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Prática de desapego

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Tem um ditado que diz que é preciso arrancar a flor morta de um vaso para dar espaço a uma nova, pois seria importante para aparecer um novo amor. E assim também deve ser para tudo na vida. Com o passar do tempo, adquirimos hábitos e também apego a coisas e a pessoas. Mas nossa essência é livre e deve buscar ser leve. Os pesos que sentimos na vida foram colocados ou abraçados exclusivamente por nós. A escolha é sempre nossa.

Se quisermos ser mais leves, podemos começar eliminando os excessos que nos rodeiam. Quando tomamos novas atitudes, conseguimos, aos poucos, mudar nossos padrões mentais e atingir níveis mais profundos. Ou seja, é preciso o primeiro passo rumo à prática de desapego.

Busco constantemente a harmonia em minha vida. É uma tarefa árdua e diária. Em uma dessas ações, fiz uma limpeza em meu guarda-roupa e, a partir daí, surgiram várias reflexões. Por tudo isso, a simples arrumação de um armário traz consigo muito aprendizado. Além das peças que não servem mais poderem ser doadas, vendidas, nós percebemos que juntamos muitas coisas, que podemos ter menos, que quando temos muito, fico mais difícil a escolha, entre outras reflexões. Isto só com uma rápida limpeza ao guarda-roupa, agora imagina isso em todas as pontas da nossa vida? São móveis, louças, pessoas, livros, sentimentos, tem muita coisa da qual podemos e devemos nos desapegar.

Lembro-me que uma das práticas de desapego mais difíceis foi de uma coleção de revistas, doeu, foram anos com elas ali, para quando quisesse folhear, buscar inspirações. Mas vou dizer que deu uma realização também e até orgulho de mim mesma, por desapegar. E se me fez falta? Que nada, era puro apego!

Como comentei anteriormente, a prática de desapego não é só de bens materiais ou de roupas, mas de pessoas, de sentimentos, de sites, de tudo que causa excesso e não é mais útil para nós.

Eu agora já tenho mais espaço e maior leveza.  Mas a vigília continua.  E você, vai escolher abraçar o peso ou vai abrir a sua vida para a leveza?

Dicas para praticar o desapego:

1 – Tenha um objetivo

Mudança de estilo de vida, como é o meu caso – mudança para um lugar menor, sair da casa dos pais, juntar dinheiro para uma viagem…

2 – Faça o desapego por categorias

Hoje a limpeza é nas roupas, na outra semana no computador, depois na cozinha, livros, e assim por diante. Mesmo que você tenha que dedicar um dia inteiro para cada coisa, fica muito mais fácil e menos estressante fazer dessa forma.

3- Passe a diante

Não quer mais, não serve, nunca usou, passe a diante. Primeiro coloque no lixo o que não dá mais ser usado ou reutilizado. Depois separe os itens e pense em quem realmente poderia fazer bom uso dos seus desapegos.

4 – Use a sua criatividade e reinvente

Aquela calça jeans pode virar um shortinho. O mais importante de tudo isso é não deixar nada parado. Sempre pense que no lugar daquilo que você não usa poderia estar algo mais importante, que seja um espaço vazio para arejar as suas roupas.

Tudo o que nos cerca tem energia e toda energia parada está sendo desperdiçada. Eu garanto que com um armário mais livre você vai aproveitar muito mais as roupas que sobraram e entender melhor o que realmente falta para que você seja mais feliz com ele!

EE-Manu Damasceno Colunista-02EE-Colunistas-aviso-geral

15 jul 2017

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A escolha que você não vê

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No último mês falei aqui sobre Escolhas Difíceis, e agora quero conversar sobre as escolhas que não vemos. Você sabia que existem 3 decisões que controlam o seu destino? E não é a decisão de qual roupa vestir de manhã ou para qual cliente ligar.

São 3 decisões que relegamos – inúmeras vezes – ao nosso inconsciente, pois consumimos nossas energias com decisões pequenas e corriqueiras.

Mamão ou banana no café da manhã? Leite quente ou frio? Casaco ou manga curta? Cinco minutos a mais na cama ou no chuveiro? De carro ou a pé? De carona ou sozinha? Supermercado hoje ou amanhã?

Essas são aquelas escolhas cotidianas que nos acertam com o passar das horas, que embora pareçam bobas, dão a impressão de que o ponteiro do relógio acelerou.

Ok, mas essas escolhas são evidentes, estão à sua frente, sempre. Porém, você já se perguntou todas as escolhas que você deixa de fazer, porque simplesmente não consegue ver elas? Ou pior, as escolhas que você faz de forma automática e que nem se dá conta?

Hoje eu quero apresentar elas para você!

Escolha nº 1 – Suas decisões sobre o que focalizar.

Escolha nº 2 – Suas decisões sobre o que as coisas significam para você.

Escolha nº 3 – Suas decisões sobre o que fazer para criar os resultados que deseja.

Frequentemente não tomamos de forma consciente a maioria das decisões, especialmente essas três, que são cruciais para nossa vida, e ao fazer isso, pagamos um preço alto, às vezes, alto demais.

E para explicar um pouco melhor, trago o conceito de “Síndrome do Niágara”, criada pelo Anthony Robbins, que diz o seguinte: “Acredito que a vida é um rio, e que a maioria das criaturas salta no rio da vida sem ter decidido onde quer chegar. Assim, logo são apanhadas pela correnteza: dos acontecimentos, dos medos, dos desafios. Quando chegam a bifurcações, não decidem conscientemente para onde querem ir, ou qual a direção certa em seu caso. Apenas “seguem o fluxo”. Tornam-se uma parte da massa de gente que se deixa dirigir pelo ambiente, e não por seus próprios valores. [...] Permanecem nesse estado inconsciente até o dia em que o barulho da água as desperta, e descobrem que estão a 2 metros da cachoeira do Niágara, num barco sem remos”.

E você, está na Síndrome do Niágara?

Quer empreender, quer trocar sua carreira, quer gerir melhor sua vida? Ter mais tempo? Mais afeto? Mais reconhecimento? Então aprenda a remar o seu barco, aprenda a focar no que importa, a decidir o que as coisas significam para você e os passos futuros que te levarão mais próximo do seu sonho.

Porque se você não fizer isso, ficará presa a sua rotina (correnteza), achando todas as desculpas que estão escondidas por aí, ora com medo, porque seu barco está à deriva, ora se recuperando dos tombos na cachoeira do Niágara.

EE-Colunista-Juliana-EmerEE-Colunistas-aviso-geral

20 jun 2017

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Escolhas Difíceis

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Quando terminei de ler a última página do livro Escolhas Difíceis da Carly Fiorina, me peguei pensando por vários minutos como a nossa vida é composta de escolhas. O quanto nós precisamos escolher; quantos caminhos e encruzilhadas são postos à nossa frente dia após dia, e como nós, com as informações e sentimentos que dispomos naquele momento, precisamos escolher. Sendo que, depois da escolha, normalmente vem a dúvida; Será que escolhemos certo? Será que era o melhor a fazer? E aquela palavrinha de duas letras e uma sílaba vem caminhando, lentamente ao nosso encontro… SE… E SE… Como diria Hardy Har Har “Oh dia, oh céu, oh vida, oh azar”.

Existem escolhas fáceis: o que vou vestir hoje? O que farei no final de semana? Entretanto, existem diversas outras, que podem mudar o rumo da nossa vida: Mudo de emprego? Troco de curso na faculdade? Termino meu namoro, meu casamento?  Nós não somos acometidos por essas escolhas seguidamente, mas tenho certeza que pelo menos uma vez você já se deparou com alguma escolha assim, e ela consumiu sua energia de uma forma incrível, pois essas são as nossas “Escolhas Difíceis”, e são elas que nos definem.

Muitas vezes não sabemos se estamos decidindo corretamente, e se aquele realmente é o caminho, o importante é termos em mente que essas decisões são importantes. Se errarmos, ok, outras decisões virão em seu lugar, e o aprendizado será a base para que possamos acertar no futuro.

Neste mesmo livro, a autora diz “[...] se não podemos escolher nossas circunstâncias, sempre podemos escolher nossas reações a elas”. Então, por mais difícil que a decisão lhe pareça, reflita, mas tome uma decisão, escolha um caminho… Ficar em cima do muro não trará paz, nem espantará o medo que uma decisão importante traz consigo. Além disso, é importante lembrarmos o que dizia Nietzsche: “Toda a vida não vivida ficará latejando dentro de você, invivida por toda a eternidade”.

Reflita e escolha seus caminhos, se a paisagem não agradar, volte atrás. Se não for possível voltar, construa uma nova estrada, mas não fique parado achando que o melhor é postergar as decisões. Há uma falsa impressão que postergar algo fará com que a vida resolva aquilo por si só, porém, em muitos momentos, apenas estamos damos a chance para as oportunidades passarem... E nem sempre a vida dá uma segunda chance, afinal ”[...] parar de escolher é começar a morrer” (Carly Fiorina).

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22 mai 2017

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Tão longe tão perto

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Essa é a terceira vez que iniciou um texto com esse título, o tema central sempre foi a afirmação feminina e suas dificuldades.

“Eta” textinho bem demorado de evoluir!

O nome e tema sempre foram os mesmos desde a primeira ideia, mas o contexto foi mudando e minha visão sobre o tema também.

A história da luta por direitos femininos ou por direitos mais equilibrados, desde as sufragistas já passam de 100 anos. Desde lá evoluímos muito em alguns aspectos, nada em outros e infelizmente, em alguns países, a valorização feminina até regrediu.

Na minha opinião não são leis que criam igualdade de gênero, é o nosso modo de pensar e agir cotidianamente que transforma o mundo ao nosso redor. As leis não têm poder criar igualdade enquanto as desigualdades estiverem em nossos genes ou na matriz de nosso pensamento.

A memória celular afeta tanto você quanto a Hillary Clinton que lutou uma vida e quase chegou a sua meta. Esse quase que é sempre o problema…

O segundo colocado é sempre o primeiro perdedor”, essa frase é comum em meios esportivos e não tenho a menor ideia de quem a falou primeiro.

Todas nós carregamos registrado em nossas células que o nosso papel é secundário. Isso está impregnado no nosso campo vibratório. Então, não adianta apenas culpar os homens por algo que está dentro de nós.

Basta darmos uma olhada para nossa própria árvore genealógica para ver que nossas ambições entram em conflito nossa história genética e cultural.

- Quantas da suas antepassadas, mãe, avó e bisavó exerceram atividades remuneradas?

Todas certamente trabalharam, e muito!

Quantas foram chefe de família por vontade própria? Quantas tiveram algum reconhecimento do próprio esposo?

Isso foi formado geração após geração numa repetição continua do modelo recebido. A chave da mudança está nas nossas mãos!

Não basta sermos empresárias empenhadas para o sucesso se continuarmos favorecendo os filhos homens. Cuide da forma como você cria seus filhos. Eu vejo mães superprotegerem seus meninos e preparando suas meninas para a autonomia, com isso os meninos acabam se tornando mimados e se achando cheios de direitos especiais.

Os filhos repetem o que os pais fazem, se seu companheiro assume as tarefas domésticas, seus filhos se tornarão homens melhores. Eu sou da geração que o destino obvio da mulher era o casamento, mesmo assim a maioria das minhas amigas trabalha e é independente e muitas de nós tiveram que lutar por esse pequeno direito.

Estamos construindo um novo modelo todos os dias.
De nada adianta querer mudar o mundo não mudarmos a nós mesmas.

Lembro quando pequena assistia meu pai responder a pesquisas tipo do IBGE se sua pessoa sua esposa trabalhava.

Ele respondia: sim, muito e de graça! O esforço feminino era sempre de graça e não era considerado trabalho, nem nas pesquisas!
Então, olhem para sua história, pensem em suas mães, avós e bisavós. Vejam o quanto trabalharam, sem nem ao menos o reconhecimento de que fosse trabalho! Quando nos reportamos a nossa realidade profissional atual nas quais profissões majoritariamente femininas como magistério e arquitetura a remuneração é cada vez mais reduzida.
Então, olhem para si mesmas, observem os comandos sutis, os registros implícitos que você recebeu da sua genética. Honrem seus antepassados, mas libertem-se desses comandos.

Para agirmos livremente é necessário desapegar de conceitos arraigados em nosso ser.

O trampolim que nos alça longe está muito perto. Aberta essa chave você estará livre para alcançar seus sonhos!

Afinal, o machismo dos outros é mais fácil de ser administrado que o nosso.

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07 abr 2017

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O Pulo do gato

 

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No mundo de hoje tudo muda rápido, existe um excesso de escolhas a serem feitas o tempo todo. Essas escolhas são muito mais amplas que toda a acessibilidade de compras que possuímos. Contudo, mesmo essa abundância de escolhas tem nos levado a uma espécie de servidão consumista. Pelo que vejo, a maioria das pessoas precisa ter para se sentir forte e incluído em um determinado grupo. Para algumas pessoas ter determinado celular, bolsa ou carro torna-se um esforço sobre-humano no sentido de se sentir validado. Assim vivemos uma sensação de inadequação, de que sempre falta algo. Claro que falta, mas, tendemos a colocar o foco dessa falta em coisas materiais, mas aquilo que nos joga nessa busca insana é uma carência imaterial.

Quando olho hoje para minha vida, parece que eu estava fadada a fazer uma longa jornada de autodesenvolvimento. Minhas dúvidas de ordem existencial surgiram muito cedo e a percepção que existia algo mais também.

Fui um bebê alegre e exuberante, uma criança tímida e desconfiada, uma adolescente calada, fantasiosa e questionadora. Tive mestres dentro e fora de casa e, com o tempo, aprendi a reconhecê-los. No entanto a sensação de inadequação não passava, não queria uma vida vazia de sentido, mas também não sabia o que queria.

No início de minha vida adulta me deparei com uma limitação física que me jogou fora da zona de conforto. Por conta disso passei a querer respostas mais claras, mais amplas. Mergulhei de cabeça na minha frustração e na busca para resolvê-la. Busquei vários tipos de terapias, várias correntes de estudo que a vida vinha trazendo e desenhando. O final dos anos 90, por conta da virada do milênio, vivemos anos muito ativos em cursos e terapias alternativas. Astrologia, canto, dicção e oratória, computação, Reiki, cromoterapia, acupuntura, florais, Feng-shui, permacultura, fisiogognomia, fitoterapia, cosmosterapia, italiano, pintura, poesia, qualidade total, apometria, cada uma abria uma porta ou uma janela e o mundo foi ficando vasto, sem que eu tivesse ido muito além da minha cidade. Para um olhar mais objetivo, parecia que apenas me fragmentava: que nada!

Um dia, em meio a uma aula, tive um insight e simplesmente entendi o que me atormentava há tanto tempo, compreendi o que estava fazendo errado, corrigi a rota. Simplifiquei, desapeguei até necessidade conhecimento, aprendi a fluir. Compreendi que as respostas vêm através de pessoas, de encontros quase inexplicáveis, surgem num decalque em um lugar qualquer, vem num livro que chega de presente ou revista em uma sala de espera. Quando mergulhamos verdadeiramente em nós mesmos, na busca de autoconhecimento, o universo conspira, nos ajuda, vai nos proporcionando maturidade até sobre os desejos. Essas conquistas são individuais e intransferíveis, elas acendem uma luz interna que nos permite SER. E não se preocupe, a grande maioria dos seus amigos nunca vai porque você parece tão satisfeito.

Algumas coisas podemos mudar, outras estão totalmente fora de nosso alcance, ainda que temporariamente, então por que sofrer por elas?

EE-Colunista-Ane-KielingEE-Colunistas-aviso-geral

09 mar 2017

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Coincidência ou Conexão?

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Você acredita em coincidências? Ou acredita que o tempo todo aconteçam conexões geradas pelo Universo?

Começo falando que o fato de eu estar escrevendo essa coluna aqui para vocês não é coincidência, ao longo do texto vocês entenderão. Também gostaria de deixar claro que não considero errada nenhuma das duas opções, mas vou escrever (e sempre escreverei) daquilo que sinto e tenho para mim como um Norte.

Sempre me interessei por assuntos da linha auto conhecimento/Bem estar, e um dos livros que mais me marcou (e que me lembro ter sido um dos primeiros que lia nesse segmento, desde pequena lembro de ler sobre Neurolinguística) foi o do Lair Ribeiro, Pés no chão, cabeça nas estrelas. Ali me encontrei. Gostava do que lia e me sentia confortável e serena a cada página que ficava para trás. E livro a gente sabe como é, tu quer mais e mais e mais… Tenho esse e muitos outros guardados, por eles tenho um apego que nem sei…

Gosto de livro, de cheiro de livro. E ler aquilo que a gente gosta e se identifica, faz toda a diferença. E quando sinto que estou ficando sem bateria, é hora de partir para uma boa livraria…

E onde fica o auto conhecimento, livros e essa coluna com Coincidência ou Conexões?

Quando adquirimos a consciência de se conhecer, de fazer aquilo que gostamos, que faz bem e quando acaba sentimos falta (NÃO! NÃO ESTOU FALANDO DE CHOCOLATE!) fica mais fácil matar a charada. E eu percebi que o fato de estar escrevendo aqui e agora, de estar aberta e apta a receber as belezas que o universo manda é porque me CONECTEI com meu interior, meus propósitos, com aquilo que gosto e acredito. E daí tudo começa acontecer naturalmente, começa a fluir! Tive a oportunidade de me tornar Embaixadora da Escola de Você Novo Hamburgo (belo projeto, com várias Embaixadoras especiais, vale a pena dar uma olhada no site!) e aceitei a proposta por acreditar no potencial das pessoas, em especial das mulheres. E sigo fazendo várias outras formações com esse mesmo propósito: VER O LADO BOM DE QUALQUER SITUAÇÃO, PORQUE SEMPRE TEM.

Sabemos de todas as adversidades que passamos, seja no trabalho, nos estudos, nas amizades, no casamento e com a gente mesmo. Todo mundo tem um dia de “bad” pra chamar de seu.  E comigo não é diferente. Mas então o que acontece?

Acontece que treino, isso mesmo, treino a mente para focar no positivo, na solução, no lado bom. É difícil? Ô se é.

Sou mãe de dois, casada, tenho um dog pra cuidar e contas pra pagar.

Tem dias que quero me esconder embaixo da cama. Mas logo digo para mim mesma: Vai lá e resolve, vê o lado positivo, tem – sempre tem, talvez agora neste momento tu Daniela não tenha a percepção do porquê, mas calma que tudo se acomoda. E a resposta vem como um insight, vem na mente, assim do “nada”. E como tu já estás conectada, entende na hora. É bater e valer!

Acredito muito que toda essa mania, que também pode ser chamada de hábito, se dá da minha vontade de beber dessa água chamada viver em harmonia, viver vivendo, ver o lado bom das coisas. Leio muito sobre isso. Leio de um tudo, livros, artigos de filósofos e escritores, posts de amigos. Então a dica é, coloque pra dentro de você informações relevantes, leia coisas interessantes, verifique a fonte antes de compartilhar ou absorver alguma notícia na internet… Converse com pessoas com boas histórias e com experiências positivas. Isso faz toda a diferença!

E assim vou mandando meu recado pro Universo, que entende de tudo isso como ninguém, e num momento de navegação nas  redes sociais me deparo com um chamado:

Recruta-se colunistas para esse blog.

Coincidência ou Conexão?

EE Colunista Dani Grahl

EE-Colunistas-aviso-geral

07 mar 2017

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Questões criam REALIDADE

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Quero te fazer uma pergunta simples: para alcançar o sucesso, você acha que precisa focar em suas forças ou fraquezas?

A maioria responde que deveria focar nas fraquezas, já que são essas as lacunas para ter um resultado diferente.

Certo?

Errado.

Existe uma unanimidade silenciosa em nossa sociedade, pregando que para sermos melhores precisamos focar no que não está bom, e empregar nossos esforços no desenvolvimento desses aspectos. Assim, poderemos alcançar essa excelência profissional ou pessoal.

O que muito pouco se diz, é que essa teoria – de focar nas fraquezas – deteriora nossa energia e identidade, pois passamos, incessantemente, a buscar questões que não fazem parte do nosso rol de habilidades. O tempo que gastamos tentando melhorar algo que não fazemos bem é imensamente maior do que o tempo que gastamos para melhorar algo que já temos de bom.

Esse é o conceito número 1 da Psicologia Positiva: questões criam realidade. E o que isso quer dizer na prática? Quer dizer que sua realidade é moldada pelo que você foca.

Nunca seremos perfeitos, teremos a vida perfeita ou todas as competências, mas se passarmos boa parte da vida apenas buscando isso, deixaremos de olhar para as coisas positivas que temos.

Por exemplo – Se você perguntar a si mesmo: “O que não está bom hoje?”; sua realidade será mais pessimista, pois você tenderá a enxergar só as coisas ruins. Mas, se ao contrário, você se perguntar: “O que está funcionando bem?”, você verá o lado bom, mesmo que existam problemas ou objetivos ainda não alcançados.

Mas não basta apenas fazermos uma pergunta positiva, temos que fazer a pergunta positiva CERTA.

Posso perguntar: “O que eu tenho de bom?”. Mas, se eu já estou em um movimento negativo, será difícil perceber minhas qualidades. Nesse caso você poderia se perguntar:

- Que habilidades minhas utilizei para superar meu último problema?

- Que elogios já recebi?

- Quando não percebo o tempo passar, que tipo de atividade estou fazendo?

Essas são perguntas que vão fazer você refletir e aprender a focar nas coisas boas. Pois são essas coisas boas, essas qualidades que você já tem, que serão o seu diferencial. São elas que te ajudarão a conquistar objetivos, mesmo que a meta seja conquistar uma nova competência.

Então fica o desafio: no que você está focando?

EE-Colunista-Juliana-Emer

EE-Colunistas-aviso-geral

13 fev 2017

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As burradas da vida

 

Não existe uma fórmula para a vida, nem uma receita que podemos seguir para garantir que tudo dará certo e que faremos as coisas da maneira correta. Às vezes, a gente pisa na bola, faz umas burradas inadmissíveis, e tem vontade de controlar o tempo, para voltar e fazer diferente.

Em muitos momentos a gente se cobra demais, quer acertar sempre de primeira, e por isso, acaba não fazendo, ou pior, remoendo um erro tempo demais. Tentamos, sem sucesso algum, entender os pormenores que fizeram a gente fracassar, e quanto mais pensamos menos coragem criarmos para levantar e tentar de novo.

Mas, como diria Chico Xavier: “Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode recomeçar e fazer um novo fim.”

E, ainda que existam erros que não possam ser concertados, independente do quanto você se arrependa, esses tropeços servem para que a gente descubra o que e quem realmente são importantes. São esses deslizes que nos fazem entender o que realmente fará a diferença na nossa história… E essa é a percepção que nos faz sábios diante da vida. Quanto mais cedo identificarmos, legitimamente, o que e quem nos faz felizes, menos arrependimentos cultivaremos em nosso coração.

Eu não deixo a culpa me consumir, mas eu sei bem o que perdi pelas decisões erradas… Hoje olho para traz e compreendo que, embora sem explicação, sei que tudo que aconteceu definiu quem eu sou.  Por isso, eu vivo em paz com o passado. E se eu pudesse dar um conselho a você, seria esse: faça as pazes com o passado. Não há nada mais corrosivo que a culpa por algo que não tem volta.

Gaste sua sabedoria e energia naquilo que ainda depende de você. Do restante leve apenas as lições, elas tratarão de cultivar o seu futuro.

EE-Colunista-Juliana-Emer

EE-Colunistas-aviso-geral

21 jun 2016