em que nos questionamos sobre algo, nosso cérebro vai em busca da resposta para aquela “provocação”. Assim começamos a tomar as rédeas de nossa vida para nos direcionarmos àquilo que poderá nos modificar. Estas reflexões nos fazem enxergar o ponto em que nos encontramos para após pensarmos onde queremos chegar e identificarmos as estratégias para percorrer este caminho.

Então, algumas perguntas que podemos estar nos fazendo para que a reflexão ocorra:

- a meu respeito, o que acredito?

- em relação a vida, no que acredito?

- quais são as coisas mais importantes da minha vida?

- o que me faz agir da forma como ajo?

- qual meu maior sonho?

- o que me impede de realiza-lo?

- no lado profissional, o que me deixa feliz e motivada?

- o que posso fazer para ser plena profissionalmente?

Se alguma das perguntas acima fez você refletir, o primeiro passo foi dado. E sempre tendo em mente: as perguntas são as respostas! Então, quando os sentimentos de dúvidas surgirem, pare e pense no que está sentindo e busque as resposta em si própria.

EE-Colunista-07-Alethea

EE-Colunistas-aviso-geral

 

06 out 2015