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Facebook ou Google, qual a melhor opção para promover o meu negócio?

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Tenho recebido vários questionamentos sobre qual é a melhor opção para fazer anúncios pagos, se é no Facebook Ads ou no Google Adwords. E hoje, o nosso artigo é para esclarecer um pouco das diferenças entre as duas mídias e assim você vai poder identificar qual é a estratégia mais assertiva para o seu negócio.

Primeiramente, precisamos entender como é o funcionamento de cada mídia, depois definir qual é o nosso objetivo de marketing e aí então, escolher o canal que será utilizado para promoção. Vamos lá?!

Facebook  Ads

Facebook é a maior rede social do mundo e conta hoje com aproximadamente 2 bilhões de usuários ativos em todo o mundo.

O Facebook permite que sejam criadas páginas de fãs direcionadas para empresas, marcas ou produtos, associações ou qualquer organização com ou sem fins lucrativos. Essas páginas, também conhecidas como Fanpage, permitem diversas funcionalidades para a promoção de negócios, como os anúncios pagos – Facebook Ads (Ads é abreviatura de advertisements que significa propaganda/publicidade).

Considerando que os resultados no Facebook organicamente (sem pagar por anúncios) é bem insatisfatório (estimula-se que em média, apenas 3% dos fãs da página recebem o conteúdo postado) é fundamental que a empresa invista em Facebook Ads.

Os anúncios pagos no Facebook podem ser criados considerando cada objetivo da ação e segmentando o público que irá visualizar o anúncio. Essa segmentação pode se dar por gênero, idade, interesses, formação, renda familiar, localização entre outras características, sendo essa uma das principais característica e vantagem da ferramenta.

Vale destacar que esse tipo de anúncio pode aparecer para o usuário sem que ele tenha demonstrado interesse, sendo bastante importante para captar pessoas que estejam em “estágio de descoberta”, que não conhecem determinado produto, que podem tomar alguma ação devido a uma “promoção” ou que vão iniciar um relacionamento com a marca.

Google Adwords

Essa é uma ferramenta de anúncios já bem consolidada, lançada em 2000. É sinônimo de busca por informações para todo o mundo. Existem outros mecanismos de busca com serviços semelhantes, como é o caso do Bing e o Yahoo. Porém, a grande diferença é o alcance muito maior do Google, em relação aos concorrentes.

Vamos pensar… quantos dias você fica sem fazer pelo menos uma pesquisa no Google? Basicamente todos os usuários da internet utilizam o essa fonte de informação diariamente.

O Google Ads permite criar anúncios de texto redirecionando para seu website, um hotsite, uma página de mídias sociais.

Google AdWords é um mercado onde empresas pagam para ter o seu site ranqueado acima dos resultados de busca orgânica, baseado em palavras-chave.

Como funciona?

Ele funciona assim: você cria um anúncio e dá um lance na palavra-chave escolhida.

Quando alguém fizer uma busca pela mesma palavra-chave que você utilizou no seu anúncio, ele vai ser exibido junto com os resultados, nas posições de topo.

Quando você paga? Quando clicarem no seu anúncio.

E a concorrência? Naturalmente o anúncio da empresa que deu maior lance pela palavra chave vai ser mostrado primeiro, mas não só isso. Na verdade, o Google Adwords leva em consideração a qualidade e relevância dos anúncios.

Uma característica muito importante desse tipo de anúncio é que ele será exibido porque o usuário está pesquisando/procurando/precisando por aquilo, naquele momento. Em contraponto, se a pessoa não procurar pela “palavra-chave” que você escolheu para o seu anúncio, ele nunca vai te encontrar.

Qual devo escolher?

Não dá pra se dizer qual é o melhor. Vai depender do tipo de negócio, produto ou serviço e dos objetivos com o anúncio.

Antes de escolher um ou outo leve em consideração o seu objetivo e a jornada de compra do cliente:

1) Se você busca uma melhoria direta nos resultados de vendas, o Google Adwords é a opção mais adequada.

2) O Google Adwords apresenta uma taxa de conversão mais alta, pois o usuário clica no anúncio que já estava pesquisando e no entanto está mais próximo de efetuar a compra.

3)  Se está buscando construir e consolidar a marca do seu negócio e desenvolver relacionamento com o público, então deveria escolher o Facebook Ads.

4) Se você tem uma promoção muito atrativa e quer estimular a compra ou o interesse do usuário, utilize o Facebook Ads.

5) Você tem um produto muito novo/inovador e as pessoas ainda não conhecem, elas não vão buscar ele com alguma palavra chave. Então você pode utilizar a estratégia de Facebook Ads para apresentar isso aos possíveis consumidores.

Espero ter esclarecido um pouco das diferenças básicas entre essas ferramentas e acompanhe os próximos conteúdos!

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17 jul 2017

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Prática de desapego

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Tem um ditado que diz que é preciso arrancar a flor morta de um vaso para dar espaço a uma nova, pois seria importante para aparecer um novo amor. E assim também deve ser para tudo na vida. Com o passar do tempo, adquirimos hábitos e também apego a coisas e a pessoas. Mas nossa essência é livre e deve buscar ser leve. Os pesos que sentimos na vida foram colocados ou abraçados exclusivamente por nós. A escolha é sempre nossa.

Se quisermos ser mais leves, podemos começar eliminando os excessos que nos rodeiam. Quando tomamos novas atitudes, conseguimos, aos poucos, mudar nossos padrões mentais e atingir níveis mais profundos. Ou seja, é preciso o primeiro passo rumo à prática de desapego.

Busco constantemente a harmonia em minha vida. É uma tarefa árdua e diária. Em uma dessas ações, fiz uma limpeza em meu guarda-roupa e, a partir daí, surgiram várias reflexões. Por tudo isso, a simples arrumação de um armário traz consigo muito aprendizado. Além das peças que não servem mais poderem ser doadas, vendidas, nós percebemos que juntamos muitas coisas, que podemos ter menos, que quando temos muito, fico mais difícil a escolha, entre outras reflexões. Isto só com uma rápida limpeza ao guarda-roupa, agora imagina isso em todas as pontas da nossa vida? São móveis, louças, pessoas, livros, sentimentos, tem muita coisa da qual podemos e devemos nos desapegar.

Lembro-me que uma das práticas de desapego mais difíceis foi de uma coleção de revistas, doeu, foram anos com elas ali, para quando quisesse folhear, buscar inspirações. Mas vou dizer que deu uma realização também e até orgulho de mim mesma, por desapegar. E se me fez falta? Que nada, era puro apego!

Como comentei anteriormente, a prática de desapego não é só de bens materiais ou de roupas, mas de pessoas, de sentimentos, de sites, de tudo que causa excesso e não é mais útil para nós.

Eu agora já tenho mais espaço e maior leveza.  Mas a vigília continua.  E você, vai escolher abraçar o peso ou vai abrir a sua vida para a leveza?

Dicas para praticar o desapego:

1 – Tenha um objetivo

Mudança de estilo de vida, como é o meu caso – mudança para um lugar menor, sair da casa dos pais, juntar dinheiro para uma viagem…

2 – Faça o desapego por categorias

Hoje a limpeza é nas roupas, na outra semana no computador, depois na cozinha, livros, e assim por diante. Mesmo que você tenha que dedicar um dia inteiro para cada coisa, fica muito mais fácil e menos estressante fazer dessa forma.

3- Passe a diante

Não quer mais, não serve, nunca usou, passe a diante. Primeiro coloque no lixo o que não dá mais ser usado ou reutilizado. Depois separe os itens e pense em quem realmente poderia fazer bom uso dos seus desapegos.

4 – Use a sua criatividade e reinvente

Aquela calça jeans pode virar um shortinho. O mais importante de tudo isso é não deixar nada parado. Sempre pense que no lugar daquilo que você não usa poderia estar algo mais importante, que seja um espaço vazio para arejar as suas roupas.

Tudo o que nos cerca tem energia e toda energia parada está sendo desperdiçada. Eu garanto que com um armário mais livre você vai aproveitar muito mais as roupas que sobraram e entender melhor o que realmente falta para que você seja mais feliz com ele!

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15 jul 2017

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Entre Elas Agosto/2017 – Edição Especial 5 Anos

EntreElas-2017-save-the-date-agostoO segundo evento de 2017 será uma edição especial em comemoração aos 5 anos de existência do nosso projeto! Este ano estamos focando em + networking e + inspiração para você empreendedora.
Venha se inspirar e SEJA A PROTAGONISTA DA SUA VIDA!

Dia 09.08.2017
Das 19h às 21h45
No Locanda Hotel (Rua Wendelino Henrique Klaser, 35, Ideal – Novo Hamburgo)
Investimento: R$50,00

Novo formato:
19h – Credenciamento + [Momento Especial com o Duo Miss Lolla]
19h30 – Abertura + [Momento Especial com Elementary's Bartenders]
20h – História Empreendedora [Faheana Thönnigs]
20h30 – Elevator PITCH
20h35 – Drops Empreendedor [5 estratégias para desenvolver diferenciais em vendas com Silvia Regina]
20h55 – Elevator PITCH
21h – Foto Coletiva + Sorteio de Brindes
21h15 – Café + dinâmica de networking + [Momento com o Duo Miss Lolla]
21h45 – Encerramento

[Momento Especial com o Duo Miss Lolla] o Duo Pop Miss Lolla, formado por Anna Schwartz e Betina Schiavon, acompanhadas por sua banda, estará presente para embalar nossa recepção e o momento do café com repertório atual de releituras da música pop radiofônica, soft rock e clássicos da soul music. O Miss Lolla surgiu em 2016 e desde então circula pela região do Vale dos Sinos e Metropolitana de Porto Alegre, além de marcar forte presença nas redes sociais e Youtube.

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[Momento Especial com Elementary's Bartenders] A Elementary’s Bartenders fará um momento especial e muito animado, pensado especialmente para as participantes do nosso evento.

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[História Empreendedora] – Faheana Thönnigs da marca Est.udio. Empresa que trabalha e valoriza a liberdade da mulher e a independência de se expressar espalhando cores, sorrisos e sentimentos de mudança por onde passa! Os tecidos e tintas que são usados pela marca são de empresas brasileiras e a mão de obra é local, fortalecendo o mercado interno. Em uma fabricação slow, com peças limitadas permitindo que o processo seja acompanhado de pertinho em todas as suas etapas. Reutiliza seus retalhos e sobras, colocando eles de volta a cena em novas peças.

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[DROPS Empreendedor] – 5 estratégias para desenvolver diferenciais em vendas, com Silvia Regina.
Silvia Regina é formada pela Universidade Unisinos – RS com Graduação em Bacharel em Comunicação – ênfase em Publicidade e Propaganda e MBA em Marketing Estratégico, agregam seu conhecimento profissional. Fundadora da SR Comunicação & Marketing, que foi um sonho realizado, está no mercado há mais de 25 anos trabalhando na área de marketing e comunicação.

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Conheça nossos parceiros! Empresas que acreditam e apoiam o nosso projeto! <3

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Você também pode adquirir seu ingresso com uma de nossas promotoras de vendas! Conheça-as:
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Lembre-se de trazer seus cartões de visita para o momento de networking! ;)

Dia 09.08.2017
Das 19h às 21h45
No Locanda Hotel (Rua Wendelino Henrique Klaser, 35, Ideal – Novo Hamburgo)
Investimento: R$50,00

Para garantir seu ingresso, acesse: http://bit.ly/EntreElasEdicao5anos

***O email do Sympla de confirmação de pagamento já é seu ingresso e garante a sua entrada. Não há necessidade de imprimir o email de confirmação ou retirar o ingresso físico em nenhum local, pois, seu nome estará em nossa lista de entrada.
Em agosto a Edição Especial de 5 Anos do nosso projeto virá com muitas atrações!!!

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01 jul 2017

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Importância de uma boa Identidade Visual para seu negócio

cintia entre elas

Ter uma Identidade Visual é fundamental para que as empresas possam mostrar a que vieram, entretanto, ter uma BOA Identidade Visual pode ser o fator principal para você ter sucesso no seu negócio. Pois é ela que transmite qualidade, confiança e segurança aos seus clientes. Confira alguns motivos para você investir em uma boa Identidade Visual:

Destaque entre os seus concorrentes:  Ao procurar por um produto e/ou serviço o cliente pode ter dúvidas na hora de escolher entre as diversas opções disponíveis, porém uma identidade bem feita, bonita e uma marca forte são as primeiras características que o cliente analisa quando conhece uma empresa.  Isso pode definir a escolha que ele fará.

Demostra seu profissionalismo: Não possuir um bom material institucional acaba passando uma mensagem errada ao seu cliente, pois ele pode perceber que não há garantia de que sua empresa entregará um produto e/ou serviço profissional e de qualidade. Afinal, se não investe em uma boa imagem do seu negócio, os demais processos não serão feitos da mesma forma. É um ponto muito importante.

Não confie a imagem de sua empresa a alguém que não seja profissional da área:  Desenvolver uma boa Identidade Visual é mais do que apenas desenhar um logotipo, é algo que precisa ser levado a sério, pois envolve todo um projeto, com base em pesquisas.

Apesar de ter um investimento maior do que o desenvolvido por um não profissional, é fundamental contratar uma empresa especializada para fazer um serviço profissional. Esse investimento será facilmente revertido em fortalecimento de marca e aumento nas suas vendas.

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28 jun 2017

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Mais autoconhecimento para um consumo consciente

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Comprar em brechós tem várias vantagens: a gente economiza, coopera com o meio ambiente e ainda encontra peças vintage únicas. O que a gente leva um tempo para se dar conta, é o quanto esse exercício de garimpar é também uma forma de nos conhecermos melhor. Comprar em brechó é exercício de autoconhecimento. E quanto mais autoconhecimento, compraremos melhor, mais consciente.

Mas esse “garimpo” pode ser aplicado em todas as nossas idas a qualquer tipo de loja. Mas como assim¿ Quando a gente vai a um brechó não tem à disposição mil opções de roupas em diversos tamanhos para escolher. É importante conseguir reconhecer o potencial de uma peça de roupa, por isso é fundamental que a gente tenha consciência do nosso corpo e do nosso estilo pessoal, independente de tendências.

Podemos aplicar esta consciência na hora de comprar pela internet, na loja do bairro, no shopping… Não é maravilhoso quando compramos algo do qual realmente nos cai bem e combina com nossa personalidade¿ Quando nos conhecemos melhor, não existe vendedora que vá fazer você levar algo sem você ter curtido, mais autoconhecimento para comprarmos melhor, e consequentemente, nos sentirmos felizes.

As ‘fast fashions’ facilitaram as nossas vidas por um bom tempo. Muitas opções de roupas, com tecidos variados, modelagens diversas, e uma enxurrada de “looks da moda”. Por um tempo esse modelo de consumo fez muito sentido, era prático entrar em uma loja e encontrar todo tipo de roupa rapidamente, sem fazer muito esforço. Esse processo nos ensinou a consumir sem pensar, na maioria das vezes agimos assim apenas para suprir nosso desejo de consumo pela última tendência do momento.

Por um tempo esquecemos dos nossos gostos pessoais, de usar o que condizia com nossa personalidade ou aquilo que nos fazia realmente bem, a verdade é que consumimos anestesiados, movidos apenas pelo desejo de ter cada vez mais, sem nenhum tipo de reflexão a respeito do nosso corpo e do nosso estilo pessoal. Quem nunca se pegou em casa com uma peça de roupa que não sabia responder o porquê de ter comprado¿!

Já quando compramos em brechós as peças exclusivas com modelos e tamanhos únicos nos forçam a fazer escolhas baseadas no que realmente gostamos. Não existem muitas opções, não existe uma cartela de cores, e é assim que começamos a exercitar o olhar para aquilo que gostamos de fato, esse ato de buscar algo de valor faz com que a gente passe a valorizar o que temos de melhor, a compreender as modelagens que nos encaixam, as estampas de nos representam, e o estilo que queremos pra nós, buscamos aquilo que queremos usar para transmitir a nossa personalidade em sua essência.

E é assim que praticamos o autoconhecimento toda vez que entramos em um brechó ou loja tradicional, dispostas a achar uma nova roupa, e essa atitude nos faz refletir sobre quem somos e sobre a importância de como consumimos.

O hábito de consumir de forma mais consciente nos torna um pouquinho melhor a cada dia por diversos motivos, e é bom a gente prestar atenção nisso, reconhecer essa mudança que é por fora mas também nos transforma por dentro.

Manuela Damasceno | Diretora da Breshop e consultora de moda

manueladamasceno@yahoo.com.br | 51 98539-5550

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27 jun 2017

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A escolha que você não vê

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No último mês falei aqui sobre Escolhas Difíceis, e agora quero conversar sobre as escolhas que não vemos. Você sabia que existem 3 decisões que controlam o seu destino? E não é a decisão de qual roupa vestir de manhã ou para qual cliente ligar.

São 3 decisões que relegamos – inúmeras vezes – ao nosso inconsciente, pois consumimos nossas energias com decisões pequenas e corriqueiras.

Mamão ou banana no café da manhã? Leite quente ou frio? Casaco ou manga curta? Cinco minutos a mais na cama ou no chuveiro? De carro ou a pé? De carona ou sozinha? Supermercado hoje ou amanhã?

Essas são aquelas escolhas cotidianas que nos acertam com o passar das horas, que embora pareçam bobas, dão a impressão de que o ponteiro do relógio acelerou.

Ok, mas essas escolhas são evidentes, estão à sua frente, sempre. Porém, você já se perguntou todas as escolhas que você deixa de fazer, porque simplesmente não consegue ver elas? Ou pior, as escolhas que você faz de forma automática e que nem se dá conta?

Hoje eu quero apresentar elas para você!

Escolha nº 1 – Suas decisões sobre o que focalizar.

Escolha nº 2 – Suas decisões sobre o que as coisas significam para você.

Escolha nº 3 – Suas decisões sobre o que fazer para criar os resultados que deseja.

Frequentemente não tomamos de forma consciente a maioria das decisões, especialmente essas três, que são cruciais para nossa vida, e ao fazer isso, pagamos um preço alto, às vezes, alto demais.

E para explicar um pouco melhor, trago o conceito de “Síndrome do Niágara”, criada pelo Anthony Robbins, que diz o seguinte: “Acredito que a vida é um rio, e que a maioria das criaturas salta no rio da vida sem ter decidido onde quer chegar. Assim, logo são apanhadas pela correnteza: dos acontecimentos, dos medos, dos desafios. Quando chegam a bifurcações, não decidem conscientemente para onde querem ir, ou qual a direção certa em seu caso. Apenas “seguem o fluxo”. Tornam-se uma parte da massa de gente que se deixa dirigir pelo ambiente, e não por seus próprios valores. [...] Permanecem nesse estado inconsciente até o dia em que o barulho da água as desperta, e descobrem que estão a 2 metros da cachoeira do Niágara, num barco sem remos”.

E você, está na Síndrome do Niágara?

Quer empreender, quer trocar sua carreira, quer gerir melhor sua vida? Ter mais tempo? Mais afeto? Mais reconhecimento? Então aprenda a remar o seu barco, aprenda a focar no que importa, a decidir o que as coisas significam para você e os passos futuros que te levarão mais próximo do seu sonho.

Porque se você não fizer isso, ficará presa a sua rotina (correnteza), achando todas as desculpas que estão escondidas por aí, ora com medo, porque seu barco está à deriva, ora se recuperando dos tombos na cachoeira do Niágara.

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20 jun 2017

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Como surgiram os brechós

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Na atualidade, crise e busca por sustentabilidade fazem crescer vendas de roupas usadas. Os brechós se tornaram referência para garimpar peças clássicas e comprar peças de marcas por preço mais acessível.

As primeiras lojas de segunda mão no mundo apareceram no século XIX e ficaram fortemente populares com as crises produzidas pela Primeira e Segunda Guerras Mundiais principalmente através da Cruz Vermelha com a venda de produtos doados a preços bem acessíveis.

Os brechós tiveram sua origem nos mercados de pulgas da Europa, onde se podia comprar e vender praticamente tudo. As feiras aconteciam ao ar livre e como as peças eram usadas e não havia lá muita preocupação com a higiene, animais como pulgas eram comuns, daí a origem do nome “mercado de pulgas”.

Em Paris, existe um Mercado de Pulgas mundialmente conhecido. Foram-se as pulgas e o lugar hoje é um antiquário lindíssimo, clássico, chic tudo a ver com Paris. Existem desde selos até obras de arte de muito bom gosto.

No Brasil o termo ‘brechó’ surgiu no século 18, devido a um vendedor de nome Belchior, que vendia roupas e artigos de segunda mão no Rio de Janeiro. Décadas mais tarde, adotou-se pela má compreensão/audição da palavra Belchior, o termo ‘brechó’.

No Brasil, o brechó começaria a ser consolidado como negócio somente na década de 1970, quando a cantora Maysa, inspirada pelo conhecimento deste tipo de negócio adquirido em suas viagens a Europa, fundou na rua Djalma Ulrich, em Copacabana, Rio de Janeiro, seu próprio brechó, intitulado Malé de Lixo. A musa comercializava roupas, calçados, bolsas e acessórios que foram utilizados por ela e amigos. Em tempos de valorização da moda nacional, o brechó foi recebido como novidade e uma agradável alternativa de consumo, porém não foi valorizado até as décadas de 1990-2000, período marcado pelo alvorecer do consumo consciente e um crescente interesse pela sustentabilidade. Mesmo período que a moda vintage começou a se propagar fortemente nos Estados Unidos, saindo da Europa para o resto do mundo. Em Hollywood, o vintage começou a ser visto como tendência de moda a partir de 2001, quando Julia Roberts recebeu o Oscar com um modelo do estilista Valentino de 1982, garimpado em brechó.

Muito mais que uma roupa exclusiva, as peças antigas possuem outras qualidades. Os tecidos de décadas atrás tinham um diferencial. As coisas eram feitas para durar mais. Mas os brechós não vendem só vintage, alguns são focados neste nicho, mas a maioria possui variadas opções, marcas e estilos. Outra vantagem dos brechós: a questão da sustentabilidade. Com o tempo as pessoas vão entender que, assim como economizar sacolas de plástico e ter sua eco-bag, comprar roupas usadas ajuda a preservar o ambiente.

Reutilizar as coisas é uma tendência mundial, e com as roupas não é diferente. Estas lojas já são bastante comuns na Europa, e aqui no Brasil também deve popularizar cada vez mais.

E você, compra em brechós?

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25 mai 2017

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Planejamento + Empreendedor = tudo a ver!

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Se você é empreendedor e tem dor de cabeça só de ouvir a expressão “Planejamento Estratégico”, saiba que não é o único. Mas ao contrário do que muitos pensam o processo de planejar pode ser mais simples do que se imagina.

Há muito tempo eu trabalho e falo sobre Planejamento Estratégico e acabo recebendo um número considerável de comentários sobre o processo de planejar.

Em tempo, vale explicar brevemente que planejamento estratégico é um procedimento gerencial que se refere à formulação de objetivos para a seleção de programas de execução e ação, onde são consideradas as variáveis internas e externas à organização, de modo que o somatório de recursos e esforços possam conduzir a ações com resultado muito satisfatório e alinhado com a estratégia empresarial.

Assim, o processo de planejar é FUNDAMENTAL para qualquer pessoa ou empresa que queira, minimamente, atingir algum objetivo, pois ele “prevê” o futuro em relação ao longo prazo, antecipando situações que, sem o plano, estariam distantes da visão do gestor.

A criação de uma estratégia pode ser fácil e demanda um pouco tempo – o que a maioria diz que não tem – pois é necessário conhecer aqueles pormenores do negócio que quase ninguém tem paciência (ou sabe) analisar. Planejar é pensar e trazer para a prática, é integrar a empresa, é levar até a operação e sair da teoria.

Agora, você sabia que uma hora de planejamento economiza mais de seis horas de execução?

E aí, você ainda está sem tempo? Talvez seja justamente a hora de planejar e passar a desfrutar do seu bem mais precioso, o tempo.

Quem ainda não acredita que um bom planejamento pode ser o vento para a guinada que precisa nos seus negócios, deve repensar. Pois, do contrário, ‘esse tal planejamento’ não está, nem nunca estará com nada mesmo.

Pensemos como os mestres Kaplan e Norton: “Uma estratégia sem táticas é o caminho mais lento para a vitória. Táticas sem estratégia representam o caos que antecede uma derrota. ”

Independentemente do tamanho da sua empresa, invista seu tempo no que vai lhe ajudar a crescer no mercado.

Desenvolver e formular estratégias criativas pode estar mais perto do que você imagina.

P.S.: Vou deixar três perguntas para você já pensar na estratégia do seu negócio:

  1. Se sua empresa fosse uma pessoa, pelo que ela seria lembrada?
  2. Como você descreveria o seu principal cliente?
  3. Onde você imagina que seu negócio estará em cinco anos?

Um grande abraço!

EE-Colunista-Larissa-Moraes

EE-Colunistas-aviso-geral

24 mai 2017

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Atendimento e experiência deveriam ser foco dos empreendedores

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Não é a primeira vez que abordo o tema experiência em meus artigos. Vou reforçar mais uma vez: nos próximos anos, a experiência de compra vai ser o principal motor competitivo dos negócios. Atendimento e relacionamento deveriam estar casados! Grandes mudanças no atendimento estão por vir e quem não acompanhar as demandas do consumidor 3.0, vai ficar de fora do mercado.

Conveniência e rapidez são algumas das esperas do consumidor, que não quer mais se esforçar para ser bem atendido. Na verdade, ele está aguardando receber as coisas de “mão beijada”, e isso é um grande diferencial para as empresas. Afinal, qual é o bem mais valioso das pessoas atualmente? O Tempo!

Valor, experiência de compra e atendimento são mais importantes que preço: especialmente no Brasil, quanto melhor o atendimento, mais chances de continuar competitivo! Expandir os canais de autoatendimento finalmente será percebido de que é uma demanda real e necessária. O autoatendimento no Brasil ainda não é majoritário entre as empresas, mas os consumidores brasileiros demandam isso mais do que podemos imaginar.

Marketing e relacionamento estarão cada vez mais compostos, conforme o consumidor 3.0 vai tendo cada vez mais poder de espalhar informações positivas e negativas sobre as empresas. Canais alternativos, como mídias sociais, chat, email e atendimento inteligente estão ficando mais populares e até mais efetivos.

Ao invés de pensar em interações pontuais com cada cliente, as empresas vão precisar pensar em toda a jornada de relacionamento, considerando os momentos antes, durante e depois da venda. Atendimento proativo vai ser o diferencial.

Essas “dicas” não são segredos trancados a sete chaves, nem novidade para ninguém, verdade. Porém, cada vez mais raros de encontrar nas empresas, porém o consumidor já tem esta necessidade bem clara no mercado.

EE-Colunista-Adriana-BreierEE-Colunistas-aviso-geral

23 mai 2017

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Escolhas Difíceis

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Quando terminei de ler a última página do livro Escolhas Difíceis da Carly Fiorina, me peguei pensando por vários minutos como a nossa vida é composta de escolhas. O quanto nós precisamos escolher; quantos caminhos e encruzilhadas são postos à nossa frente dia após dia, e como nós, com as informações e sentimentos que dispomos naquele momento, precisamos escolher. Sendo que, depois da escolha, normalmente vem a dúvida; Será que escolhemos certo? Será que era o melhor a fazer? E aquela palavrinha de duas letras e uma sílaba vem caminhando, lentamente ao nosso encontro… SE… E SE… Como diria Hardy Har Har “Oh dia, oh céu, oh vida, oh azar”.

Existem escolhas fáceis: o que vou vestir hoje? O que farei no final de semana? Entretanto, existem diversas outras, que podem mudar o rumo da nossa vida: Mudo de emprego? Troco de curso na faculdade? Termino meu namoro, meu casamento?  Nós não somos acometidos por essas escolhas seguidamente, mas tenho certeza que pelo menos uma vez você já se deparou com alguma escolha assim, e ela consumiu sua energia de uma forma incrível, pois essas são as nossas “Escolhas Difíceis”, e são elas que nos definem.

Muitas vezes não sabemos se estamos decidindo corretamente, e se aquele realmente é o caminho, o importante é termos em mente que essas decisões são importantes. Se errarmos, ok, outras decisões virão em seu lugar, e o aprendizado será a base para que possamos acertar no futuro.

Neste mesmo livro, a autora diz “[...] se não podemos escolher nossas circunstâncias, sempre podemos escolher nossas reações a elas”. Então, por mais difícil que a decisão lhe pareça, reflita, mas tome uma decisão, escolha um caminho… Ficar em cima do muro não trará paz, nem espantará o medo que uma decisão importante traz consigo. Além disso, é importante lembrarmos o que dizia Nietzsche: “Toda a vida não vivida ficará latejando dentro de você, invivida por toda a eternidade”.

Reflita e escolha seus caminhos, se a paisagem não agradar, volte atrás. Se não for possível voltar, construa uma nova estrada, mas não fique parado achando que o melhor é postergar as decisões. Há uma falsa impressão que postergar algo fará com que a vida resolva aquilo por si só, porém, em muitos momentos, apenas estamos damos a chance para as oportunidades passarem... E nem sempre a vida dá uma segunda chance, afinal ”[...] parar de escolher é começar a morrer” (Carly Fiorina).

EE-Colunista-Juliana-Emer

EE-Colunistas-aviso-geral

22 mai 2017