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Facebook ou Google, qual a melhor opção para promover o meu negócio?

cintiaaa

Tenho recebido vários questionamentos sobre qual é a melhor opção para fazer anúncios pagos, se é no Facebook Ads ou no Google Adwords. E hoje, o nosso artigo é para esclarecer um pouco das diferenças entre as duas mídias e assim você vai poder identificar qual é a estratégia mais assertiva para o seu negócio.

Primeiramente, precisamos entender como é o funcionamento de cada mídia, depois definir qual é o nosso objetivo de marketing e aí então, escolher o canal que será utilizado para promoção. Vamos lá?!

Facebook  Ads

Facebook é a maior rede social do mundo e conta hoje com aproximadamente 2 bilhões de usuários ativos em todo o mundo.

O Facebook permite que sejam criadas páginas de fãs direcionadas para empresas, marcas ou produtos, associações ou qualquer organização com ou sem fins lucrativos. Essas páginas, também conhecidas como Fanpage, permitem diversas funcionalidades para a promoção de negócios, como os anúncios pagos – Facebook Ads (Ads é abreviatura de advertisements que significa propaganda/publicidade).

Considerando que os resultados no Facebook organicamente (sem pagar por anúncios) é bem insatisfatório (estimula-se que em média, apenas 3% dos fãs da página recebem o conteúdo postado) é fundamental que a empresa invista em Facebook Ads.

Os anúncios pagos no Facebook podem ser criados considerando cada objetivo da ação e segmentando o público que irá visualizar o anúncio. Essa segmentação pode se dar por gênero, idade, interesses, formação, renda familiar, localização entre outras características, sendo essa uma das principais característica e vantagem da ferramenta.

Vale destacar que esse tipo de anúncio pode aparecer para o usuário sem que ele tenha demonstrado interesse, sendo bastante importante para captar pessoas que estejam em “estágio de descoberta”, que não conhecem determinado produto, que podem tomar alguma ação devido a uma “promoção” ou que vão iniciar um relacionamento com a marca.

Google Adwords

Essa é uma ferramenta de anúncios já bem consolidada, lançada em 2000. É sinônimo de busca por informações para todo o mundo. Existem outros mecanismos de busca com serviços semelhantes, como é o caso do Bing e o Yahoo. Porém, a grande diferença é o alcance muito maior do Google, em relação aos concorrentes.

Vamos pensar… quantos dias você fica sem fazer pelo menos uma pesquisa no Google? Basicamente todos os usuários da internet utilizam o essa fonte de informação diariamente.

O Google Ads permite criar anúncios de texto redirecionando para seu website, um hotsite, uma página de mídias sociais.

Google AdWords é um mercado onde empresas pagam para ter o seu site ranqueado acima dos resultados de busca orgânica, baseado em palavras-chave.

Como funciona?

Ele funciona assim: você cria um anúncio e dá um lance na palavra-chave escolhida.

Quando alguém fizer uma busca pela mesma palavra-chave que você utilizou no seu anúncio, ele vai ser exibido junto com os resultados, nas posições de topo.

Quando você paga? Quando clicarem no seu anúncio.

E a concorrência? Naturalmente o anúncio da empresa que deu maior lance pela palavra chave vai ser mostrado primeiro, mas não só isso. Na verdade, o Google Adwords leva em consideração a qualidade e relevância dos anúncios.

Uma característica muito importante desse tipo de anúncio é que ele será exibido porque o usuário está pesquisando/procurando/precisando por aquilo, naquele momento. Em contraponto, se a pessoa não procurar pela “palavra-chave” que você escolheu para o seu anúncio, ele nunca vai te encontrar.

Qual devo escolher?

Não dá pra se dizer qual é o melhor. Vai depender do tipo de negócio, produto ou serviço e dos objetivos com o anúncio.

Antes de escolher um ou outo leve em consideração o seu objetivo e a jornada de compra do cliente:

1) Se você busca uma melhoria direta nos resultados de vendas, o Google Adwords é a opção mais adequada.

2) O Google Adwords apresenta uma taxa de conversão mais alta, pois o usuário clica no anúncio que já estava pesquisando e no entanto está mais próximo de efetuar a compra.

3)  Se está buscando construir e consolidar a marca do seu negócio e desenvolver relacionamento com o público, então deveria escolher o Facebook Ads.

4) Se você tem uma promoção muito atrativa e quer estimular a compra ou o interesse do usuário, utilize o Facebook Ads.

5) Você tem um produto muito novo/inovador e as pessoas ainda não conhecem, elas não vão buscar ele com alguma palavra chave. Então você pode utilizar a estratégia de Facebook Ads para apresentar isso aos possíveis consumidores.

Espero ter esclarecido um pouco das diferenças básicas entre essas ferramentas e acompanhe os próximos conteúdos!

EE-Colunista-Cíntia-SchenkelEE-Colunistas-aviso-geral

17 jul 2017

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Importância de uma boa Identidade Visual para seu negócio

cintia entre elas

Ter uma Identidade Visual é fundamental para que as empresas possam mostrar a que vieram, entretanto, ter uma BOA Identidade Visual pode ser o fator principal para você ter sucesso no seu negócio. Pois é ela que transmite qualidade, confiança e segurança aos seus clientes. Confira alguns motivos para você investir em uma boa Identidade Visual:

Destaque entre os seus concorrentes:  Ao procurar por um produto e/ou serviço o cliente pode ter dúvidas na hora de escolher entre as diversas opções disponíveis, porém uma identidade bem feita, bonita e uma marca forte são as primeiras características que o cliente analisa quando conhece uma empresa.  Isso pode definir a escolha que ele fará.

Demostra seu profissionalismo: Não possuir um bom material institucional acaba passando uma mensagem errada ao seu cliente, pois ele pode perceber que não há garantia de que sua empresa entregará um produto e/ou serviço profissional e de qualidade. Afinal, se não investe em uma boa imagem do seu negócio, os demais processos não serão feitos da mesma forma. É um ponto muito importante.

Não confie a imagem de sua empresa a alguém que não seja profissional da área:  Desenvolver uma boa Identidade Visual é mais do que apenas desenhar um logotipo, é algo que precisa ser levado a sério, pois envolve todo um projeto, com base em pesquisas.

Apesar de ter um investimento maior do que o desenvolvido por um não profissional, é fundamental contratar uma empresa especializada para fazer um serviço profissional. Esse investimento será facilmente revertido em fortalecimento de marca e aumento nas suas vendas.

EE-Colunista-Cíntia-Schenkel

EE-Colunistas-aviso-geral

28 jun 2017

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Planejamento + Empreendedor = tudo a ver!

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Se você é empreendedor e tem dor de cabeça só de ouvir a expressão “Planejamento Estratégico”, saiba que não é o único. Mas ao contrário do que muitos pensam o processo de planejar pode ser mais simples do que se imagina.

Há muito tempo eu trabalho e falo sobre Planejamento Estratégico e acabo recebendo um número considerável de comentários sobre o processo de planejar.

Em tempo, vale explicar brevemente que planejamento estratégico é um procedimento gerencial que se refere à formulação de objetivos para a seleção de programas de execução e ação, onde são consideradas as variáveis internas e externas à organização, de modo que o somatório de recursos e esforços possam conduzir a ações com resultado muito satisfatório e alinhado com a estratégia empresarial.

Assim, o processo de planejar é FUNDAMENTAL para qualquer pessoa ou empresa que queira, minimamente, atingir algum objetivo, pois ele “prevê” o futuro em relação ao longo prazo, antecipando situações que, sem o plano, estariam distantes da visão do gestor.

A criação de uma estratégia pode ser fácil e demanda um pouco tempo – o que a maioria diz que não tem – pois é necessário conhecer aqueles pormenores do negócio que quase ninguém tem paciência (ou sabe) analisar. Planejar é pensar e trazer para a prática, é integrar a empresa, é levar até a operação e sair da teoria.

Agora, você sabia que uma hora de planejamento economiza mais de seis horas de execução?

E aí, você ainda está sem tempo? Talvez seja justamente a hora de planejar e passar a desfrutar do seu bem mais precioso, o tempo.

Quem ainda não acredita que um bom planejamento pode ser o vento para a guinada que precisa nos seus negócios, deve repensar. Pois, do contrário, ‘esse tal planejamento’ não está, nem nunca estará com nada mesmo.

Pensemos como os mestres Kaplan e Norton: “Uma estratégia sem táticas é o caminho mais lento para a vitória. Táticas sem estratégia representam o caos que antecede uma derrota. ”

Independentemente do tamanho da sua empresa, invista seu tempo no que vai lhe ajudar a crescer no mercado.

Desenvolver e formular estratégias criativas pode estar mais perto do que você imagina.

P.S.: Vou deixar três perguntas para você já pensar na estratégia do seu negócio:

  1. Se sua empresa fosse uma pessoa, pelo que ela seria lembrada?
  2. Como você descreveria o seu principal cliente?
  3. Onde você imagina que seu negócio estará em cinco anos?

Um grande abraço!

EE-Colunista-Larissa-Moraes

EE-Colunistas-aviso-geral

24 mai 2017

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Atendimento e experiência deveriam ser foco dos empreendedores

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Não é a primeira vez que abordo o tema experiência em meus artigos. Vou reforçar mais uma vez: nos próximos anos, a experiência de compra vai ser o principal motor competitivo dos negócios. Atendimento e relacionamento deveriam estar casados! Grandes mudanças no atendimento estão por vir e quem não acompanhar as demandas do consumidor 3.0, vai ficar de fora do mercado.

Conveniência e rapidez são algumas das esperas do consumidor, que não quer mais se esforçar para ser bem atendido. Na verdade, ele está aguardando receber as coisas de “mão beijada”, e isso é um grande diferencial para as empresas. Afinal, qual é o bem mais valioso das pessoas atualmente? O Tempo!

Valor, experiência de compra e atendimento são mais importantes que preço: especialmente no Brasil, quanto melhor o atendimento, mais chances de continuar competitivo! Expandir os canais de autoatendimento finalmente será percebido de que é uma demanda real e necessária. O autoatendimento no Brasil ainda não é majoritário entre as empresas, mas os consumidores brasileiros demandam isso mais do que podemos imaginar.

Marketing e relacionamento estarão cada vez mais compostos, conforme o consumidor 3.0 vai tendo cada vez mais poder de espalhar informações positivas e negativas sobre as empresas. Canais alternativos, como mídias sociais, chat, email e atendimento inteligente estão ficando mais populares e até mais efetivos.

Ao invés de pensar em interações pontuais com cada cliente, as empresas vão precisar pensar em toda a jornada de relacionamento, considerando os momentos antes, durante e depois da venda. Atendimento proativo vai ser o diferencial.

Essas “dicas” não são segredos trancados a sete chaves, nem novidade para ninguém, verdade. Porém, cada vez mais raros de encontrar nas empresas, porém o consumidor já tem esta necessidade bem clara no mercado.

EE-Colunista-Adriana-BreierEE-Colunistas-aviso-geral

23 mai 2017

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DIFERENÇA ENTRE MARCA E RAZÃO SOCIAL

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É muito comum os empresários confundirem o registro da marca com o registro da razão social feito na junta comercial. O processo da junta comercial é para o registro da razão social da empresa, a pesquisa para este é feita somente neste órgão e a nível estadual. Este registro assegura ao titular que não haverá outra empresa com a mesma razão social no estado.

O registro da marca, por sua vez, é feito no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) e garante exclusividade de uso da marca ao seu titular em todo território nacional. O registro na junta comercial não anula a necessidade do registro no INPI, pelo contrário, uma marca registrada pode impedir o uso de uma razão social colidente, gerando grandes transtornos e a necessidade de mudança da razão social.

Somente o registro da marca garante ao seu titular:

- Direito de exploração comercial da marca;

- Direito de impedir que terceiros imitem, reproduzam, importem, vendam ou distribuam produtos/serviços com sua marca sem sua autorização;

- Geração de receita através de licenciamento, franquia ou venda.

Ficou curiosa? Com dúvidas? Entre em contato e solicite uma pesquisa gratuita da sua marca.

E-mail: novohamburgo@vilage.com.br | (51)  9 9424-4967 | (51) 3066-0286

EE-Colunista-Fernanda-Rauter

EE-Colunistas-aviso-geral

27 abr 2017

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E esse tal marketing digital?

Muito se fala em marketing digital hoje em dia, mas você sabe o que realmente ele é, e como fazer?

Pois bem, é sobre isso que vou falar neste artigo. Antes de mais nada, saiba que não existe uma fórmula secreta para fazer o marketing digital, ele é apenas o marketing tradicional adaptado para novas ferramentas.

Com a evolução da tecnologia da informação e da comunicação, em especial a internet, o marketing está cada vez mais presente nos canais online. Mas para seu negócio estar lá, você precisa entender o que é o marketing. Conhecer ao máximo o seu público alvo, entender que hoje em dia “o conteúdo é rei” e que, se você se propõe a fazer marketing digital para o seu negócio, você precisa ter um planejamento.

Segundo a Associação Americana de Marketing (AMA), “Marketing é uma função organizacional e uma série de processos para criar, comunicar, entregar e trocar ofertas que tenham valor para os consumidores, clientes, parceiros e sociedade em geral”.

E o marketing digital?

  • Nada mais é que promover produtos, serviços ou marcas por meio de mídias eletrônicas – Novas mídias.
  • A maneira mais econômica de promover produtos ou marcas, pois sua execução não demanda muitos recursos financeiros;
  • Proporciona maneiras de se comunicar com seu público de forma direta, personalizada, e nos momentos mais oportunos;
  • Certamente a maioria do seu público utiliza a Internet todos os dias, então você precisa fazer marketing digital!

Para inicia uma estratégia de marketing digital no seu negócio alguns passos são extremamente importantes:

1)     Conheça o seu público alvo: Para quem você estará entregando conteúdo. Existem ferramentas como o mapa de empatia e a persona que podem lhe ajudar com isso.

2)     Determine objetivos: o que você deseja em relação a sua estratégia?

3)     Plataformas/mídias online: Quais você vai utilizar? Youtube, Facebook, Instagram, Site, E-mail marketing??

4)     Conteúdo: O público deve confiar em você, então crie conteúdos que gerem valor para as pessoas.

5)     Plano de ação: Desenvolva o conteúdo, programe as publicações. Mantenha uma constante de publicações!

6)     Monitoramento: Analise os conteúdos que mais engajaram e os horários mais assertivos. Monitore os resultados.

Espero que tenham gostado das dicas. Agora é hora de colocar em prática seu planejamento e ações de marketing digital!

EE-Colunista-Cíntia-Schenkel

EE-Colunistas-aviso-geral

16 nov 2016

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Você REALMENTE conhece o seu público alvo?

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Os empreendedores e empresários precisam entender como os seus clientes pensam, o que sentem, quais seus interesses, hábitos, gostos e, principalmente, quais os problemas que eles enfrentam e que o seu negócio (produto ou serviço) pode ajudar a solucionar.

O conhecimento aprofundado sobre o seu público-alvo, vai ajudar em todas as estratégias do seu negócio, principalmente quando falamos de marketing.

Uma boa ação de marketing é aquela que conquista a atenção do cliente. Ou seja, se você não conhece os reais interesses, como você vai gerar um conteúdo interessante para atrair mais clientes?

Existem duas ferramentas que podem ser utilizadas para ajudar a estruturar uma descrição coerente sobre uma “hipótese de perfil de cliente” e assim apoiar nas campanhas de marketing, aprimorar produtos ou auxiliar em outras decisões sobre o negócio.

São elas, o mapa de empatia e a persona, ferramentas visuais e simples de aplicar que ajudarão na jornada de entender os seus clientes. Vamos conhecer um pouco cada uma delas:

O mapa de empatia tem como objetivo você adotar o ponto de vista do público-alvo e observar o universo destas pessoas através de seis ângulos diferentes. Desta forma, você tem uma compreensão melhor sobre o que pode influenciar a decisão do cliente.

Persona é a representação fictícia do seu cliente ideal. Para definir uma boa persona você justamente deve ter contato com o seu público-alvo. Ela é baseada em dados reais sobre comportamento e características demográficas dos seus clientes, assim como uma criação de suas histórias pessoais, motivações, objetivos, desafios e preocupações.

A Apipa disponibiliza essas duas ferramentas em PFD, para download gratuitamente neste link: http://goo.gl/VWvzSa

Aproveite e baixe já essas ferramentas fantásticas!

EE-Colunista-Cíntia-Schenkel

EE-Colunistas-aviso-geral

27 out 2016

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A marca e as inovações de uma empresa devem ser protegidas de forma segura e abrangente

 

Quando o empresário pensa em uma nova ideia, seja de produto ou marca a ser lançada, toma todos os cuidados em relação à criação, cores, modelos e embalagens atraentes. Muitas vezes, investe em um novo sistema de fabricação ou comercialização e até mesmo em campanhas de publicidade de alto custo. Tais estratégias visam chamar a atenção do cliente e driblar a concorrência. Porém, em muitos casos, ele se esquece do primordial: o registro destas criações. Sem garantir esta segurança, o empresário corre o risco de perder tudo o que construiu ao longo do tempo, além dos investimentos na criação da “identidade” e “exclusividade” do produto, principal fonte de captação e manutenção de clientes.

A única maneira de não sofrer este tipo de problema é efetuar o registro da marca e a proteção da patente, pois estas medidas garantem a exclusividade de uso, fabricação e comercialização, seja em todo o território nacional ou no exterior, e ainda permitem o combate à concorrência desleal e pirataria, assegurando também a reparação por eventuais prejuízos causados pelo uso desautorizado. A oficialização do registro agrega valor aos produtos e serviços e ajuda a fidelizar o cliente, construindo uma identidade e uma relação entre a marca e o consumidor.

Muitas pessoas confundem marca e patente. Qual a diferença entre uma e outra?

Os dois tipos de proteção são amparados pela LPI – Lei da Propriedade Industrial. MARCA é o registro da identidade visual da empresa e pode ser dividida em várias categorias, de acordo com sua forma, design e nome. Ela tem validade por 10 anos e pode ser prorrogada. Já a PATENTE é um título de propriedade temporária concedido pelo estado e, após seu vencimento, torna-se de domínio público. A patente é uma forma valiosa de proteger a invenção e sua industrialização, sendo um investimento que vai gerar rentabilidade.

A Importância da proteção abrangente

No momento da abertura de um novo negócio, normalmente o empresário foca suas atividades em um único ramo de atividade. Com o tempo, a empresa vai crescendo e ele se vê atuando em diferentes segmentos. Uma empresa de confecção, por exemplo, pode expandir suas atividades para o ramo de joias, cosméticos, óticas. Enfim, são vários os meios de ampliar o negócio. Por isso, é importante sempre atualizar o registro da marca e protegê-la de forma abrangente, pois o registro em mais de uma classe, desde que se exerça, de fato, aquela atividade, garante uma maior proteção da marca no mercado. O mesmo ocorre no caso de patentes, seu registro garante a exclusividade de comercialização do produto. Outro problema ocorre quando a empresa resolve exportar seu produto para o exterior e esquece de realizar o registro no país desejado.

Consultoria e assessoria especializada

Para garantir a proteção da Propriedade Intelectual de uma empresa de forma segura, é importante uma consultoria que auxilie nas tomadas de decisões estratégicas. A VILAGE MARCAS E PATENTES realiza este trabalho há 30 anos, contando com mais de 100 profissionais especializados em todo o Brasil.

novohamburgo@vilage.com.br | 0800 770 2717 | www.vilage.com.br

EE-Colunista-Fernanda-Rauter

EE-Colunistas-aviso-geral

23 jun 2016